sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Seis fatores de risco para o Alzheimer

                                                   
Apesar de ser uma doença degenerativa que possui uma progressão silenciosa, um estudo realizado por pesquisadores do San Francisco VA Medical Center (foto), nos Estados Unidos, conseguiu mapear os 6 principais fatores de risco do Alzheimer.

Confira a seguir:

1- Síndrome metabólica

Geralmente a Síndrome metabólica acontece quando há uma associação de outras doenças, como obesidade, hipertensão arterial, hiperglicemia e diminuição dos níveis de colesterol “bom” HDL, aumentando o risco de desenvolver uma doença vascular cerebral. 

A junção de mais de um desses tipos de doenças provoca um maior acúmulo de gordura no sangue, dificultando assim, sua circulação pelo corpo. O resultado pode chegar até mesmo a uma atrofia cerebral. O excesso de glicose no sangue, gerado pela diabetes, também pode causar resultados parecidos. Todos esses fatores juntos podem provocar um declínio na memória de até 40%.

2- Hipertensão

O sangue de pessoas que possuem hipertensão arterial circula de uma forma mais lenta, o que pode causar diversos danos ao cérebro. Como o tecido cerebral precisa da oxigenação do sangue para funcionar corretamente, esse fraco bombeamento do sangue pode causar graves falhas vasculares.

3- Tabagismo

Quem fuma também está mais propenso a desenvolver o Alzheimer, porque o cigarro acelera o processo de envelhecimento neurológico e a atrofia cerebral. O alto risco de Alzheimer também se deve por pequenos infartos cerebrovasculares que o cigarro provoca.

4- Álcool

Beber mais de uma dose todos os dias também é um fator decisivo para desenvolver o Alzheimer. O álcool aumenta em até 10% as chances de aparecimento de uma doença neurológica. Para os alcoólatras ainda há outros fatores agravantes, como a perda do tecido cerebral (encolhimento do cérebro).

5- Sedentarismo

Quando você se exercita, está estimulando seu cérebro a produzir a insulina, um poderoso antioxidante que combate o envelhecimento das células. Além disso, a prática regular de atividades físicas aumenta o raciocínio, porque bombeia mais sangue para o cérebro. Para os idosos é recomendado a prática de exercícios de 2,5 a 5 horas por semana.

6- Depressão

A pesquisa indica a depressão como outro fator de risco, porque a dificuldade de se relacionar com outras pessoas pode prejudicar a memória e a comunicação, danificando o funcionamento de algumas partes do cérebro. Caso não seja tratada, a depressão pode destruir o hipocampo,  área do cérebro ligada a memória.


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