Livro de Fidel lançado
                                         durante Cúpula do Rio

"O direito da humanidade a existir", do líder da Revolução cubana, Fidel Castro, foi apresentado  na Cúpula dos Povos, reunião dos movimentos sociais paralela à conferência Rio+20. O diretor de Meio Ambiente do Ministério cubano de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente (Citma), Orlando Rey, destacou que a obra recolhe uma seleção das reflexões de Fidel Castro sobre desenvolvimento sustentável e inclui seu discurso na Cúpula da Terra (Rio-92), vigente hoje ainda mais que há duas décadas. 

 "A situação denunciada pelo líder da Revolução cubana nessa reunião e seu alerta sobre o perigo de extinção da espécie humana são mais atuais que há duas décadas", afirmou Rey. O diretor assinalou ainda que em escritos posteriores - que aparecem no livro - Fidel Castro se referiu a sua intervenção na Rio-92 e indicou que então se pensava que havia mais tempo, mas que agora a preocupação de Fidel é maior, porque sente que esse tempo está se acabando. 

Rey  disse que o autor também denuncia os responsáveis pela deterioração do meio ambiente: os padrões de produção e de consumo, impostos pelo sistema capitalista. O diretor de Meio Ambiente do Citma apontou que na obra aparecem também as análises e comentários de Fidel Castro sobre as reuniões mais recentes efetuadas no mundo relacionadas ao tema ambiental, e mencionou em particular a Conferência de Copenhague, na Dinamarca, em 2009.

 "Apesar da grave situação atual, Fidel Castro transmite-nos em seu livro uma mensagem otimista quanto a que outro mundo melhor é possível e que ainda a espécie humana tem potencialidades para reverter as enormes dificuldades que enfrenta hoje", sustentou Rey. Os participantes coincidiram em ressaltar a vigência do alerta do líder da Revolução cubana sobre o perigo de extinção sob o qual o sistema capitalista tem colocado a humanidade. (Com a PL)

Comentários