domingo, 24 de setembro de 2017

Anita Prestes no Seminário Internacional 1917: O Ano Que Abalou o Mundo

                                                                          
                  Seminário discute os cem anos da Revolução Russa

Mais de trinta conferencistas, nacionais e estrangeiros, incluindo alguns nomes de grande representatividade das ciências humanas, discutirão o tema durante curso, debates, conferências e lançamento de livros. 

A Revolução Russa trouxe para a realidade a ação inerente ao pensamento de Marx: “Até agora os filósofos ficam preocupados na interpretação do mundo de várias maneiras. O que importa é transforma-lo”. Quer seja concordando ou discordando dos métodos, das ações e das decisões destes revolucionários, não se pode negar que sua ação, acima de qualquer outra, moldou o mundo que viria a seguir daquele agitado outubro de 1917. 

Entre os dias 26 e 29 de setembro, a Boitempo e o Sesc em São Paulo realizam no Sesc Pinheiros o Seminário Internacional 1917: o ano que abalou o mundo, sobre o centenário da Revolução Russa, um dos acontecimentos históricos definidores do século XX. Mais de trinta conferencistas, nacionais e estrangeiros, incluindo alguns dos maiores nomes das ciências humanas, destrincharão o tema durante quatro dias de cursos, palestras, debates, mostra de cinema e lançamentos de livros. 

ANITA LEOCADIA PRESTES - Nasceu em 27 de novembro de 1936 na prisão de mulheres de Barnimstrasse, na Alemanha nazista, filha dos revolucionários comunistas Luiz Carlos Prestes e Olga Benario Prestes. Doutora em Economia e Filosofia pelo Instituto de Ciências Sociais de Moscou e em História Social pela UFF. 

Autora de vasta obra sobre a atuação política de Prestes e a história do comunismo no Brasil, é professora do Programa de Pós-Graduação em História Comparada da UFRJ e presidente do Instituto Luiz Carlos Prestes. Pela Boitempo, publicou a biografia Luiz Carlos Prestes: um comunista brasileiro (2015, finalista do Prêmio Jabuti) e o recente Olga Benario Prestes: uma comunista nos arquivos da Gestapo (2017).

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