quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

51 anos da Revolução Cubana






















Começo de ano é muito mais que votos de feliz ano novo, de boas festas. É tempo de comemoração. Afinal são 51 anos da Revolução Cubana, um caminho novo em termos de regime na América Latina.Um exemplo de persistência. De amor ao povo. De conquistas para os trabalhadore. E,sobretudo, de esperança para o mundo.

(Veja o site pcb@pcb.org.br.



E aqui uma lembrança do Dia do Educador, em Cuba.



(Colaboração do professor brasileiro Daniel de Oliveira/Cubadebates) A imagem de abeertura é do jornal Juventud Rebelde/Divulgação
/



Menino contra golpe em Honduras

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Comboios humanitários


Carta a Embaixada do Egito

São Paulo, 29 de dezembro de 2009

Ao: Exmo. Embaixador do Egito no Brasil
Embaixador Dr. Ahmed Hassan Ibrahim Darwish
Tel. (61) 3323-8800, Fax (61) 3323-1039, e-mail: http://mail.google.com/mail/h/qvlxy68lzkzx/?v=b&cs=wh&to=embegito@opengate.com.br
CC:
Cônsul Ministra Plenipotenciária Amany Mohamed Kamal El Etr
Tel. (21) 2554-6664/6318, Fax (21) 2552-8997
Ministro Plenipotenciário Comercial Mahmoud Murad Hassan Mazhar
Tel. (11) 3284-8184, Fax (11) 3283-5187, e-mail:
http://br.mc562.mail.yahoo.com/mc/compose?to=emb.egito@sti.com.br

Senhor Embaixador,
Dirigimo-nos ao Exmo. Embaixador para expressar nossa preocupação e solicitar sua
colaboração para que os comboios de ajuda humanitária internacional Viva Palestina e Marcha
pela Liberdade de Gaza possam chegar ao cruzamento de Rafah, e que, dali, não sofram
empecilhos por parte das autoridades egípcias para ingressar na Faixa de Gaza.
Os comboios da iniciativa Viva Palestina e da Marcha pela Liberdade de Gaza são
formados por aproximadamente 2200 cidadãos de mais de 42 países, reunidos em uma missão
humanitária e de solidariedade internacional. Juntos levam mais de 200 veículos com
medicamentos urgentes para o tratamento da população de Gaza.
O Relator Especial da ONU para a Palestina, Richard Falk, afirmou em 18 de dezembro
deste ano:
“Duas prioridades urgentes devem ser mencionadas nesse infeliz aniversário: primeiro,
os aliados de Israel devem exigir que Israel termine imediatamente seu bloqueio ilegal à Faixa
de Gaza, atrelando o não cumprimento dessa exigência à aplicação de sansões econômicas.
Segundo, que as recomendações do Relatório Goldstone (…) sejam rápida e plenamente
implementadas .”
Contamos com a compreensão do governo egípcio e com sua colaboração nessa missão
humanitária internacional de máxima urgência.
Atenciosamente,

