Jornalista José Carlos Alexandre considera muito grave a situação na Comunidade Zilah Sposito-Helena Greco e se solidariza com os trabalhadores e trabalhadoras lá residentes, além de acionar seus colegas do CONEDH
O jornalista José Carlos Alexandre compareceu à reunião dos apoiadores da Comunidade Zilah Sposito-Helena Greco quando propôs fosse também o Estado enquadrado como co-responsável pelo clima de apreensão entre os moradores e não somente a Prefeitura, detentora do terreno ocupado. Na qualidade de membro do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos enviou correspondência ao CONEDH reforçando o pedido de intervenção do órgão feito por membros da comunidade. É o seguinte o texto enviado ao CONEDH:
"Prezado Lázaro e demais autoridades do CONEDH
Tomo as dores do pessoal da comunidade Zilah Spósito-Helena Greco, que, segundo a coordenadora do Instituto Helena Greco, professora Heloísa Greco, procurou ajuda do CONEDH e de outros órgãos, como a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa. Esiove numa reunião no IHG, na última quarta-feira à noite e fiquei sabendo que a coisa é realmente grave.
Em outubro de 2011, fiscais, gerentes e guardas municipais, juntamente com a Polícia Militar de Minas Gerais, invadiram a ocupação, segundo os interessados, sem mandado judicial e "com forte aparato judicial bélico. Usaram spray de pimenta e terrorismo psicológico conraisosos, mulheres e crianças destruíram 27 casas de alvenaria, barracos de lona e moradias em início de ocupação. A resistência da comunidade garantiu a sua pernamência no local."
Estão dispostos a novamente resistir agora que o mandado de reintegração foi expedido.
Acho que nossos colegas do CONEDH que são membros do Ministério Público, da Polícia Militar e de outras instituições podeeriam ser acionados pois teme-se um banho de sangue ou acontecimentos desagradáveis como os de Pinheirinho em são José dos Campos.
Com agradecimentos
Conselheiro José Carlos Alexandre

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