sábado, 8 de julho de 2017

Xi pede ao G20 que defenda economia mundial aberta e fomente novos motores de crescimento


                                    
 O presidente chinês Xi Jinping pediu nesta sexta-feira aos membros das principais economias do Grupo dos Vinte (G20) que defendam uma economia mundial aberta e um regime de comércio multilateral, pois o crescimento mundial permanece instável apesar dos sinais de recuperação.

Falando na cúpula anual do G20 em Hamburgo, importante cidade portuária no norte da Alemanha, Xi também pediu esforços conjuntos para fomentar novos motores de crescimento, promover um crescimento mais inclusivo e melhorar a governança econômica mundial.

"Nós devemos permanecer comprometidos para a abertura e o benefício mútuo para todos, de forma a aumentar o tamanho da 'torta' econômica mundial", disse Xi, líder da segunda maior economia do mundo.

A cúpula do G20 deste ano, programada para 7 e 8 de julho, tem como tema "Formar um Mundo Interconectado", e ocorre em um momento em que o crescimento mundial continua a juntar dinâmica e tanto os países desenvolvidos como as economias do mercado emergente mostram desempenho econômico mais forte.

Porém, a economia mundial é ainda afetada por problemas profundos e enfrenta muitas incertezas e fatores desestabilizadores, assinalou Xi.

Ele sublinhou o papel da inovação e desenvolvimento na promoção do crescimento mundial, propondo que os membros do G20 aumentem a cooperação na economia digital e na nova revolução industrial, e desenvolvam juntos novas tecnologias, novas indústrias, novos modelos de negócios e novos produtos.

"Outra fonte do crescimento vem de maiores esforços para lidar com o assunto do desenvolvimento e implementar a Agenda 2030 para Desenvolvimento Sustentável, e tais esforços não só beneficiarão os países em desenvolvimento, mas também gerarão oportunidades de negócios e investimento para os países desenvolvidos. Em outras palavras, esse será um jogo de ganhos recíprocos para todos", disse.

O líder chinês também pediu aos membros do G20 que cooperem mais em educação, treinamento, emprego, startups comerciais e mecanismos relacionados com a distribuição da riqueza.
"Progresso nessas frentes fará a globalização econômica funcionar melhor", disse.

(Com a Xinhua/Diário do Povo)

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