FRENTE DE DEFESA DO POVO PALESTINO
Abib - Associação Beneficente Islâmica do Brasil
Adims - Associação dos docentes do Instituto Metodista de Ensino Superior
Afubesp - Associação dos Funcionários do Banespa
Apta - Associação para Prevenção e Tratamento da Aids
Apeoesp - Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo
Associação Islâmica de São Paulo
Caal - Centro Alceu Amoroso Lima para a Liberdade
Cebrapaz - Centro Brasileiro de Solidariedade e Luta pela Paz
Centro Cultural Árabe-Sírio
CMI - Centro de Mídia Independente
CMS - Coordenação dos Movimentos Sociais
Comitê Catarinense de Solidariedade ao Povo Palestino
Comitê de Solidariedade a Cuba
Comitê de Solidariedade aos Povos Árabes
Conam - Confederação Nacional das Associações de Moradores
Conlutas - Coordenação Nacional de Lutas
Conselho Mundial da Paz
Coplac - Confederação Palestina da América Latina e Caribe
Conselho Superior dos Teólogos Muçulmanos do Brasil
CPT - Comissão Pastoral da Terra
CTB - Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil
CUT - Central Única dos Trabalhadores
Elac - Encontro Latino Americano e Caribenho de Trabalhadores
Evangélicos pela Justiça
Facesp - Federação das Associações Comunitárias do Estado de São Paulo
FDIM – Frente Democrática Internacional das Mulheres
Fearab-SP - Federação das Entidades Árabe-Brasileiras de São Paulo
Fearab/Américas
Fepal - Federação Palestina do Brasil
Fórum Paulista LBGT
Instituto Jerusalém do Brasil
ICArabe - Instituto da Cultura Árabe
Igreja Ortodoxa Antioquina do Brasil
Igreja Presbiteriana
Instituto Futuro
Intersindical
Jornal Al Baian
Jornal "Hora do Povo"
Juventude do Partido dos Trabalhadores
Juventude Novos Palmares
Juventude Revolução - IRJ
LER-QI - Liga Estratégia Revolucionária
Liga da Juventude Islâmica
Marcha Mundial de Mulheres
Margem Esquerda
Movimento pelo Passe Livre
MLT - Movimento de Luta pela Terra
MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
MTST – Movimento dos Trabalhadores Sem Teto
Mopat - Movimento Palestina para Todos
Mulheres pela P@z
ONG CTA/Projeto Bece - Bolsa Brasileira de Commodities Ambientais
PCdoB - Partido Comunista do Brasil
PSTU - Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado
Portal Vermelho
PSOL – Partido Socialismo e Liberdade
Rede para Difusão da Cultura Árabe-Brasileira Samba do Ventre
Revolutas
Sinpro-ABC - Sindicato dos Professores do ABC
Sinsesp - Sindicato dos Sociólogos do Estado de São Paulo
SBM - Sociedade Beneficente Muçulmana
Sociedade de Preservação do Patrimonio Cultural e do Meio Ambiente Memória Viva, de
Sorocaba-SP
Sociedade Islâmica de Jundiaí
Sociedade Beneficente Muçulmana de Santo Amaro
Sociedade Palestina de São Paulo
União Nacional Islâmica
PCB - Partido Comunista Brasileiro
UJC - União da Juventude Comunista
UBM - União Brasileira de Mulheres
Ujaal - União da Juventude Árabe para a América Latina
Unegro - União de Negros pela Igualdade
UNI - União Nacional de Entidades Islâmicas
Uemb - União dos Estudantes Muçulmanos do Brasil
UNE - União Nacional dos Estudantes
Ubes - União Brasileira de Estudantes Secundaristas
Upes - União Paulista dos Estudantes Secundaristas
DCE da USP - Universidade de São Paulo
UJS - União da Juventude Socialista

Crise política de fim de ano


Uma séria crise política, talvez a maior vivida pelo atual governo, estourou na véspera do Natal. O tema foi abordado com muita propriedade pelo O Estado de S.Paulo em sua manchete de quarta-feira, 30 de dezembro com matérias assinadas por Christiane Samarco e Eugênia Lopes. Vamos a um trecho do trabalho:

"A terceira versão do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que propõe a criação de uma comissão especial para revogar a Lei de Anistia de 1979, provocou uma crise militar na véspera do Natal e levou o ministro da Defesa, Nelson Jobim, a escrever uma carta de demissão e a procurar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 22, na Base Aérea de Brasília, para entregar o cargo. Solidários a Jobim, os três comandantes das Forças Armadas (Exército, Aeronáutica e Marinha) decidiram que também deixariam os cargos, se a saída de Jobim fosse consumada.

Na avaliação dos militares e do ministro Jobim, o PNDH-3, proposto pelo ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria de Direitos Humanos, e lançado no dia 21 passado, tem trechos "revanchistas e provocativos". Ao final de três dias de tensão, o presidente da República e o ministro da Defesa fizeram um acordo político: não se reescreve o texto do programa, mas as propostas da lei a serem enviadas ao Congresso não afrontarão as Forças Armadas e, se for preciso, a base governista será mobilizada para não aprovar textos de caráter revanchista.

