sábado, 30 de abril de 2011

STF reconhece isenção de tributos para chapas para impressão de jornais


Publicado em 27 de Abril de 2011 às 09h19

Foi concluído terça-feira (26), pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), o julgamento do Recurso Extraordinário (RE 202149) sobre a aplicação da imunidade tributária em peças sobressalentes para equipamentos de preparo e acabamento de chapas de impressão offset para jornais. A análise do recurso foi concluída com a leitura do voto de desempate proferido pela ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha.
De autoria da União, o recurso questionava decisão favorável ao Grupo Editorial Sinos S/A que teve imunidade tributária reconhecida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), tendo em vista o artigo 150, inciso VI, alínea “d”, da Constituição Federal*. A empresa teria impetrado mandado de segurança contra ato do inspetor-chefe da alfândega do aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS).
Alegava ter direito à isenção tributária, ou seja, não deveriam ser exigidos o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), o Imposto de Importação e o Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) no despacho aduaneiro de peças sobressalentes para equipamento de preparo e acabamento de chapas de impressão offset.
Conclusão do julgamento
A ministra Cármen Lúcia votou pelo desprovimento do recurso, acompanhando a divergência iniciada, em 13 de maio de 2008, pelo ministro Marco Aurélio e seguida pelo ministro Ayres Britto, que atualmente compõe a Segunda Turma da Corte. Cármen Lúcia uniu-se aos votos já proferidos no sentido de que a imunidade conferida a livros, jornais e periódicos apanharia ainda todo e qualquer insumo e ferramenta indispensáveis à edição desses veículos de comunicação.
“À força da interpretação compreensiva dos eminentes ministros Carlos Britto e Marco Aurélio, que potencializaram a abrangência da imunidade discutida sob o fundamento de tê-lo como um instrumento de estímulo à circulação e de cultura, alinho-me exatamente em homenagem a não apenas ao princípio da liberdade de imprensa - que fica muito mais assegurada segundo estes fundamentos - sem embargo de, no voto do ministro Menezes Direito, ter ele homenageado o princípio da segurança jurídica”, disse a ministra. Entretanto, conforme ela, aos poucos houve mudanças relacionadas aos insumos, “verificando exatamente as novas condições para apresentação do que se considera hoje a imprensa e os instrumentos necessários a que os livros e outras publicações possam ser feitas”.
Com base em precedentes do Supremo, à época em que teve início o julgamento do RE, o falecido ministro Menezes Direito (relator) afirmou que a imunidade prevista no dispositivo constitucional citado não abrange equipamentos do parque gráfico. Para ele, a Constituição Federal teria restringido essa imunidade a insumos diretos utilizados na publicação de livros, jornais e periódicos, materiais assimiláveis ao papel.
Menezes Direito proveu o Recurso Extraordinário, voto que foi seguido pelo ministro Ricardo Lewandowski. No entanto, a tese do relator ficou vencida. Dessa forma, a Primeira Turma, por 3 x 2 votos, negou provimento ao RE da União, reconhecendo imunidade tributária de chapas de impressão para jornais.
* Art. 150 - Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios:

VI - instituir impostos sobre:
d) livros, jornais, periódicos e o papel destinado a sua impressão.

Processos relacionados: RE 202149

Fonte: Supremo Tribunal Federal

Uma canção revolucionária


Grândola, Vila Morena é a canção composta e cantada por Zeca Afonso que foi escolhida pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) para ser a segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos. A canção refere-se à fraternidade entre as pessoas de Grândola, no Alentejo, e teria sido banida pelo regime salazarista como uma música associada ao Comunismo. Às zero horas e vinte minutos do dia 25 de abril de 1974, a canção era transmitida na Rádio Renascença, a emissora católica portuguesa, como sinal para confirmar as operações da revolução. Por esse motivo, a ela ficou associada, bem como ao início da Democracia em Portugal.
A canção foi incluída no álbum Cantigas do Maio, gravado em dezembro de 1971, disco que conta com os arranjos e direcção musical de José Mário Branco. «Grândola, vila morena» é a quinta faixa do álbum, gravado em Herouville, França entre 11 de outubro e 4 de novembro de 1971.
Zeca Afonso estreou a canção em Santiago de Compostela (capital da Galiza) em 10 de Maio de 1972.
No dia 29 de março de 1974, «Grândola, vila morena» foi cantada no encerramento de um espectáculo no Coliseu de Lisboa. Na assistência estavam militares do MFA, que viriam a escolher a canção como uma das senhas para o arranque da Revolução dos Cravos. Curiosamente, para esse espectáculo a censura havia proibido a interpretação de várias canções de Zeca, entre as quais «Venham mais cinco», «Menina dos olhos tristes», «A morte saiu à rua» e «Gastão era perfeito».
À meia-noite e vinte minutos da madrugada do dia 25 de abril de 1974, a «Grândola, vila morena» foi tocada no programa Limite da Rádio Renascença. Era a segunda senha que confirmava o bom andamento das operações e despoletava o avanço das forças organizadas pelo MFA. A primeira senha, tocada cerca de hora e meia antes, às 22 horas e 55 minutos do dia 24 de abril, foi a música «E depois do adeus», cantada por Paulo de Carvalho.
Pouco antes da sua morte, Zeca Afonso e vários amigos seus galegos cantaram ao vivo e gravaram uma nova edição da canção na Homenagem da Galiza a José Afonso.
Ainda na década de 1970, Nara Leão lançou no Brasil, em compacto simples, a canção.
Em 1987 foi regravada pelo grupo de rock brasileiro 365, no seu LP Mix da Música São Paulo, constando na sétima faixa com o nome de «Vila Morena».

LETRA

Zeca Afonso - Grândola, Vila Morena


Grândola, vila morena

Terra da fraternidade

O povo é quem mais ordena

Dentro de ti, ó cidade



Dentro de ti, ó cidade

O povo é quem mais ordena

Terra da fraternidade

Grândola, vila morena



Em cada esquina, um amigo

Em cada rosto, igualdade

Grândola, vila morena

Terra da fraternidade



Terra da fraternidade

Grândola, vila morena

Em cada rosto, igualdade

O povo é quem mais ordena



À sombra duma azinheira

Que já não sabia a idade

Jurei ter por companheira

Grândola, a tua vontade



Grândola a tua vontade

Jurei ter por companheira

À sombra duma azinheira

Que já não sabia a idade

(Com Luta pela Educação/Wipédia/Google/Divulgação)

Sindicato dos Jornalistas do RJ lança Prêmio Jornalista Abdias Nascimento



Em 2011, Ano Internacional dos Afrodescendentes declarado pela Organização das Nações Unidas, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro lança a primeira edição do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento. O concurso estimula a cobertura jornalística qualificada sobre temas relacionados à população negra, nas categorias Mídia Impressa , Televisão, Rádio, Mídia Alternativa ou Comunitária, Fotografia e Internet, além da especial Gênero, para reportagens com foco nas demandas femininas. A melhor de cada categoria receberá R$ 5.000,00. As inscrições vão até 19 de agosto, conforme regulamento publicado em www.premioabdiasnascimento.org.br.

Nas cisternas de placas, um avanço importante


Washington Novaes (*)

