A União das Nações da América do Sul começa a acompanhar as eleições na Venezuela


                                                    
O seguimento do processo eleitoral que conduzirá às eleições presidenciais em 7 de outubro na Venezuela começará hoje com a chegada do argentino Carlos "Chacho" Álvarez, presidente da Comissão de Acompanhamento da Unasur.

  O ex-vice-presidente da Argentina durante parte do governo de Fernando da Rúa e titular desde agosto de 2011 da Associação América Latina de Integração (Aladi), Álvarez é esperado hoje aqui, onde se reunirá com as principais autoridades do Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

De acordo com versões não confirmadas, o servidor público permanecerá três dias nesta capital e depois regressará na "semana das eleições" para levantar o relatório político-técnico e de recomendações ao Conselho Eleitoral da União de Nações da América do Sul (Unasur) e à diretora do CNE.

Com a visita do chefe da missão da Unasur começa o cumprimento de uma agenda de trabalho muito intensa que arranca com reuniões com coro políticos, organizações de observação nacional e técnicos eleitorais, disse na quarta-feira a presidenta do Poder Eleitoral venezuelano, Tibisay Lucena.

Assim mesmo, anunciou a presença de representantes da União Africana de Nações e de ao menos 157 das 214 personalidades convidadas pelo CNE para acompanhar as eleições.

Em um recente artigo que publicou sob sua assinatura no diário argentino Página 12, Álvarez afirmou que "Venezuela tem hoje um dos sistemas eleitorais mais fortes e tecnologicamente mais avançados da América Latina, que assegura a transparência, o controle e a vigilância das eleições".

Recordou que a tarefa de acompanhamento que cumprirá na Venezuela à frente de uma equipe de representantes dos países membros de Unasur será a primeira desse caráter que empreende esse bloco regional.

Trata-se -escreveu- de "desinstalar a ideia sobre a suposta incapacidade dos latino-americanos para vigiar e cuidar da transparência e limpeza de nossos próprios processos eleitorais".

Também se busca acabar com a versão de que as eleições nos países da região devem ser observados por organismos desenvolvidos ou por aqueles outros nos que os Estados Unidos ou países europeus tenham uma importante influência, agregou Álvarez em seu artigo.

"Garantir eleições livres e transparentes" é um elemento fundamental para "continuar O seguimento do processo eleitoral que conduzirá às eleições presidenciais em 7 de outubro na Venezuela começará hoje com a chegada do argentino Carlos "Chacho" Álvarez, presidente da Comissão de Acompanhamento de Unasur.

  O ex-vice-presidente da Argentina durante parte do governo de Fernando da Rúa e titular desde agosto de 2011 da Associação América Latina de Integração (Aladi), Álvarez é esperado hoje aqui, onde se reunirá com as principais autoridades do Conselho Nacional Eleitoral (CNE).

De acordo com versões não confirmadas, o servidor público permanecerá três dias nesta capital e depois regressará na "semana das eleições" para levantar o relatório político-técnico e de recomendações ao Conselho Eleitoral da União de Nações da América do Sul (Unasur) e à diretora do CNE.

Com a visita do chefe da missão da Unasur começa o cumprimento de uma agenda de trabalho muito intensa que arranca com reuniões com coro políticos, organizações de observação nacional e técnicos eleitorais, disse na quarta-feira a presidenta do Poder Eleitoral venezuelano, Tibisay Lucena.

Assim mesmo, anunciou a presença de representantes da União Africana de Nações e de ao menos 157 das 214 personalidades convidadas pelo CNE para acompanhar as eleições.

Em um recente artigo que publicou sob sua assinatura no diário argentino Página 12, Álvarez afirmou que "Venezuela tem hoje um dos sistemas eleitorais mais fortes e tecnologicamente mais avançados da América Latina, que assegura a transparência, o controle e a vigilância das eleições".

Recordou que a tarefa de acompanhamento que cumprirá na Venezuela à frente de uma equipe de representantes dos países membros de Unasur será a primeira desse caráter que empreende esse bloco regional.

Trata-se -escreveu- de "desinstalar a ideia sobre a suposta incapacidade dos latino-americanos para vigiar e cuidar da transparência e limpeza de nossos próprios processos eleitorais".

Também se busca acabar com a versão de que as eleições nos países da região devem ser observados por organismos desenvolvidos ou por aqueles outros nos que os Estados Unidos ou países europeus tenham uma importante influência, agregou Álvarez em seu artigo.

"Garantir eleições livres e transparentes" é um elemento fundamental para "continuar consolidando os processos democráticos" da América Latina, afirmou finalmente.
consolidando os processos democráticos" da América Latina, afirmou finalmente.(Com a PL)

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