Os comandantes militares transformaram Jobim em fiador desse acordo, mas disseram que a manutenção da Lei de Anistia é "ponto de honra". As Forças Armadas tratam com "naturalidade institucional" o fato de os benefícios da lei e sua amplitude estarem hoje sob análise do Supremo Tribunal Federal - isso é decorrente de um processo legal que foi aberto na Justiça Federal de São Paulo contra os ex-coronéis e torturadores Carlos Alberto Brilhante Ustra e Audir Santos Maciel.

Além da proposta para revogar a Lei de Anistia, que está na diretriz que fala em acabar com "as leis remanescentes do período 1964-1985 que sejam contrárias à garantia dos Direitos Humanos", outro ponto irritou os militares e, em especial, o ministro Jobim. Ele reclamou com Lula da quebra do "acordo tácito" para que os textos do PNDH-3 citassem as Forças Armadas e os movimentos civis da esquerda armada de oposição ao regime militar como alvos de possíveis processos "para examinar as violações de direitos humanos praticadas no contexto da repressão política no período 1964-1985". (Trecho transcrito da versão online do Estadão)

A revisão da lei de anistia tem sido uma praxe em encontros , conferências e congressos realizados por entidades, partidos políticos e outras organizações da sociedade civil.
(Imagem: XIV Congresso Nacional do Partido Comunista Brasileiro, realizado no Rio de Janeiro de 9 a 12 de novembro de 2009.


Direitos do Povo


Sabe aqueles acidentes de trânsito chatos, discussões sobre de quem é a culpa, etc & etc.. Há um serviço público chamado Justiça volante. Se você se envolverem acidente de trânsito, ligue 0800-644-2020.
São cinco viaturas equipadas com Juizado de pequenas causas, e, oficialmente, todo mundo sai de dentro da Van como se tivesse saído de um tribunal..Parece que o serviço está prestes a acabar simplesmente porque ninguém liga. Ninguém conhece. Transmita para quem puder, e guarde o número em seu celular.
Gostaria muito que esta informação chegasse ao máximo de pessoas que você conhece. Este é o tipo de informação que 'é direito do povo', mas que o povo não sabe! Fora que esse dinheiro com certeza deve ir para o bolso de alguém, se não for, deve ajudar de alguma forma negativamente para quem tem veículos furtados ou roubados!
RESTITUIÇÃO DO IPVA
Você sabia que quem teve seu veículo furtado ou roubado pode solicitar a restituição do IPVA proporcional ao período em que não fez uso do veículo? Pois é... É o tipo de informação que o governo não divulga. Por que será? Só fiquei sabendo por que tenho um amigo que trabalha na Secretaria da Fazenda e, ao ficar sabendo que uma amiga nossa teve um veículo roubado, orientou que ela procurasse os seus direitos.
Veja 'Artigo 4., Lei N. 8.115 de 30 de dezembro de1985'Par 6. - A dispensa do pagamento do imposto, na hipótese dos parágrafos 4 e 5. (veículo roubado ou furtado), no exercício em que se verificar a ocorrência, desonera o interessado do pagamento do tributo proporção do número de meses em que o titular do veículo não exerceu direito de propriedade e posse e, os casos de furto ou roubo, enquanto esses direitos não forem restaurados.Par 7. - Nos casos de veículos furtados ou roubados, sempre que forem restaurados os direitos de propriedade e posse violados, o contribuinte deve comunicar o fato, imediatamente e por escrito, à Fiscalização de Tributos Estaduais (art.12 par 2.).
Então, se você conhece alguém nessa situação, repasse esse e-mail. Pelo menos a pessoa pode amenizar um pouco o prejuízo além de exercer o seu direito. A solicitação de restituição do Imposto deve ser feita na Secretaria da Fazenda, Guichê do IPVA.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

CONEDH,TEMPO DE AÇÃO




O professor Emilcio José Lacerda Villaça, novo presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos, CONEDH, e, dia 17 de dezembro de 2009, em que aborda também o 61.o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos (os intertítulos são nossos:
("...) homenagear nesse quadrante da história humana, essa jovem sexagenária, nascida em 10 de dezembro de 1948, após as absurdas atrocidades da II Guerra Mundial, é confiar no presente e acreditar no futuro. Mormente quando nesse tempo presente, descompassado com os direitos garantidos e assegurados na Declaração Universal dos Direitos Humanos, nos deparamos com contrastes dicotômicos ainda mais acirrados do que aqueles ao tempo de sua edição, à guisa de ilustração:

* Temos de um lado, um enorme avanço da ciência e da tecnologia em nosso planeta, significando que o avanço material é realidade e futuro.