É uma boa notícia a de que o governo federal está lançando, como uma das âncoras para seu plano de erradicação da miséria, o Programa Água para Todos, voltado para o semiárido nordestino (Estado, 2/4/2011). E que o programa, segundo informação da própria presidente da República a dirigentes sindicais, inclui a construção de 800 mil cisternas de placas.
Deve-se acrescentar que esse é o caminho para milhões de famílias que vivem isoladas ou em comunidades muito pequenas, no semiárido - não a transposição de águas do Rio São Francisco, como foi tão alardeado no governo anterior, para justificar essa polêmica megaobra, que não chegará àquela gente.
As cisternas de placas são parte de um programa coordenado pela Articulação do Semiárido, que reúne mais de 700 instituições e já construiu algumas centenas de milhares de cisternas desse tipo. Elas são um achado: um encanamento simples recolhe no telhado das casas a água de chuva e a encaminha para cisternas no subsolo ao lado, revestidas com placas para não permitir a infiltração; cada uma permite, com 16 mil litros acumulados, abastecer com cerca de 20 litros diários cada pessoa de uma família durante a estiagem - desobrigando-as de caminhar quilômetros a pé para colher em latas a água de barreiros sujos usados pelo gado.
"É uma bênção", respondeu ao autor destas linhas, levantando as mãos para o céu, uma senhora de mais de 70 anos, quando perguntada sobre o que a cisterna significara em sua vida.
É um programa decisivo para enfrentar a pobreza no semiárido e seus mais de 800 mil quilômetros quadrados; 58% da pobreza nordestina está nessa região, diz o Ministério da Integração Nacional. São regiões onde a média anual de chuvas é de 750 milímetros, menos de metade da média do Recife, por exemplo. E em grande parte da região as chuvas concentram-se num período de 20 dias.
Mas as cisternas não são uma estratégia que faça parte do projeto da transposição. Este, que tinha previsão de gastos de R$ 5 bilhões até 2010, mais R$ 1 bilhão para revitalização do Rio São Francisco, já gastou R$ 2,24 bilhões e está com 80% das obras do Eixo Leste realizadas e 52% do Eixo Norte (quando cada cisterna custa pouco mais de R$ 1 mil).
O que se prevê agora é que a água chegue ao Eixo Leste no ano que vem e ao Eixo Norte em 2013 (Rema Atlântico, 17/4). Só que continuam sem resposta dezenas de questões levantadas pelo próprio Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) ao ser pedido o licenciamento. Por exemplo: mais de metade das águas transportas seria destinada a grandes projetos de irrigação (e exportação), quando grande parte destes se situava em terras com processos de erosão já instalados; que se faria?
As águas transpostas deveriam, ao longo de centenas de quilômetros, subir centenas de metros até regiões mais altas, consumindo energia elétrica; isso poderia custar até cinco vezes mais que a tarifa vigente; quem pagaria? Boa parte das águas transpostas teria de passar por açudes onde os níveis de evaporação e perda podem ser superiores a 50%. Grande parte da água se destinaria a cidades onde a média da perda nos sistemas urbanos de distribuição era (e continua sendo) de 45%; não seria adequado investir antes na restauração dessas redes? - perguntava.
Mas condicionantes do IBAMA em licenciamentos são quase ficção científica. Quem se preocupou com o cumprimento da condicionante de exigir um depósito "definitivo" antes de começar a implantar a usina nuclear Angra 3? Quem se preocupou com o das condicionantes para as megausinas amazônicas, inclusive Jirau e Belo Monte, fora Tucuruí, há mais de 20 anos? E no caso da transposição ainda pesa em sua história o fato de a então ministra do Meio Ambiente haver levado para o Conselho Nacional de Recursos Hídricos a decisão final, quando o comitê de gestão da Bacia do São Francisco, por 44 votos a 2, vetara a transposição. Mas no conselho o governo federal, sozinho, tem maioria e aprovou o projeto.
Claro que o descaso às condicionantes não deveria ocorrer, principalmente nas questões relacionadas com a água, que precisam estar no centro das estratégias do Brasil, um país privilegiado em área que é centro das preocupações no mundo - onde a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação prevê (FAO, 21/3) que em 20 anos quase 2 bilhões de pessoas viverão em regiões com grave escassez de água, que, em alguma medida, atingirá dois terços da população mundial (e quem quiser ter uma visão emocionada do que são a bacia do rio e os povos ribeirinhos pode ler o recém-publicado livro
O Rio São Francisco e as Águas no Sertão, com textos de vários autores e fotos extraordinárias do ex-metalúrgico João Zinclar - Silvamontes Gráfica e Editora).
Não é só. Recente relatório da Agência Nacional de Águas - Atlas Brasil - Abastecimento Urbano de Água - diz que 3.027 (55%) dos 5.565 municípios brasileiros terão problemas com recursos hídricos até 2025, se não se investirem R$ 70 bilhões. Nessa data, nas condições atuais, só 18% da população nordestina estará atendida "satisfatoriamente", embora hoje a média de perda nas redes continue superior a 40% do que sai das estações de tratamento.
Não bastasse, a Agência Espacial Norte-Americana (NASA) está mostrando (Amazônia.org, 18/4) que a seca recorde de 2010 atingiu 2,5 milhões de quilômetros quadrados na Amazônia. E que isso pode significar menos água e menos captação de carbono pela vegetação e maior emissão para a atmosfera.
Neste momento, em que devemos homenagear a memória do professor Aldo Rebouças, há poucos dias falecido, precisamos lembrar-nos de suas sábias palavras no livro Águas Doces no Brasil (Escrituras Editora, 1999), por ele coordenado: "O que mais falta não é água, mas determinado padrão cultural que agregue ética e melhore a eficiência do desempenho dos governos, da sociedade em geral, das empresas públicas e privadas".
 

(*) Washington Novaes é publicitário e escritor
   (O Estado de S. Paulo, em 29 de abril de 2011)

Cairo poderá sediar acordo Fatah-Hamas

                          
O Egito convidou os líderes palestinos a assinar um acordo de unidade no Cairo na próxima semana que acabaria com a rivalidade entre as facções dominantes, disseram autoridades palestinas nesta sexta-feira. O acordo, mediado pelo Egito, foi anunciado de maneira surpreendente na quarta-feira, depois que as demandas para formar um novo governo foram aceitas tanto pelo presidente palestino, Mahmoud Abbas, do Fatah, que governa a Cisjordânia, quanto pelo Hamas, que controla a Faixa de Gaza.
Israel criticou o acordo, afirmando que Abbas não poderá ser visto como um parceiro da paz se oficializar laços com o Hamas, um grupo islamita que defende a destruição de Israel. As potências ocidentais receberam a noticia da união palestina com frieza, dizendo que era um passo importante, mas ressaltando que esperam que a nova administração aceite demandas internacionais – que incluem o reconhecimento de Israel como Estado e a renúncia à violência.(Com o Correio do Brasil, inclusive imagem, de seu arquivo/Divulgação)

Apoio a Brejo dos Crioulos e Movimentos Sociais


Montes Claros, 29 de abril de 2011

"Ai de vós, que ajuntais casa a casa e que acrescentais campo a campo, até que não hajas mais lugar e sejais os únicos proprietários da terra.” ( Isaias 5,8)

A Comissão Pastoral da Terra, no Norte de Minas, apóia e solidariza com a luta dos movimentos sociais que vem ocorrendo de 25 de abril a 02 de maio de 2011, em Belo Horizonte, MG.
Apoiamos e solidarizamos também com as 350 famílias de quilombolas de Brejo dos Crioulos – nos municípios de São João da Ponte, Varzelândia e Verdelândia, no Norte de Minas Gerais - que foram despejadas por um aparato de guerra de mais de 200 policiais militares, sob o comando do governador de Minas, Sr. Antônio Anastasia (PSDB).
Os governos do PSDB e do PT (4 anos de FHC, 8 anos de LULA e AÉCIO e 4 meses de ANASTASIA e DILMA) até então foram incapazes de concluir o processo de desapropriação do território quilombola de Brejo dos Crioulos. Nestes 12 anos o que esta comunidade tem recebido são os despejos (em torno de 10). Despejos esses realizados por tropas de guerra da Polícia Militar de MG, sem ou com mandados judiciais expedidos pelo Poder Judiciário (in - Justiça Brasileira) que prioriza a propriedade privada em detrimento do direito da função social que a terra deve exercer. Cadê o respeito à dignidade humana e à função social da propriedade? Esses dois governos e o Poder Judiciário têm sido fiéis servos do Latifúndio. "Por onde passaste, tendo tudo em lei, plantaste o nada".
Enquanto decisões judiciais, como a prisão do mandante da chacina de Felizburgo, MG, em 20/11/2004, no Vale do Jequitinhonha, e tantas outras não são tomadas, enquanto a Reforma Agrária é abandonada pelo poder, seguiremos nos solidarizando e apoiando as lutas sociais.

Comissão Pastoral da Terra, Norte de Minas

CONTATO: Paulo Roberto Faccion, Cel.: (38) 8825 0366

MST ocupa sede da Superintendência do Trabalho em Belo Horizonte


  
Cerca de 800 pessoas integrantes da Via Campesina e da Articulação dos Empregados Rurais do Estado de Minas Gerais (ADERE-MG) ocupam, nesta tarde (SEXTA-FEIRA, DIA 29/04/2011), a Delegacia Regional do Ministério do Trabalho e Emprego, para exigir que se realize imediatamente uma audiência sobre a situação dos Empregados Rurais Assalariados no Estado de Minas Gerais e a postura negligente das Gerências Regionais do Trabalho no Interior do Estado. O ato faz parte da Jornada de Lutas do MST iniciada desde segunda-feira, dia 25.
As colheitas de café e pocan já iniciaram e se aproxima a safra da cana de açúcar e o trabalho nestas culturas causa lesão por esforço repetitivo e até morte por exaustão e envenenamento pelo uso de agrotóxicos. Além disso, muitos empregadores do campo se recusam a assinar as CTPs, não oferecem assistências à saúde, FGTS ou INSS. Chegam, inclusive, a praticar o trabalho escravo e infantil nas lavouras.
Várias denúncias já foram apresentadas diretamente nas Gerencias Regionais do Trabalho, mas por motivo de falta de estrutura logística, humana, financeira, quando somos atendidos já se passaram muitos meses.
“Entendemos que é dever do Ministério do Trabalho e Emprego do fiscalizar também o meio rural e punir os empregadores que não respeitam os direitos previstos nos Artigos 626 a 634. A falta de estrutura, de fiscais, e de pessoal agregada ao sucateamento do ministério afeta diretamente milhares de trabalhadores em especial os do campo”, afirma o presidente da Adere.

