O presidente chinês vibra com o sucesso do lançamento da nave Shenzhou-9
O presidente chinês, Hu Jintao, que está de visita à Dinamarca, enviou uma mensagem, congratulando o lançamento. A nave espacial tripulada chinesa Shenzhou-9 foi lançada com sucesso neste sábado.
A nave, transportada por um foguete Longa Marcha 2-F, foi lançada às18h37 desde o Centro de Lançamento de Satélite de Jiuquan, no noroeste do país, levando a bordo três astronautas.
Dentro de dois dias, os astronautas conduzirão um acoplamento manual entre a nave Shenzhou-9 e o módulo de laboratório espacial Tiangong-1, colocado em órbita no ano passado. Após esta operação, os astronautas realizarão experiências científicas, testes técnicos e exercícios físicos no laboratório espacial.
A China planeja construir uma estação espacial tripulada até 2020. O domínio da tecnologia de acoplamento é uma condição fundamental para o sucesso do projeto.
Entre os três "taikonautas", como a China denomina seus astronautas, estava Liu Yang, primeira mulher chinesa enviada ao espaço, segura de se tornar heroína para mais de 1 bilhão de seus compatriotas.
Esta mulher piloto de caça de 33 anos foi rodeada de um grande mistério desde que seus méritos lhe permitiram ser recrutada em março como candidata para a missão.
Foi apenas na sexta-feira, às vésperas do lançamento, que os veículos da imprensa oficial confirmaram que ela fazia parte da equipe.
A China é o terceiro país, depois dos Estados Unidos e da União Soviética, a enviar uma mulher ao espaço graças à sua própria tecnologia. Pequim realizou seu primeiro voo espacial tripulado em outubro de 2003.
Os três membros da tripulação, filmados na cabine estreita, pareciam tranquilos antes da decolagem, realizada na presença do presidente da Assembleia Nacional Popular, oficialmente número dois do regime chinês.
Após cerca de 10 minutos da decolagem do foguete, a cápsula Shenzhou IX separou-se sem problemas para entrar em órbita, anunciou a agência Xinhua. Depois, o módulo deslocou seus dois painéis solares.
O conjunto da operação foi qualificado de "sucesso total" pelo general Chang Wanquan, chefe do programa chinês de voos espaciais tripulados. Na China, o exército mantém um papel central nas atividades espaciais.
A missão Shenzhou ("Navio Divino") IX, de uma duração de 13 dias, implicará um acoplamento manual ao módulo Tiangong-1 ("Palácio Celeste") já em órbita. Inscreve-se em um programa criado para dar à China uma estação espacial permanente até 2020.
Esta missão tem "um alcance estratégico importante", disse Wu Bangguo, quando a China está avançando rapidamente na renovação de seu domínio da tecnologia, reproduzindo experiências de americanos e soviéticos nos anos 1960.
Além disso, a cápsula Shenzhou é um veículo inspirado nos Soyuz soviéticos.
O presidente Hu Jintao felicitou os responsáveis pelo projeto, afirmando que o domínio da técnica de acoplamento no espaço era "crucial" para o objetivo de conseguir uma estação orbital como a Estação Espacial Internacional (ISS), a missão da qual a China não participa.
Os lançamentos espaciais chineses são marcados pelo nacionalismo e a imprensa chinesa insistia sobre o alcance desta missão.
A Shenzhou IX decolou exatamente 49 anos após a russa Valentina Terechkova, primeira mulher astronauta da História, que fez seu vôo 16-19 junho de 1963, após a qual esta ex-trabalhadora têxtil foi nomeada heroína da União Soviética. (Com a Rádio Internacional da China/Google/Veja/Divulgação)
Entre os três "taikonautas", como a China denomina seus astronautas, estava Liu Yang, primeira mulher chinesa enviada ao espaço, segura de se tornar heroína para mais de 1 bilhão de seus compatriotas.
Esta mulher piloto de caça de 33 anos foi rodeada de um grande mistério desde que seus méritos lhe permitiram ser recrutada em março como candidata para a missão.
Foi apenas na sexta-feira, às vésperas do lançamento, que os veículos da imprensa oficial confirmaram que ela fazia parte da equipe.
A China é o terceiro país, depois dos Estados Unidos e da União Soviética, a enviar uma mulher ao espaço graças à sua própria tecnologia. Pequim realizou seu primeiro voo espacial tripulado em outubro de 2003.
Os três membros da tripulação, filmados na cabine estreita, pareciam tranquilos antes da decolagem, realizada na presença do presidente da Assembleia Nacional Popular, oficialmente número dois do regime chinês.
Após cerca de 10 minutos da decolagem do foguete, a cápsula Shenzhou IX separou-se sem problemas para entrar em órbita, anunciou a agência Xinhua. Depois, o módulo deslocou seus dois painéis solares.
O conjunto da operação foi qualificado de "sucesso total" pelo general Chang Wanquan, chefe do programa chinês de voos espaciais tripulados. Na China, o exército mantém um papel central nas atividades espaciais.
A missão Shenzhou ("Navio Divino") IX, de uma duração de 13 dias, implicará um acoplamento manual ao módulo Tiangong-1 ("Palácio Celeste") já em órbita. Inscreve-se em um programa criado para dar à China uma estação espacial permanente até 2020.
Esta missão tem "um alcance estratégico importante", disse Wu Bangguo, quando a China está avançando rapidamente na renovação de seu domínio da tecnologia, reproduzindo experiências de americanos e soviéticos nos anos 1960.
Além disso, a cápsula Shenzhou é um veículo inspirado nos Soyuz soviéticos.
O presidente Hu Jintao felicitou os responsáveis pelo projeto, afirmando que o domínio da técnica de acoplamento no espaço era "crucial" para o objetivo de conseguir uma estação orbital como a Estação Espacial Internacional (ISS), a missão da qual a China não participa.
Os lançamentos espaciais chineses são marcados pelo nacionalismo e a imprensa chinesa insistia sobre o alcance desta missão.
A Shenzhou IX decolou exatamente 49 anos após a russa Valentina Terechkova, primeira mulher astronauta da História, que fez seu vôo 16-19 junho de 1963, após a qual esta ex-trabalhadora têxtil foi nomeada heroína da União Soviética. (Com a Rádio Internacional da China/Google/Veja/Divulgação)




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