Todavia, de outro lado, tem-se que tal tecnologia e saberes para o melhor aparelhamento e condição da vida humana, vergonhosamente estão concentrados em favor de poucos, alijando outros seres humanos das beneficies desses avanços, em diversas partes do mundo, numa proporção planetária, fratricida e descomunal.


* Temos de um lado, para alguns poucos, moradia, farta alimentação e tratamento de saúde; para milhões de outros seres humanos a privação dos meios para atender suas necessidades mais básicas: alimentação, calçar, vestir, morar, saneamento básico, educação e direito à saúde.
MENDICÂNCIA
* Desse outro lado oposto, ainda temos “crianças que deveriam estar, assim como nossos filhos, em escolas, e no entanto, são induzidas por necessidades as mais diversas, quando não obrigadas ao trabalho; que, lamentavelmente, mendigam nas ruas e com freqüência atuam como soldados em guerras do tráfico, além de exploradas sexualmente”, servindo de biombo aos desideratos de adultos e às malfazejas organizações dedicadas ao crime, conforme literalidade da denúncia apontada na Revista Jurídica Consulex – Ano XII – Nº. 285, de 30 de novembro de 2008, páginas 26 e 27, texto de autoria de Milton de Moura França, intitulado “Direitos Humanos e sua plena aplicação.”.
VIDA DECENTE
* Ainda vemos no mundo posição desse lado outro. É isso mesmo! Esse lado chamado de menos privilegiado, menos favorecido, aquele lado daqueles que estão privados dos bens da vida, estão também “mulheres que, sem liberdade e sem perspectiva de uma vida decente”, são castradas de tudo, em nome de uma cultura da perversidade, e a elas sobram serviços “incompatíveis com sua natureza, recebendo remuneração” menor, submetidas a jornadas de trabalho inumanas, “e que não raramente, são forçadas a vender o corpo e a praticar crimes”, ainda conforme denúncia apontada na Revista Jurídica Consulex – Ano XII – Nº. 285, de 30 de novembro de 2008, páginas 26 e 27, texto de autoria de Milton de Moura França, intitulado “Direitos Humanos e sua plena aplicação.”.
ULTRAJADOS
* Compondo esse lamentável cenário da degradação humana, onde os Direitos Humanos foram abortados à fórceps, há a aviltante situação, na atualidade, da destruição e violação de povos e nações que têm suas casas, sua cultura e modos de vida ultrajados, “sua gente colocada em condições servil e até mesmo de escravidão”, sob “pretexto da “defesa” da economia, da segurança, da supremacia política, ideológica, religiosa, étnica e tantas outras motivações”, atributos subliminar de uma perversidade desmensurada e “incompatíveis com a liberdade, direito imanente e inalienável de homens e mulheres, patrimônio de toda uma humanidade”, na esteira das denúncias estampadas por Milton de Moura França, parte de texto extraído também do trabalho intitulado “Direitos Humanos e sua plena aplicação”, na Revista Jurídica Consulex – Ano XII – Nº. 285, de 30 de novembro de 2008, páginas 26 e 27.
DESCONSTRUÇÃO
Não quero ser arauto ou meirinho de um discurso hipócrita e estéril, como produto da verve fácil de alguns pessimistas e vencidos, os quais buscam desconstruir a importância histórica da Declaração dos Direitos Humanos para a humanidade, em busca da defesa fácil da concepção opressora do caos, atitude típica daqueles que não querem construir, mas somente aproveitar da miséria e degradação humana em proveito próprio.
PRESIDENTE EMÉRITA
Ao contrário desses poucos. Quero achar forças, quando essas me forem exaurindo, na luta de homens da estirpe de Dom Helder Câmara, Dom Walmor, Dom Tomás Balduíno, Irmã Dorothy, Irmã Geraldinha e tantos outros. Quero me acercar sempre do exemplo de luta do companheiro Dr. Gustavo, que aceitou comigo o desafia de presidir o CONEDH e especialmente, buscarei ainda lenitivo para os dias difíceis no exemplo honrado e nos conselhos digno da Dra. Emely, nossa, indiscutivelmente, Conselheira e Presidente Emérita, a qual apoiada e em comunhão com os demais conselheiros, conduziu o CONEDH – Conselho Estadual de Defesas dos Direitos Humanos ao reconhecimento, importância e destaque que tem no âmbito estadual e nacional, bem como o reconhecimento de conselho mãe por seus pares.
PRECURSORA
Só assim, agarrando-nos em tais exemplos, poderemos:
Primeiro, enfrentar os pessimistas da última hora, informando-os que a Declaração Universal dos Direitos Humanos de 10 de dezembro de 1948, é precursora e efetivamente recurso adotado por sucessivos tratados e instrumentos internacionais de proteção dos direitos humanos, os quais fizeram incluir em seus textos, normatizando, as disposições e preceitos daquela declaração.
DIREITOS SUBJETIVOS
Nesse diapasão, devemos informar mais, que a partir da Declaração dos Direitos Humanos, no plano da estatalidade, cada pais fez constar seja no preâmbulo ou nas disposições constitucionais e infraconstitucionais, a proteção aos Direitos Humanos, lançando-os na condição de DIREITOS SUBJETIVOS.
PATRIMÔNIO
Com efeito, no Brasil, não foi diferente, os Direitos Humanos foram normatizados em nossa Constituição de 88, erigidos na condições de Direitos Subjetivos, qual seja, aqueles direitos já integrantes e integrados ao patrimônio individual de cada cidadão.
PROTEÇÃO UNIVERSAL
Em reforço da defesa dos Direitos Humanos e a importância de nossas ações, lanço mão também da lição muito clara da Professora Flávia Piovesan no texto “Direitos Humanos: Proteção Universal e Constitucional”, bem como me agarro ainda, na lição inafastável e sempre oportuna do Professor José Luiz Quadros de Magalhães “Direitos Humanos Sempre”, constantes do Caderno Comemorativo dos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e 20 anos da Constituição Federal de 1988, publicado pelo Município de Belo Horizonte – Dezembro de 2007, onde para a efetividade desses direitos precisamos, em razão da interdependência deles, precisamos primeiro exigir de nós e depois daqueles que tem a função, o dever e o poder para faze-los, a ação e defesa; uma vez que o direito para sua efetivação e cumprimento nasce da dialética da luta dos diferentes e excluídos, como bem já disse Antônio Cavalcante da Costa Neto e Leonardo Pacheco Lustosa, no livro “Direito, Mito e Metáfora – O lírios não nascem na lei”, da Ed. Ltr.
PROPOSTAS
Segundo, cônscios desse desiderato, precisamos então partir para a luta, de imediato, na busca de dar seqüência aos trabalhos iniciados pela Conselheira e Presidente Emérita – Dra. Emely. Portanto, estarei levando à plenária do CONEDH, para discussão, aprimoramento e votação, propostas, tais como:
CONSELHOS MUNICIPAIS
. Fortalecimento dos vínculos do CONEDH com os demais conselhos de defesa dos direitos humanos e demais conselhos ligados ao CONEDH.
. Fomento para criação de conselhos municipais de direitos humanos, a partir da região metropolitana de Belo Horizonte.
. Fortalecimento ainda mais do Conedh, através da representatividade junto as Universidades, para formação e atuação de capacitores na defesa dos direitos humanos através dos núcleos de assistência judiciária.
MANUTENÇÃO
. Estabelecer o efetivo assessoramento dos órgãos de estudo e reflexão dos direitos humanos existentes na SEDESE, PUC Minas, UFMG.
. Proposta de estudos para criação de fundo destinado à manutenção dos fins e atividades do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos.
CHURCHILL
Enfim, afastemos ainda de vez os pessimistas, diante da alegação de que muito há de se fazer e pouco são as nossas armas, lembrando para tanto, da situação vivida por Winston Churchill quando Primeiro-Ministro da Grã-Bretanha durante a Segunda Guerra Mundial, na Conferência de Teerã, em 28 de novembro de 1943, diante do pessimismo de Stalin e Roosevelt frente ao avanço das tropas do eixo “levantou-se e caminhou na direção de um tanque de peixes que havia ali perto, segurando uma xícara de chá, vazia. Mergulhou a xícara e se pôs a derramar água para fora do tanque. Os participantes da reunião pararam de falar para observar o que ele fazia e perguntaram-lhe o que pretendia. Ele então respondeu:
- Vou esvaziar o tanque.
Alguém indagou, atônito
- Mas, com uma xícara?
Churchill, sem interromper o que fazia, respondeu:
- É a arma que tenho. Sei que é pouco, mas tenho persistência”, parte de texto extraído da matéria “Carta Brasil 2008 de Direitos Humanos”, constante da página 25, da Revista Jurídica Consulex – Ano XII – Nº. 285, de 30 de novembro de 2008.
NOSSA PARTE
Portanto, a partir da elaboração final do II Congresso Internacional de Direitos Humanos, realizado de 21 a 26 de setembro de 2008, na Parque Anhembi, São Paulo, iremos sempre afirmar “NÓS CIDADÃOS BRASILEIROS PERSISTENTES E CONSCIENTES, VAMOS FAZER A NOSSA PARTE!”, com armas que temos".