Mais informações
35 91679619
Silvio

Morre Ernesto Sabato

Ernesto Sabato, el gran escritor argentino autor de Sobre héroes y tumbas y El túnel, pero también el hombre atormentado y horrorizado que presidió la Comisión Nacional sobre la Desaparición de Personas (CONADEP) falleció en la madrugada del sábado, dos meses antes de cumplir 100 años. Sabato, que iba a ser objeto hoy de un homenaje en la Feria del Libro de Buenos Aires, padecía una bronquitis que no pudo superar, según anunció su compañera Elvira González Fraga.(CubaDebates)

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Natália, primeira minissérie da TV Brasil

Natália é uma garota evangélica, virgem e humilde, descoberta aos 18 anos por uma agência de modelos. A nova série da TV Brasil estréia no domingo, 1, às 22h30, e mostrará as consequências da escolha dessa nova vida, a superação, o preconceito e suas crenças sendo colocadas à prova.
A jovem, filha de um pastor do subúrbio carioca (Gutti Fraga), tem a oportunidade única de ser modelo, mas precisa pesar suas responsabilidades. Podemos acompanhar o choque de sua mudança do subúrbio para um mundo completamente oposto onde ostentação, egocentrismo e vaidade imperam.
Vivida por Aisha Jambo, ela vencerá uma pequena grande batalha a cada episódio. Conviverá com as cobranças e julgamentos do pai e da irmã (Michelle Campos). Precisará decidir como agir com seu noivo (Álamo Facó), aprender a rebolar com os ensinamentos do seu coach (Maurício Branco). E não ceder a todas as pressões de seu booker (Claudio Lins) e da dona da agência que a contratou (Claudia Ohana). Morando num apartamento de modelos, encontrará em Valentina (Mariana Molina) a grande amiga que vai ajudá-la nesse processo.
Criada por Patrícia Corso e André Pellenz, a série produzida pela Academia de Filmes – empresa do Grupo INK – tem direção-geral de André Pellenz e como diretor convidado Marcus Baldini (diretor de “Bruna Surfistinha”), que dirigiu 5 dos 13 episódios.

Os professores e os sacerdotes da privataria

                              

Gaudêncio Frigotto, Zacarias Gama, Eveline Algebaile, Vânia Cardoso da Mota, Hélder Molina (*)

Vários meios de comunicação utilizam-se de seu poder unilateral para realizar ataques truculentos a quem ousa contrariar seus interesses. O artigo de Gustavo Ioschpe, publicado na edição de 12 de abril de 2011 da Revista Veja (campeã disparada do pensamento ultraconservador no Brasil), não apenas confirma a opção deliberada da Revista em atuar como agência de desinformação – trafegando interesses privados mal disfarçados de interesse de todos –, como mostra o exercício dessa opção pela sua mais degradada face, cujo nível, deploravelmente baixo, começa pelo título – “hora de peitar os sindicatos”.
Com a arrogância que o caracteriza como aprendiz de escriba, desde o início de seu texto, o autor considera patrulha ideológica qualquer discordância em relação às suas parvoíces.
Na década de 1960, Pier Paolo Pasolini escrevia que o fascismo arranhou a Itália, mas o monopólio da mídia a arruinou. Cinquenta anos depois, a história lhe deu inteira razão.
O mesmo poderia ser dito a respeito das ditaduras e reiterados golpes que violentaram vidas, saquearam o Brasil, enquanto o monopólio privado da mídia o arruinava e o arruína.
Com efeito, os barões da mídia, ao mesmo tempo em que esbravejam pela liberdade de imprensa, usam todo o seu poder para impedir qualquer medida de regulação que contrarie seus interesses, como no caso exemplar da sua oposição à regulamentação da profissão de jornalista.
Os áulicos e acólitos dessa corte fazem-lhe coro.
O que trafega nessa grande mídia, no mais das vezes, são artigos de prepostos da privataria, cheios de clichês adornados de cientificismo para desqualificar, criminalizar e jogar a sociedade contra os movimentos sociais defensores dos direitos que lhes são usurpados, especialmente contra os sindicatos que, num contexto de relações de superexploração e intensificação do trabalho, lutam para resguardar minimamente os interesses dos trabalhadores.
Os artigos do senhor Gustavo Ioschpe costumam ser exemplos constrangedores dessa “vocação”. Os argumentos que utiliza no artigo recentemente publicado impressionam, seja pela tamanha tacanhez e analfabetismo cívico e social, seja pelo descomunal cinismo diante de uma categoria com os maiores índices de doenças provenientes da superintensificação das condições precárias de trabalho às quais se
submete.
Um dos argumentos fundamentais de Ioschpe é explicitado na seguinte afirmação: Cada vez mais a pesquisa demonstra que aquilo que é bom para o aluno na verdade faz com que o professor tenha que trabalhar mais, passar mais dever de casa, mais testes, ocupar de forma mais criativa o tempo de sala de aula, aprofundar-se no assunto que leciona. E aquilo que é bom para o professor – aulas mais curtas, maior salário, mais férias, maior estabilidade no emprego para montar seu plano de aula e faltar ao trabalho quando for necessário – é irrelevante ou até maléfico aos alunos.
A partir desse raciocínio de lógica formal, feito às canhas, tira duas conclusões bizarras. A primeira refere-se à atribuição do poder dos sindicatos ao seu suposto conflito de interesses com “a sociedade representada por seus filhos/alunos”: “É por haver esse potencial conflito de interesses entre a sociedade representada por seus filhos/alunos e os professores e funcionários da educação que o papel do sindicato vem ganhando importância e que os sindicatos são tão ativos (…)”.
A segunda, linearmente vinculada à anterior, tenta estabelecer a existência de uma nefasta influência dos sindicatos sobre o desempenho dos alunos. Nesse caso, apoia-se em pesquisa do alemão Ludger Wossmann, fazendo um empobrecido recorte das suas conclusões, de modo a lhe permitir afirmar que “naquelas escolas em que os sindicatos têm forte impacto na determinação do currículo os alunos têm desempenho significativamente pior”.
Os signatários deste breve texto analisam, há mais de dois anos, a agenda de trabalho de quarenta e duas entidades sindicais afiladas à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e acompanham ou atuam como afiliados nas ações do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior – ANDES-SN.
O que extraímos dessas agendas de ação dos sindicatos é, em tudo, contrário às delirantes e deletérias conclusões do articulista.
Em vez de citar pesquisas de segunda mão, para mostrar erudição e cientificidade em seu argumento, deveria apreender o que demanda uma análise efetivamente científica da realidade. Isso implicaria que de fato pesquisasse sobre a ação sindical docente e sobre os processos econômico-sociais e as políticas públicas com os quais se confronta e dialoga e, a partir dos quais, se constitui. Não imaginamos que um filho de banqueiros ignore que os bancos, os industriais, os latifundiários, a grande mídia têm suas federações ou organizações que fazem lobbies para ter as benesses do fundo público.
Um efetivo envolvimento com as pesquisas e com os processos sociais permitiria ao autor perceber onde se situam os verdadeiros antagonismos e “descobrir” que os sindicatos não se criaram puxando-se de um atoleiro pelos cabelos – à moda do Barão de Münchhausen –, autoinventando-se, muito menos confrontando-se com os alunos e seus pais.
As análises que não levam isso em conta, que se inventam puxando-se pelos cabelos a partir dos atoleiros dos próprios interesses, não conseguem apreender minimamente os sentidos dessa realidade e resultam na sequência constrangedora de banalidades e de afirmações levianas como as expostas por Ioschpe.
Uma das mais gritantes é relativa ao entendimento do autor sobre quem representa a sociedade no processo educativo. É forçoso lembrar ao douto analista que os professores, a direção da escola e os sindicatos também pertencem à sociedade e não são filhos de banqueiros nem se locupletam com vantagens provenientes dos donos do poder.
Ademais, valeria ao articulista inscrever-se num curso de história social, política e econômica para aprender uma elementar lição: o sindicato faz parte do que define a legalidade formal de uma sociedade capitalista, mas o ultraconservadorismo da revista na qual escreve e com a qual se identifica já não o reconhece, em tempos de vingança do capital contra os trabalhadores.
Cabe ressaltar que todos os trocadilhos e as afirmações enfáticas produzidos pelo articulista não conseguem encobrir os interesses privados que defende e que afetam destrutivamente o sentido e o direito da população à educação básica pública, universal, gratuita, laica e unitária.
Ao contrário do que afirma a respeito da influência dos sindicatos nos currículos, o que está mediocrizando a educação básica pública é a ingerência de institutos privados, bancos e financistas do agronegócio, que infestam os conteúdos escolares com cartilhas que empobrecem o processo de formação humana, impregnando-o com o discurso único do mercado – o da educação de empreendedores. E que, muitas vezes, com a anuência de grande parte das administrações públicas, retiram do professor a autoridade e a autonomia sobre o que ensinar e como ensinar dentro do projeto pedagógico que, por direito, eles constroem, coletivamente, a partir de sua realidade.
O que o Sr. Ioschpe não mostra, descaradamente, é que esses institutos privados não buscam a educação pública de qualidade e nem atender o interesse dos pais e alunos, mas lucrar com a venda de pacotes de ensino, de metodologias pasteurizadas e de assessorias.
Por fim, é de um cinismo e desfaçatez vergonhosa a caricatura que o articulista faz da luta docente por condições de trabalho e salário dignos. Caberia perguntar se o douto senhor estaria tranquilo com um salário-base de R$ 1.487,97, por quarenta horas semanais, para lecionar em até 10 turmas de cinquenta jovens. O desafio é: em vez de “peitar os sindicatos”, convide a sua turma para trabalhar 40 horas e acumular essa “fortuna” de salário básico. Ou, se preferir fazer um pouco mais, trabalhar em três turnos e em escolas diferentes. Provavelmente, esse piso para os docentes tem um valor bem menor que o que recebe o articulista para desqualificar e criminalizar, irresponsavelmente, uma instituição social que representa a maior parcela de trabalhadores no mundo.
Mas a preocupação do articulista e da revista que o acolhe pode ir aumentando, porque, quando o cinismo e a desfaçatez vão além da conta, ajudam aqueles que ainda não estão sindicalizados a entender que devem fazê-lo o mais rápido possível.

