Escolhido cientista chinês para presidência de organização criada na Itália para desenvolver a excelência acadêmica


                                                          

O doutor Bai Chunli converteu-se hoje como o primeiro chinês a ser eleito para presidir a TWAS, uma organização fundada em 1983 na Itália para promover a excelência científica para o desenvolvimento sustentável.

  Bai, presidente da Academia de Ciências da China, começará a dirigir TWAS a partir do dia 1º de janeiro de 2013, em substituição do brasileiro Jacob Palis, segundo anunciou-se na 23 Assembleia Geral que se celebra na cidade de Tianjin, ao norte desta capital.

O cientista chinês é reconhecido por ser um pioneiro no estudo da nanotecnologia, em particular em microscopia de efeito túnel.

Nomeada inicialmente Third World Academy of Sciences (daí suas siglas TWAS), desde 2004 o organismo passou a ser a Academia de Ciências para o Mundo em Desenvolvimento.

A TWAS, cuja sede central é na cidade italiana de Trieste, reúne milhares de cientistas entorno de 70 países, com o objetivo de promover a capacidade científica para o avanço sustentável no sul.

 A TWAS, antiga Academia de Ciências do Terceiro Mundo até 2004 e atual Academia de Ciências dos Países em Desenvolvimento, foi estabelecida em 1983 na cidade italiana de Trieste, a fim de promover a excelência científica para o desenvolvimento sustentável em países em desenvolvimento.

  Bai é um importante cientista no estudo de nanotecnologia da China, especialmente em microscopia de tunelamento com varredura, desde a década de 1980.

Segundo Bai Chunli, a fim de concretizar o objetivo estratégico, é preciso aprofundar as reformas do sistema científico e tecnológico, fortalecer a construção do sistema de renovação nacional, além de reforçar a combinação entre ciência e tecnologia e o desenvolvimento sócio-econômico, bem como a segurança nacional. Faz-se necessário também reformar e desenvolver o sistema de educação nacional, explorar os recursos humanos, garantir o crescimento estável de investimentos científico, tecnológico e educacional.

Bai Chunli ainda revelou que o aproveitamento das três estratégias, promove e garante o desenvolvimento científico e tecnológico do país, proporcionando condições para que em 2049, o país se torne a potência científica e tecnológica mundial.

O primeiro passo é aproveitar os recursos de renovação global, competir e cooperar no âmbito bilateral e multilateral e elevar a renovação científica e tecnológica.

Em segundo lugar, esforçar-se para consolidar a base científica e tecnológica, além de reforçar as pesquisas deste setor.

Em terceiro lugar, resolver os problemas importantes que influem negativamente no desenvolvimento científico e tecnológico, além criar a atmosfera social de "respeitar as ciências, os talentos e a renovação".

Bai Chunli salientou ainda que a China apresenta uma grande distância em comparação com os países avançados. Todavia, o país conta com a potencialidade para concretizar o incremento do país através das ciências e educação, apesar da curta história do desenvolvimento das ciências e tecnologia. (Com a Prensa Latina/Rádio China Internacional)


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