domingo, 20 de dezembro de 2009

Mata das Borboletas

Amiga/o, venho convidar você a assistir ao FILME/VÍDEO SOBRE PARQUE MATA DAS BORBOLETAS, em Belo Horizonte, MG, que sendo devastado por grandes empresas construtoras com a omissão/cumplicidade dos poderes públicos.
Aconteceu dia 17/12/2009, uma Audiência Pública na Câmara dos Vereadores de Belo Horizonte, onde a AMBO - Associação dos Amigos da Mata das Borboletas - fez 20 pedidos/reivindicações visando a preservação do que ainda resta da Mata das Borboletas.
Clic nos links, abaixo, e assista ao vídeo da Mata das Borboletas no Youtube.
Você ficará emocionado/a! Contamos com você na luta pela preservação de cada centímetro de todos os Parques. Não à gula sem fim das construtoras e da idolatria do mercado.

Filme/vídeo da Mata das Borboletas:
Link parte 1 = http://www.youtube.com/watch?v=zM17CtC5NU8

Link parte 2 = http://www.youtube.com/watch?v=IDC65YOiVRM

O filme/vídeo pode ser assistido também clicando em www.gilvander.org.br

Um sublime Natal para você e à nossa grande família, toda a biodiversidade da nossa única casa comum: O PLANETA TERRA. Façamos um ANO NOVO em 2010.

Um abraço terno. Frei Gilvander Moreirae-mail: gilvander@igrejadocarmo.com.brwww.gilvander.org.br

Solução é o socialismo


Socialismo é a única forma para a salvação do mundo, reiterou hoje o Presidente Hugo Chávez para se referir a XV Conferência sobre mudança climática realizada em Copenhague, na Dinamarca."A alternativa apenas possível e viável é socialismo".(Com a Prensa Latina)

Fracasso em Copenhage



O governo brasileiro responsabilizou neste domingo os Estados Unidos por terminar com as esperanças do mundo e ameaçar a vida humana com a instituição de um acordo gerado por um grupo mínimo de países à socapa dos representantes dos mais de 190 países presentes na Cúpula das alterações climáticas.
Venezuela, Cuba e Bolívia apoiaram a posição do Brasil.
Carlos Minc lembrou que os Estados Unidos são o maior poluidor ambiental da história e são responsáveis pelo "fiasco" Copenhague para não comprometer-se formalmente a reduzir as emissões de gases do efeito estufa e comentou que o texto final (da Cúpula) deixa muito a desejar.(Com a Telesur)






O sofrimento da língua pátria

Carlos Lúcio Gontijo

Sonhei com meu amigo Elias Maboub. É o primeiro Natal que passo sem mandar e receber de volta seu cartão de congratulações referentes ao fim de mais um ano.