(*)Os três primeiros autores são professores do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPFH/UERJ); professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro e colaboradora do PPFH/UERJ; educador, assessor sindical e doutorando do PPFH/UERJ.

(Publicado por Paulo Kautscher em 28 abril 2011 às 23:10 em EDUCAÇÃO)

Pela libertação de Weiwei



Caros amigos,

O adorado artista plástico Ai Weiwei foi abduzido pelo governo chinês. As elites chinesas são grandes compradores de arte e sensíveis à comunidade artística internacional. Vamos gerar um apelo para as principais galerias e artistas pararem de organizar exposições na China até que o Ai Weiwei seja solto:
O artista chinês conhecido e amado no mundo todo Ai Weiwei foi abduzido pelas forças de segurança da China. Todo vestígio da vida e da arte de Ai foi apagado da internet chinesa, e sua única esperança pode ser uma manifestação global por sua libertação.
Temeroso pelos protestos pró-democracia que têm varrido o mundo, o governo tem reprimido centenas de artistas, intelectuais, estudantes e cidadãos chineses críticos ao governo. Mas ao redor do mundo, artistas e amantes da arte começaram a se manifestar em solidariedade a Ai.
A elite chinesa é uma grande consumidora de arte contemporânea, e está planejando uma grande feira de arte em Beijing. Se artistas e galerias internacionais permanecerem distantes da China até que Ai seja libertado, eles atingirão o regime. Vamos construir uma onda global massiva de apoio para que os principais artistas e galerias parem de exibir suas obras na China até que Ai Weiwei seja libertado. Nós entregaremos a petição na próxima Bienal de Veneza e em outras mostras:

Dezenas de galerias e artistas de mais de 15 países estão neste momento se preparando para a Beijing Art Expo e outras mostras. Nós apresentaremos nossa petição a todos os artistas e galerias proeminentes, e apresentaremos suas respostas em nosso site, mobilizando o mundo artístico a se posicionar fortemente em favor de Ai e de todas as outras pessoas presas por expressarem suas opiniões.
A China por vezes parece imune à pressão internacional, mas o ativismo artístico poderá funcionar. Quando estrelas do esporte permaneceram distantes da África do Sul, chamaram a atenção para o regime brutal de apartheid, apressando a libertação de Nelson Mandela. Junto com artistas e marchands internacionais nós podemos conseguir agora alcançar o mesmo efeito.
O crime de Ai Weiwei foi se manifestar contra a corrupção e a injustiça na China. Por princípio ele se demitiu da equipe que estava projetando o estádio olímpico "Ninho de Pássaro", criticou a corrupção por trás das escolas pobremente construídas que mataram crianças no terremoto de Sichuan e expressou esperança de que as revoluções no Oriente Médio possam levar à mudança na China. Agora ninguém sabe onde ele está sendo mantido e porquê. Vamos convocar artistas e galerias a se unirem pela libertação de Ai Weiwei:
Os pais de Ai passaram 16 anos em um campo de trabalhos forçados por seus princípios. Naquele tempo a China estava isolada do mundo, mas agora os tempos mudaram. As nossas vozes contam - vamos usá-las agora por Ai e pelos artistas vocais da China, e pela nova China que eles estão lutando para criar.
Com esperança,

Alex, Ricken, Maria Paz, Morgan e toda a equipe da Avaaz

Cenas de um casamento real

Audiênia Pública enfoca ameaça de despejo em Itabira

                                                                                  
Foi realizada ontem audiência pública para debater a situação das mais de 300 famílias que vivem na Comunidade Carlos Drummond, em Itabira - MG. O Juiz da 1ª Vara Cível da Comarca de Itabira expediu ordem determinando que as famílias deixem suas casas nos próximos dias, tratando o conflito de ordem social como caso de polícia.
Diante dessa situação, a Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa esteve na cidade de Itabira para debater o assunto e criar condições para que essa grave ofensa aos direitos da pessoa humana não venha a ser concretizada.
A população do Bairro Drummond caminhou em marcha até o local da audiência, cedido pelo Sindicato dos Rodoviários. O auditório ficou lotado de moradores, apoiadores, imprensa e autoridades.
Pelo Poder Público local, participaram da mesa o Procurador do Município, a Secretária de Ação Social do Município e o Presidente da Câmara Municipal. Todos afirmaram que irão se empenhar na busca de uma solução justa para o caso, mas até o momento nada de concreto foi apresentado para suspender o cumprimento da ordem de desalojamento.
As Brigadas Populares e o Mandato do Deputado Federal Padre João assumiram a tarefa de elaborar até o dia 02 de maio um parecer para a Procuradoria e para a Secretaria de Ação Social do Município quanto à legalidade da declaração de utilidade pública da área e quanto às alternativas à solução digna do conflito.
Ficou agendada uma reunião no dia 10 de maio com a a Procuradoria do Município para que seja apresentado à Comunidade Drummond um parecer conclusivo sobre a possibilidade de desapropriação do imóvel objeto da ação de reintegração de posse.

Preservação da Serra do Caraça

 Por recomendação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o Departamento Nacional de Política Mineral (DNPM) bloqueou os títulos minerários inseridos na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Santuário do Caraça, localizada nos municípios de Barão de Cocais, Santa Bárbara, Catas Altas, Mariana, Itabirito e Ouro Preto.
De acordo com os promotores de Justiça que expediram a recomendação - Domingos Ventura de Miranda Júnior, da comarca de Santa Bárbara; Carlos Eduardo Ferreira Pinto, coordenador das Promotorias de Defesa do Meio Ambiente das Bacias dos Rios das Velhas e Paraopeba; e Marcos Paulo de Souza Miranda, coordenador da Promotoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico de Minas Gerais - a atividade minerária não é permitida dentro dos limites de uma RPPN.
Por isso, segundo o DNPM, os requerimentos de direitos minerários referentes a essa área serão indeferidos, os títulos minerários existentes serão objeto de ato declaratório de decaimento e aqueles outorgados equivocadamente após a criação da RPPN serão anulados.
A Serra do Caraça, tombada pela Constituição Estadual, tem área de 31.521 hectares, dos quais 11.233 constituem a RPPN. Localizada entre as bacias hidrográficas do São Francisco e do Rio Doce, a área possui importante conjunto histórico e arquitetônico que atrai, anualmente, cerca de 60 mil turistas.

Projeto CANTO & VIOLA

Apresenta

ARNALDO FREITAS

06 de maio – Sexta-feira – 20 horas
SESC LACES/JK – Rua Caetés, 603

Ingresso – 1 kg de alimento não perecível

“Arnaldo Freitas é um virtuose no instrumento e um compositor que aponta para rumos inusitados. O festival Voa Viola premiando o jovem Arnaldo, homenageia esta nova geração de instrumentistas que se encantam com o poder voador da viola. (Roberto Corrêa e Paulo Freire - curadores do festival Voa Viola)”
"Arnaldo Freitas: O violeiro que traz nas cordas de sua viola a alma do sertão" (Tony Gomide - apresentador da rádio Tupi - SãoPaulo - SP)

Arnaldo Freitas nasceu e cresceu no interior de São Paulo, ouvindo a tradicional música raiz brasileira, surgindo assim o interesse pela viola caipira, que começou a aprender, como "autoditada" aos 13 anos de idade. Ao atingir a fase adulta, veio para a capital paulista para se especializar no instrumento e trabalhar na área, como músico e arranjador.
Estudou entre 2006 e 2007 na Universidade Livre de Música, "Centro de Estudos Musicais Tom Jobim", onde aprimorou-se tecnicamente.
Desde 2006, é o violeiro oficial do regional do programa "Viola Minha Viola" da Tv Cultura, apresentado por Inezita Barroso, a rainha do folclore, além de acompanhá-la em shows por todo Brasil.
Arnaldo Freitas ganhou, em Dezembro de 2010, o prêmio de Melhor Instrumentista de Viola no festival “Voa Viola” de viola caipira, patrocinado pela Caixa Econômica Federal, escolhido por júri especializado em MPB e música instrumental, com aproximadamente 400 inscritos de todo Brasil.
Com pegada autêntica e versátil, consegue trazer em sua música a essência de sua vivência em meio à natureza, onde foi criado. Bebendo da fonte do que é ser violeiro, estradas, amores, rios e boiadas são fatores marcantes em sua música.
Prova disso, está em seu primeiro trabalho solo instrumental lançado em 2009, "Divisa das Águas", onde regravou clássicos da nossa música raiz e se destaca também como compositor de algumas faixas.
 Em 2010, aos 30 anos de idade, Arnaldo Freitas é apontado como um dos maiores virtuoses do gênero na atualidade. Esteve recentemente em turnê por Portugal, levando nossa autêntica música raiz ao velho continente. No final de 2010 fez três shows de muito sucesso na Alemanha, no festival “Filme conta música”, onde fazia show de viola caipira após as exibições do documentário “Violeiros do Brasil”, nas cidades de Dusseldorf, Berlim e Colônia.
No repertório do show “Divisa das Águas”, resultado do CD, estão presentes arranjos para sucessos de compositores como Tião Carreiro, Bambico, Teddy Vieira, José Fortuna, Goiá, Mário Zan, Ernesto Nazareth, entre outros, algumas obras autorais, além de releituras para clássicos de Bach, mostrando suas vertentes musicais entre a música erudita, a musica caipira, o choro e o flamenco.
Realização SESC MINAS
Parceria com os produtores Luiz Trópia & Tadeu Martins

Informações – 3272.0150 – 8893.7806 - 8474.2050

De peito aberto Flávio Anselmo revela o melhor do futebol

MISTÃO DO CRUZEIRO CUMPRE TABELA CONTRA O DRAGÃO

Só quem acredita em Papai Noel, em Mula-sem-Cabeça, em promessa de político e nas verdades de alguns cartolas, ou então a macróbia senhora do casarão da Boca do Mato, em Taubaté, Tia Zulmira, personagem do imortal Stanislaw Ponte Preta pra ridicularizar a redentora de 31 de março, pode imaginar que os deuses do futebol protegerão o América-TO na tarde de amanhã. As bolas que seus atacantes chutarem no excelente Fábio irão parar no fundo das redes.
Os chutes e os passes dos azuis serão desviados rumo ao nada. Final do confronto na Arena do Jacaré, Dragão 9, classificada, Raposa 0.
Os torcedores celestes sentarão nos paralelepípedos da avenida do entorno da Arena, estonteados, e chorarão lágrimas de amendoim. Posto que tais histórias sejam meras ficções, a realidade nos convoca. Cruzeiro está na final e neste sábado apenas cumpre tabela,
Ou seja, obriga o TO gastar o pouco de dinheiro que ganhou na partida que levou de 8 a 1, em casa. Houvesse bom-senso nos regulamentos, seria que nem na Copa do Brasil. Jogo de volta eliminado.
A diferença entre Atlético x América, no placar agregado, é que a história diz tratar-se de dois times grandes. Um clássico. Já foi o maior de Minas, quando o Palestra, ou Cruzeiro, se arrastava pelo Barro Preto afora.
Mas a mesma história registra que há anos o Coelho não derrota o Galo por uma diferença de três gols. É o que precisa fazer.
Verdade que ambos têm negado fogo no atual momento deles. Contudo, os alvinegros de Dorival Júnior mostraram na primeira partida que estão mais fortes.
A audiência pública no Senado Federal foi marcada, também, pela divergência entre Clube dos 13 e Rede Globo, e a posição neutra da CBF e do Cade sobre a questão dos contratos de venda de direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro.

O presidente do C13, Fábio Koff, voltou a afirmar que seguiu as determinações do Cade na montagem do processo de licitação, e agora se vê desamparado pelos órgãos reguladores. "Acreditei que estava no caminho certo, seguindo a lei, e o Clube dos 13 ficou no pincel sem escada. Agi como o Cade determinou”.

Pressionado, o presidente do Cade Fernando Furlan afirmou que o órgão não deve regular o mercado, apenas fiscalizar para que as regras de concorrência sejam respeitadas:

"O Cade não é agente regulador, não tem competência para criar normas reguladoras e fiscalizar os cumprimentos dessas normas. Temos que fiscalizar o mercado, para ver se ele está dentro das regras de concorrência”.

A CBF se isentou de qualquer participação no processo de venda dos direitos e na elaboração dos contratos e afirmou apenas organizar o Campeonato Brasileiro. Afirmou o cartola Ricardo Teixeira: "a gente mexe com a organização do campeonato, e sobre esse assunto não temos diretamente nenhuma responsabilidade".

AVALIZO as contratações do América, até agora: o goleiro Neneca, ídolo em Santo André; o beque Anderson, experiente com passagens em grandes times, inclusive no Cruzeiro em 2009.

Tem ainda o Amaral, que estava no futebol japonês (não é aquele velho Amaral), o volante Glauber, da Lusa, bom volante e o garoto Thiago, do São Paulo, lateral esquerdo. Vão melhorar as opções de Mauro Fernandes no Brasileiro.

Juninho Pernambucano foi recebido no Vasco com status de eterno ídolo aos 38 anos. Prometeu não fazer contrato longo e ganhar apenas um salário mínimo. Disse que veio por amor à torcida e por apreço a Roberto Dinamite. Me engana, que gosto!

Enquanto empurra o Santos rumo à decisão paulista e na Libertadores o craque Ganso discute sua saída da Vila Belmiro. O presidente do Peixe sonha em mantê-lo e Ganso sonha em jogar na Itália.

Seus agentes leiloam o meia na Europa. Primeiro se reuniram com o Milan e ouviram as propostas. Depois, atravessaram a rua de Roma e foram ouvir a Internazionale. Querem mais.

Esperam, ainda, uma proposta do Real Madrid e do Manchester United. Ganso descarta o futebol inglês, mas vê com bons olhos formar dupla com Cristiano Ronaldo ou jogar no Barcelona de Lionel Messi.
Até eu que sou mais bobo, gostaria!.

FALCÃO GARCIA, atacante do FC do Porto, artilheiro da Liga Europa com 15 gols, foi decisivo contra o Villareal, na goleada por 5 a 1. Marcou quatro gols em jogo das semifinais do segundo torneio em importância na Europa. Agora, o time português pode perder por três gols de diferença que estará na final a ser disputada em Dublin, na Irlanda.

O FLUMINENSE superou os vexatórios apagões no Engenhão, o mais moderno estádio do Brasil, atualmente, para bater o Libertad, do Paraguai, por 3 a 1. O primeiro atrasou a partida em mais de uma hora. O segundo veio no começo do segundo tempo.

O Tricolor carioca pode perder por um gol de diferença no jogo da volta para ficar com a vaga. Os gols do Tricolor carioca foram de Rafael Moura, Marquinho e Conca. Gamarra marcou para a equipe paraguaia.

O INTERNACIONAL TAMBÉM fez o papel dele. Apesar de não ter rendido em alto nível nesta empatou em 1 a 1 com o Peñarol em Montevidéu. O treinador Falcão gostou e diz que a classificação sairá na Beira Rio no jogo de volta.

Flávio Anselmo

Acesse meu blog

www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com

(Imagem: Paulo Henrique Ganso/Google/Divulgação)

A privatização dos aeroportos e outras maldades da dívida pública

 

              

 Grandes jornais de hoje elogiaram em seus editoriais a privatização de aeroportos, anunciada pelo governo, sob a velha justificativa neoliberal de que o Estado não possui condições de investir ou gerir empresas estatais. Os jornais também defendem que o governo dê atrativos às empresas que adquiram os terminais aeroportuários, ou seja, alta remuneração na forma de tarifas e outras fontes.

Na contramão destes editoriais, o jornal Correio Braziliense mostra a verdadeira história das privatizações: o extraordinário aumento das tarifas, e a queda na qualidade dos serviços.

O argumento de falta de recursos para investimentos públicos é velho conhecido dos brasileiros, já tendo sido utilizado pelos sucessivos governos desde os anos 90 para justificar inúmeras privatizações. Porém, na realidade, a falta de recursos se deve ao pagamento de juros e amortizações de uma questionável dívida.

O Portal G1 noticia a medida do governo para tentar reduzir o preço da gasolina: a Presidente Dilma Rousseff assinou Medida Provisória reduzindo a proporção de álcool na gasolina, na tentativa de que isso reduza o consumo de álcool e faça cair o seu preço. A Medida também dá poderes ao governo de estabelecer metas de produção de álcool pelas usinas.
Sobre este tema, cabe ressaltar que o aumento do preço do álcool se deve ao aumento do preço do açúcar no mercado internacional - em meio à crise alimentar - que estimula os usineiros a produzirem este produto ao invés do álcool. Tal situação ocorre pois o modelo primário-exportador brasileiro não admite sequer discutir o fim das atuais isenções de tributos para a exportação, para não colocar em risco o pagamento da dívida externa e o acúmulo de reservas internacionais, que compra a confiança dos investidores estrangeiros nos títulos das dívidas externa e interna brasileiras.

Caso este “dogma” fosse revisto, seria possível instituir um imposto sobre as exportações de açúcar, de modo a desestimular os usineiros a priorizarem a produção deste produto em detrimento do álcool.

Além do mais, outras medidas bem mais eficazes poderiam ser tomadas pelo governo, tais como a redução dos lucros da Petrobrás distribuídos a seus acionistas, que em 2009 chegaram a R$ 15,4 bilhões, valor este que seria suficiente para subsidiar em nada menos que 50 centavos cada um dos 29,8 bilhões de litros de gasolina automotiva (“Gasolina C”) consumidos no país em 2010. Porém, o governo federal precisa receber os dividendos da Petrobrás para pagar a dívida pública.

Outra política seria a redução drástica dos tributos que significam a maior parte do preço dos combustíveis. Porém, os estados e o governo federal também precisam destas receitas para garantir o pagamento da dívida pública.

Por fim, cabe também comentar sobre a necessidade de se investir em transporte coletivo, e em fontes alternativas de energia. Mas isso também não é possível sem enfrentar o problema do endividamento.

Sob nova direção

Correio Braziliense - 28/04/2011


 

 

Palestra sobre palestinos

A quem pertence o legado de Luiz Carlos Prestes?


Luiz Carlos Prestes (imagem de Daniel de Andrade Simões/Divulgação)

Anita Leocadia Prestes (*)

DE QUEM É O LEGADO?

Não resta dúvida de que no Brasil Luiz Carlos Prestes tornou-se a expressão máxima da luta revolucionária pelo socialismo e o comunismo, pelas liberdades democráticas e pela emancipação nacional, o que é reconhecido até mesmo pelos seus adversários.
Passados mais de vinte anos do seu desaparecimento, presenciamos uma intensa disputa por seu legado e por sua herança política entre distintos partidos e entidades de diversos tipos, o que vem confirmar, mais uma vez, a importância do Cavaleiro da Esperança na História do Brasil.
Cabe lembrar, entretanto, que Luiz Carlos Prestes foi acima de tudo um revolucionário, cuja vida dedicou à pugna pela formação de um partido revolucionário, que efetivamente viesse a contribuir para a revolução em nosso país, entendida como a conquista do poder político pelas forças revolucionárias, empenhadas em acabar com a exploração do homem pelo homem e construir uma sociedade socialista, que preparasse as condições para a passagem ao comunismo.
Para Prestes, a realização de reformas sociais deveria constituir apenas os possíveis degraus no caminho para a revolução, ou seja, jamais seria a meta final, apenas um meio para alcançar os objetivos revolucionários.
Não obstante os erros políticos cometidos pelo PCB, enquanto Prestes foi seu secretário-geral - erros por ele reconhecidos e pelos quais sempre assumiu a responsabilidade máxima -, toda sua trajetória à frente dos comunistas brasileiros foi dedicada ao permanente combate às tendências reformistas e de capitulação diante do inimigo de classe.
Eis a razão por que as classes dominantes continuam a combater a figura de Luiz Carlos Prestes seja através de repetidas calúnias seja através do silêncio. Mesmo após 20 anos do seu desaparecimento, seu legado as continua a incomodar pelo seu caráter questionador e revolucionário.
Em 1980, Prestes rompia com a direção do PCB lançando sua hoje célebre “Carta aos Comunistas”, em que denunciava o abandono do compromisso com a revolução da maioria dos então dirigentes do partido. Após ter tentado, durante anos e sem êxito, vencer as tendências reformistas cada vez mais presentes seja nos documentos seja na prática do PCB, Luiz Carlos Prestes, num gesto de extrema coragem, afastava-se daquela direção, à qual não mais se dispunha a emprestar seu aval de reconhecido revolucionário.
Da mesma maneira como em 1980, quando denunciou de público o reformismo do PCB, Prestes hoje não estaria de acordo com aqueles que, em palavras reverenciando sua memória e proclamando-se socialistas, na prática conduzem os trabalhadores para o beco sem saída de uma política de caráter neoliberal e reformista, de uma política de manipulação das massas populares, de distribuição de migalhas para garantir o domínio do grande capital, para garantir os interesses dos grandes proprietários de terras.
Prestes jamais aceitaria as homenagens do presidente de um partido (o PCdoB), em ato comemorativo realizado em 25/03/2011, que, ao mesmo tempo, defende no Congresso Nacional os interesses dos proprietários de terras.
Todos que militaram junto a Prestes sabem que, nas circunstâncias atuais, ele estaria solidário, como sempre esteve, com as lutas pela reforma agrária, bastando consultar seus discursos, quando senador da República, para comprová-lo.
Por mais disputada que seja a herança do Cavaleiro da Esperança por toda sorte de reformistas e aproveitadores, empenhados em utilizar-se do seu prestígio junto às massas populares para melhor enganá-las, será a prática, conforme sempre postularam os pais fundadores do marxismo, que mostrará a quem irá pertencer o legado revolucionário de Luiz Carlos Prestes. Da mesma forma como o legado de José Marti pertence hoje aos homens e mulheres que fizeram a revolução em Cuba, o legado de Prestes pertencerá aos brasileiros e às brasileiras que realizarão a revolução brasileira.

*Anita Leocadia Prestes é professora do Programa de Pós-graduação em História Comparada da UFRJ e presidente do Instituto Luiz Carlos Prestes.

(Publicado em Brasil de Fato, nº 425, 21 a 27/04/2011)

Caravana da Anistia na ABI

Neste sábado (30), a cidade do Rio de Janeiro recebe a 49ª Caravana da Anistia – atividade itinerante da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça que analisa e julga processos de ex-perseguidos políticos. Participam da cerimônia de abertura, às 14h30, na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o presidente da Comissão de Anistia da Pasta, Paulo Abrão (foto).
Em parceria com a Associação Brasileira de Imprensa, o evento integra as comemorações dos dez anos da Comissão de Anistia e os três anos das caravanas que já percorreram quase todo o país.
A caravana do Rio de Janeiro julgará sete processos de ex-presos e perseguidos políticos. São jornalistas, advogados, professores e servidores públicos que lutaram pela democracia no Brasil e contra o regime militar (1964-1985).
Além da solenidade de abertura e da sessão especial de julgamento, a 49ª Caravana da Anistia ainda irá homenagear o brigadeiro Rui Moreira Lima. Piloto militar de caça brasileiro e um dos três únicos caçadores veteranos da participação brasileira na Segunda Guerra Mundial ainda vivos. Com 92 anos, Moreira Lima é autor de dois livros - Senta a Pua e O Diário de Guerra.
Até março de 2011, mais de 16 mil pessoas acompanharam as 48 edições do projeto. Cerca de mil requerimentos já foram julgados durante as sessões.
Conheça os processos que serão julgados durante a 49ª Caravana:
Mauro de Moraes – integrou o Exército Brasileiro e foi excluído do serviço ativo por motivação política.
Rogério Medeiros - jornalista. Respondeu a Inquérito Policial Militar (IPM) e foi demitido por perseguição política.
Sérgio de Souza Bizzi – advogado, escriturário. Foi preso durante a greve dos Bancários em 1979. Perdeu o emprego ao ser preso.
Fanny Tabak – professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ). Foi presa inúmeras vezes desde 1948. Atualmente está com 89 anos.
Carlos Augusto Costa Rodrigues - filho de perseguido político exilado. Foi preso pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS/Guanabara).
Rosa Maria Silva de Souza - servidora pública do Instituto Nacional da Previdência Social (INPS). Foi presa e torturada no quartel do Destacamento de Operações de Informações / Centro de Operações de Defesa Interna (DOI/CODI). Respondeu processo na Justiça Militar.
Arnaldo Vieira de Mello – diplomata. Ingressou na carreira em 1943 e foi cassado em 1969 na mesma ocasião que outros 12 diplomatas tiveram aposentadoria compulsória por meio do Ato Institucional nº 5 (AI 5).
Local: Associação Brasileira de Imprensa (ABI) - Auditório Oscar Guanabarino.
Endereço: Rua Araújo Porto Alegre, nº 71 - Centro - Rio de Janeiro (RJ).

Casamento real


A esposa do príncipe William passará a ser conhecida como Sua Alteza Real, a duquesa de Cambridge, e não princesa como muitos imaginavam.
Estima-se, entretanto, que ela venha a ser chamada pelo público de princesa Kate ou princesa Catherine, desafiando o protocolo oficial.
Kate não nasceu dentro da realeza, e portanto não tem direito ao título de princesa. Ela ganhou o título de duquesa de Cambridge após o marido, o príncipe William, ter recebido o título de duque de Cambridge na manhã desta sexta-feira de sua avó, a rainha Elizabeth 2ª, poucas horas antes do casamento.
Segundo analistas da realeza, o título de duque de Cambridge seria um sinal de que a rainha tem William em alta estima. O título é diretamente ligado à cidade universitária de Cambridge, um dos principais símbolos internacionais de prestígio da Grã-Bretanha.
A história do Ducado de Cambridge remete aos tempos medievais, e há 300 anos está associada à monarquia. Em 1707, George Augustus, que mais tarde ganhou o título de rei George 2º, ganhou o título de duque de Cambridge.
O ducado foi interrompido quando ele ascendeu ao trono, em 1727, mas foi recriado em 1801.
Os títulos nobiliárquicos britânicos incluem duque, marquês, conde, visconde e barão, em ordem de importância.
Títulos podem ser criados ou ser extintos, na eventualidade de o dono do título ascender ao trono, ou morrer sem deixar herdeiros legítimos.
O título de duque é o mais alto da hierarquia da nobreza britânica, somente abaixo de reis e príncipes.
William também recebeu outros dois títulos menores, o de conde de Strathearn e de barão de Carrickfergus.
O anúncio, feito em um comunicado pelo palácio de Buckingham na manhã desta sexta-feira, encerra uma das principais especulações da mídia antes do casamento, sobre se Kate Middleton adotaria ou não o título de princesa após o enlace.
Segundo a tradição do trono britânico, os homens da realeza recebem um título de nobreza na manhã de seu casamento. Cabe ao monarca da ocasião escolher o título.
O pai de William, o príncipe Charles, primeiro na linha de sucessão ao trono britânico, foi nomeado pela mãe príncipe de Gales no dia de seu casamento com Diana, que se tornou a princesa de Gales, em 1981.(Com a BBCBrasil/AP/Google/Divulgação)


Centenas de moradores do Bairro Carlos Drummond, Itabira - MG, marcharam pelas principais ruas da cidade na segunda-feira, dia 25/04, para protestar contra o despejo iminente.
As mais de 300 famílias que vivem na comunidade há 11 anos receberam ordem do Juízo da 1ª Vara Cível da Comarca de Itabira para deixarem suas casas até o próximo dia 2 de Maio, segunda-feira. O juiz convocou ainda todos os Oficiais de Justiça da Comarca para o cumprimento da ordem com uso de força policial.
A população saiu do Bairro Drummond em direção à Prefeitura e, antes mesmo de chegar ao seu destino, recebeu a notícia de que o prefeito João Izael aguardava para receber uma comissão de representantes da comunidade, juntamente com o bispo da Diocese de Itabira-Coronel Fabriciano.
Na reunião, os representantes do Bairro Drummond cobraram do prefeito de Itabira que sejam tomadas medidas concretas para impedir o desalojamento forçado e que seja aberto o processo de negociação. Exigiu-se do Prefeito, dentre outras coisas, que o terreno seja imediatamente declarado de utilidade para fins de desapropriação, que o Município ingresse nos autos da Ação de Reintegração de Posse visando à suspensão da ordem judicial e que seja realizada reunião urgente com o Comando da Polícia Militar.
O prefeito comprometeu-se a buscar uma solução que não ofenda o direito das famílias, porém não assumiu nenhuma medida concreta imediata, apenas criou uma comissão integrada pelo Procurador do Município, pela Secretária de Ação Social e representantes da Comunidade para estudar o caso e apresentar propostas.
Desse modo, a população da comunidade que leva o nome do grande poeta itabirano segue em luta, fortalecendo o processo de organização e consciência para resistir contra a intolerância dos poderosos.
Na próxima quinta-feira, dia 28/04, às 14:00 horas, no Sindicato dos Rodoviários (Av. Daniel Jardim Grizolia, nº. 120 - Itabira), seria realizada Audiência Pública, convocada pela Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, para tratar da grave situação do Bairro Drummond.
Veja a carta distribuída para mais de 10 mil pessoas explicando com mais detalhes o conflito social que envolve o Bairro Drummond.

Porque o despejo das 300 famílias da Comunidade Carlos Drumond é ilegal, injusto e imoral:
1. A área ocupada descumpria a função social da propriedade prevista na Constituição, art. 5º, inc. XXIII;

2. Quando as famílias entraram no terreno não havia posse anterior exercida pelos proprietários para justificar a ordem de Reintegração de Posse contra as famílias do Bairro Drummond;

3. O processo de Reintegração de Posse, que tramitou mais de 10 anos na Justiça, possui inúmeras nulidades processuais;

4. A ordem dada pelo Juiz não delimita a área a ser reintegrada e isso é um dos pressupostos legais para o cumprimento da ordem;

5. A ordem de despejo também não diz nada a respeito do destino das mais de 300 famílias que estão em via de ser despejadas;

6. A dignidade da pessoa humana e o direito à moradia estão acima dos interesses dos supostos proprietários que jamais deram qualquer destinação econômica ou social ao terreno;

7. A Constituição e a legislação brasileira, a exemplo da Lei nº. 10.257/01 (Estatuto das Cidades) e da Lei nº 11.977/09 (Minha Casa, Minha Vida), prevêem vários instrumentos jurídicos que podem ser utilizados pelo Poder Público para solucionar dignamente o conflito;

8. O despejo forçado sem alternativas de reassentamento digno ou indenização ofende inúmeros tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil é país signatário;

9. O despejo forçado com uso de força policial vai gerar violência e colocar em risco a integridade física das centenas de famílias que estão dispostas a resistir por suas casas humildemente construídas há mais de 10 anos;

10. O despejo não é a solução, pois não enfrenta o grave problema habitacional que a cidade de Itabira vive atualmente.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

MST leva revindicações ao governador

                                   
O MST de Minas Gerais se reuniu nesta tarde, 28/04, com o governador do Estado, Antonio Anastasia. As negociações resultam do processo de mobilização realizado na capital desde segunda-feira, quando  iniciou o acampamento do MST em frente à Assembleia Legislativa.
 “O governo demotucano Aécio/Anastasia nunca havia se reunido com os movimentos sociais antes. A Jornada de Lutas do MST procura pautar todas esferas de governo do estado e federal, a fim de estabelecer uma agenda que produza avanços na pauta da Reforma Agrária”, diz Silvio Neto, do MST. Além do governador, estiveram presentes os Secretários de Meio Ambiente, o de Regularizacao Fundiária, o Presidente da Rural Minas, um representante do Incra nacional, o presidente da comissão de direitos humanos da OAB-MG e 11 dirigentes do MST-MG.
O governador se comprometeu em investir na melhoria das condições de infra-estrutura dos assentamentos e para isto autorizou o presidente da Rural Minas a comprar uma nova patrulha motorizada, com tratores, retroescavadeiras e patrolas, para atuar especificamente nos assentamentos rurais. O órgão, ligado a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, até então, sempre destinou suas maquinas ao agronegócio, e nunca havia entrado em nenhuma área do MST.
Também foram bem recebidas as reivindicações do MST para que haja agilidade aos órgãos ambientais do Estado. Segundo Neto, “o governador se comprometeu com a assinatura de um decreto executivo, regulamentando a interpretação dos assentamentos como áreas de interesse social, para superar as dificuldades em conseguir licensas para implementação de áreas produtivas por parte das famílias assentadas”.
No tocante a obtenção de terras, o governo do Estado e o Incra Nacional sinalizaram compromisso de firmar convênios pelos quais possa haver a desapropriação de quatro áreas de acampamento do MST, para as quais há impedimentos jurídicos para o Incra.
O governo estadual decretaria a desapropriação pela lei 4.132 e o órgão federal disponibilizaria os recursos para a indenização das áreas. Segundo Carlos Eduardo, diretor de obtenção do Incra, “já existem experiências semelhantes em outros estados e a medida pode e deve ser utilizada em casos como os que foram apresentados.
Com a mobilização desta semana, e as audiências realizadas, os trabalhadores rurais sem-terra agora esperam a concretização dos compromissos assumidos, pelas duas esferas de governanca, de forma a avançar a reforma agrária no Estado de Minas Gerais. “Com uma agenda positiva estabelecida, vamos cobrar os compromissos firmados”, diz Mareli Zacarias, da coordenação estadual do MST. “Porem, se as ações prometidas pelo governo e Incra não se concretizarem, o processo de mobilização tende a se intensificar”.

 

3º Encontro dos Movimentos Sociais de Minas Gerais

                            
1 – Apresentação:

“Minas não quer CHOQUE, quer TERRA, TRABALHO e EDUCAÇÃO!”. Essa é a palavra de ordem dos Movimentos Sociais que denunciam o projeto político do governo de Minas, que privilegia o lucro das grandes empresas e reprime os/as trabalhadores/as que exigem seus direitos básicos, como moradia, melhores condições de trabalho e ensino público de qualidade.

Nesse sentido, os Movimentos Sociais de Minas Gerais, unidos pelo desejo de mudança da sociedade, convidam todo o povo mineiro a participar do 3º Encontro dos Movimentos Sociais de Minas Gerais.

Venha construir o Projeto Popular para o Brasil, dia 30/4 a 2/5, na Praça da ALMG, Belo Horizonte (Av. Olegário Maciel/Av. Álvares Cabral).

2 – Agenda Geral:

Acampamento dos movimentos sociais: 25 a 29/04/2011, na Praça da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

II Encontro Internacional dos Atingidos pela Vale: 25 a 29/04/2011, em Sarzedo.

Audiência pública, dia 27/04/2011, às 13h30, na Câmara Municipal. Tema: + UMEIS + Valorização dos profissionais = Educação Infantil de qualidade.

Dia internacional em memória das vítimas por acidente de trabalho: 28/04/2011, quinta-feira, às 09h00, na Praça Sete. Participação de todas as centrais sindicais e movimentos populares.

Audiência pública contra acidentes de trabalho e uso abusivo de agrotóxico: 29/04/2011, sexta-feira, às 10h00, na Assembléia Legislativa de Minas Gerais.

Audiência pública contra os impactos sociais da mineração: 29/04/2011, sexta-feira, às 10h00, na Assembléia Legislativa de Minas Gerais.

3º Encontro dos Movimentos Sociais, de 30/04 e 01/05/2011, das 08h00 às 22h00, na Praça da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

Marchas rumo à Praça Sete, ato público contra acidentes de trabalho e uso abusivo de agrotóxico, 10h00, dia 02/05/2011.

3 – Programação do 3º Encontro (30/4, 1/5 a 2/5):

30/04 – Sábado

8h – Chegada e credenciamento

9h - Conjuntura de Minas e do Brasil

14 - Acesso a terra: a conjuntura da reforma agrária e urbana em Minas

20h - Duelo de MC´s e show com Pereira da Viola e Violeiros

01/05 - Domingo

8h - As lutas no mundo trabalho: redução da jornada de trabalho, piso salarial regional, terceirizações e educação infantil

13h - Hip Hop

14n - A luta das tarifas públicas: energia, transporte, gás e água

19h - Companhia de teatro ZAP18

20h30 - Plenária de mulheres: a luta por educação infantil em Minas

02/05-Segunda-feira

8h Criminalização da pobreza e dos movimentos sociais

10h ato público Praça 07

4 – Alojamento, o que levar?

O alojamento do 3º Encontro será no Colégio Marconi (30/4 a 02/5), que fica na Avenida do Contorno 8476, em Belo Horizonte. O alojamento será no ginásio esportivo. que possui estrutura para banho. O Colégio fica a poucos minutos de caminhada da Praça da ALMG.

Lembramos que os participantes devem levar: colchonete, roupa de cama, cobertores, materiais de higiene pessoal, prato, talher e caneca.

5 – Local da Plenária do encontro

As atividades de formação e as apresentações culturais acontecerão na Praça da Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que fica na Avenida Olegário Maciel com Avenida Álvares Cabral, em Belo Horizonte.

6 – Contribuição para o 3º Encontro

Para garantirmos a estrutura do encontro solicitamos aos participantes uma contribuição simbólica de R$ 5,00. Essa contribuição deverá ser repassada para secretaria do encontro, durante o credenciamento ou nos intervalos da Plenária. A contribuição é facultativa.

7 – Comunicação: participe e ajuda a divulgar!

Ajude a divulgar o 3º Encontro, repassando o endereço eletrônico, as notícias, ou mesmo, distribuindo os panfletos e cartazes.

Solicitamos, ainda, que as organizações levem suas bandeiras e símbolos para o encontro e ato público.

8 – Outras informações

Para maiores informações, acompanhe nosso site: http://encontro.debh.com.br/.

O que acontece no Futebol, com Flávio Anselmo



 Flávio Anselmo revela os bastidores da luta pela transmissão via TV das partidas de futebol , verdadeiras jogadas de mestres e dos lobbies



CRUZEIRO, O PRIMEIRO BRASILEIRO A VENCER EM MANIZALES.

O CRUZEIRO ESTEVE LONGE DE SER o time que tem encantado na Copa Libertadores, mas ainda assim manteve-se invicto na competição. Os azuis venceram o Once Caldas por 2 a 1 no Estádio Palogrande, em Manizales, na Colômbia, e saiu em vantagem nas oitavas de final.

O goleiro Fábio, autor de defesas salvadoras, foi o herói na defesa. Cuca demorou a tirar Brandão e quando o fez colocou outro herói em campo: Ortigoza entrou no segundo tempo, deu uma assistência para Wallyson marcar seu sétimo gol no torneio ao abrir o placar; depois o paraguaio marcou um golaço de cobertura.
Os colombianos descontaram no fim, com Núñez. Na próxima quarta-feira, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, o Cruzeiro poderá perder por 1 a 0, que ainda assim estará nas quartas de final do torneio continental.

O triunfo do Cruzeiro sobre o Once Caldas na Colômbia, por 2 a 1, representou a primeira derrota dos colombianos para um clube brasileiro dentro de casa, em Copas Libertadores. Até então, a equipe de Manizales havia enfrentado times do Brasil por quatro vezes pela maior competição do continente, com quatro vitórias.

NA QUARTA DA COPA DO BRASIL: Em São Januário enquanto o presidente Roberto Dinamite apresentava o novo reforço do Vasco, Juninho Pernambucano, no gramado o time se arrastava e empatava em 0 a 0 com o Náutico na Copa do Brasil. Os vascaínos passaram pra outra fase.

O São Paulo repetiu o placar de Goiânia e bateu no Goiás, que perdeu o goleiro Harley com uma contusão séria no joelho. Dagoberto repetiu o feito do Serra Dourada e classificou os sãopaulinos. O Flamengo não teve dificuldades pra vencer o Horizonte por 3 a 0 e classificou-se, também. Outro que segue em frente: o Ceará que fez 2 a 1 no Prudente.

VOU CONTAR PRA VOCÊ a história de como se discutiu a questão dos direitos de transmissão do Brasileiro no Senado federal. Evandro Guimarães, representante da Rede Globo, minimizou a participação da RedeTV!

Na discussão sobre a compra dos direitos de transmissão por televisão do Campeonato Brasileiro, na audiência pública desta quarta-feira no Senado Federal, em Brasília. Também explicou seus motivos de desistir em participar da licitação organizada pelo Clube dos 13.

O global ignorou de propósito a RedeTV ao afirmar que "Não havia nenhuma segurança do ponto de vista jurídico para que redes do tamanho, do porte da TV Globo, da Record e da Bandeirantes participassem da licitação do Clube dos 13. À época, não havia consenso quanto ao aspecto jurídico".

A não citação da RedeTV!, participante única e, consequentemente, vencedora da licitação, não foi mero esquecimento. Foi mais que proposital e veio logo após o representante do canal paulista, Kalled Edjail Adib, ter dito com todas as letras que não concordava com a prática da rival.

A Globo, após tomar conhecimento da proposta de R$ 1,548 bilhão por três anos de Nacional feita pela RedeTV!, passou a negociar de forma direta e independente com os clubes e, oficialmente, já acertou com 14 deles.

A RedeTV acusou: "A partir do momento que eu sei quanto foi a proposta, não posso fazer oferta. Isso é abuso de poder econômico".

Depois escolheu alguém menor pra brigar com ela: a audiência pública teve um dos seus momentos mais efervescentes já próxima do fim, quando os representantes da RedeTV! e da Band deixaram o comportamento protocolar de lado:

"Como era claro no edital, se pedia garantia bancária para o valor total da oferta vencedora. E a proposta da RedeTV! não trouxe esta garantia bancária. Então, é algo que se precisaria ser verificado", afirmou José Carlos Silveira, da Band.

O representante da RedeTV! subiu o tom em relação ao que se verificava até então. "A garantia que nós demos foi a garantia dos contratos publicitários. A Bandeirantes sequer participou das reuniões", rebateu Kalled Edjail Adib.

Não satisfeito com a colocação inicial, José Carlos Silveira, da Band, voltou a cutucar a emissora concorrente quando foi chamado a dar sua palavra final. "Caso a RedeTV! venha a ser transmissora do Brasileiro, como tanto defende o Khalled, por ser a vencedora da licitação, eu gostaria de dizer que os termos do edital não foram atendidos".

A audiência pública no Senado Federal foi marcada, também, pela divergência entre Clube dos 13 e Rede Globo, e a posição neutra da CBF e do Cade sobre a questão dos contratos de venda de direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro.

O presidente do C13, Fábio Koff, voltou a afirmar que seguiu as determinações do Cade na montagem do processo de licitação, e agora se vê desamparado pelos órgãos reguladores. "Acreditei que estava no caminho certo, seguindo a lei, e o Clube dos 13 ficou no pincel sem escada. Agi como o Cade determinou”.

Pressionado, o presidente do Cade, Fernando Furlan, afirmou que o órgão não deve regular o mercado, apenas fiscalizar para que as regras de concorrência sejam respeitadas: "O Cade não é agente regulador, não tem competência para criar normas reguladoras e fiscalizar os cumprimentos dessas normas. Temos que fiscalizar o mercado, para ver se ele está dentro das regras de concorrência”.

A CBF se isentou de qualquer participação no processo de venda dos direitos e na elaboração dos contratos e afirmou apenas organizar o Campeonato Brasileiro. Afirmou o cartola Ricardo Teixeira: "a gente mexe com a organização do campeonato, e sobre esse assunto não temos diretamente nenhuma responsabilidade".

A propósito do assunto recebi a excelente contribuição do leitor José Antônio-BH:
“Sobre o Clube dos 13, que na realidade são 20, tem como presidente Fábio Koff desde 1996. Portanto, já está no poder por quase duas décadas, cujo perfil é muito parecido com o do presidente da CBF”.

“Fica a pergunta: o que este senhor fez para o crescimento do futebol brasileiro? Parece-me, que o interesse dele é somente o salário de 50 mil mensais; segundo noticiado pela imprensa esportiva de S.Paulo”.
“Fábio Koff deixou passar uma excelente oportunidade de entrar para a história do nosso futebol como empreendedor compromissado com o futebol, se tivesse lutado por um canal de TV, na década de 90”.

“Lutar para gerar as imagens dos jogos e vender para as emissoras que se interessassem em transmitir o evento. Se isto tivesse acontecido o futebol brasileiro hoje estaria no mesmo nível do futebol europeu, e consequentemente diminuindo o êxodo dos nossos melhores jogadores, cujos clubes que os revelam não tem condições de competir com o futebol internacional”.

“Mas, por falta de concorrência a Rede Globo continua crescendo porque paga aos clubes o que ela quer pagar. Não restando aos clubes alternativa a não ser assinar com a emissora”.

‘“Segundo Alexandre Kalil vai passar a decisão para o Conselho Fiscal do Atlético”. Até agora ainda faltam assinar, também, Internacional, São Paulo, Atlético Paranaense. Quem sabe estes clubes que estão entre os 10 maiores do Brasil, resolvam adquirir um canal de TV e desbanquem a Vênus Prateada. “Fica ai a sugestão para o Urso Bravo”.


“Exemplo de uma ação bem sucedida que transformou uma corrida de automóveis como o maior evento esportivo do mundo, quiçá mais rentável que a Copa do Mundo, através da geração do Vídeo e áudio e venda do evento para as principais emissoras de TV, do planeta terra. Refiro-me a Bernie Ecclestone O mago da Fórmula 1”.

Flávio Anselmo

Acesse meu blog

www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com