Infelizmente, aqui na terra Brasil, caro Maboub, competente revisor e maior conhecedor de gramática portuguesa que conheci, tudo continua igual: os jornais repletos daqueles erros que você e todos nós tanto corrigimos na redação de veículo de comunicação impressa em que trabalhamos juntos por vários, longos e bons anos.



Ainda grafam “haja visto”, “expontâneo” e “previlégio” (este é assim pronunciado nos discursos de muitos políticos e autoridades constituídas), em vez de haja vista, espontâneo e privilégio.
Talvez maltratar a língua pátria seja mesmo uma sina de nação que não leva muito em consideração a democratização do ensino de qualidade, a valorização dos professores e o efetivo incentivo à leitura.



Recentemente, uma amiga minha foi à Alemanha visitar o filho que lá estuda e ficou surpresa ao se dar conta de que todos os passageiros do ônibus coletivo que tomaram tinham um livro à mão – e o mais impressionante; liam!



Minha avó, Venina Gomes, foi professora e precursora do ensino em Moema, município de Minas Gerais, onde virou nome de escola. Quando idosa e doente, se não é a ajuda da família não tinha como enfrentar as agruras e as despesas médicas que lhe vieram com o declínio da saúde.



Sua aposentadoria era quantia completamente insuficiente para que ela ostentasse uma vida digna.
O que se nota, explícita e abertamente, é que os nossos homens públicos se mantêm distantes de encaminhar a filosofia de sua administração rumo a princípios que se aproximem de assertiva do sofista Protágoras, na antiga Grécia, que pregava que “Estado que não educa a criança é obrigado a castigar o adulto”.



Não é à toa portanto que andamos preocupados com a construção de mais presídios e não conseguimos conter o avanço dos casos de violência.
Vejo com preocupação o anúncio de que, antes mesmo de se alcançar a remuneração digna dos professores (nem mesmo o piso de 900 reais é cumprido em todo o Brasil), o governo anuncia a meta de garantir um mínimo de R$ 3.200,000 aos policiais militares de menor patente – os soldados.



Claro que considero uma decisão acertada e justa, contudo não consigo explicação para que a medida anteceda à solução para o imbróglio salarial experimentado pelos professores: afinal, grande parte da violência que assola a sociedade tem sua origem na exclusão de significativas camadas da população dos mecanismos promotores da educação, informação e conhecimento, que são fatores indispensáveis à ascensão social das pessoas.



Casos de cidadãos sem o mérito de bom grau de escolaridade que obtêm sucesso são exceções e não uma regra.



Nem todo mundo pode contar com a sorte de ser contemplado, pelo destino e pelo esforço próprio – fazendo a ignorância virar sabedoria e letra –, com uma trajetória como a do presidente Lula. Não é todo dia que gente sem o devido preparo educacional se faz passar pelo fio da agulha da competitividade selvagem do mercado de trabalho adentro.
Carlos Lúcio Gontijo
Poeta, escritor e jornalista
http://www.carlosluciogontijo.jor.br/

Feliz Natal


sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Posse de nodos diretores no CONEDH




Olimíadas no Brasil


(Internet/Diivulgação)

golpe à italiana



Saudação palestina



O Comitê Catarinense de Solidariedade ao Povo Palestino emite saudações de Natal para os palestinos e aos solidários a causa palestina!
O Comitê Catarinense de Solidariedade ao Povo Palestino vem compartilhar com todos que amam a Palestina a linda emoção do Natal e o ardoroso desejo de que em 2010 conquistaremos, juntos, a Palestina Livre! (Imagem: muro palestino,imposto pelo governo israelense)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

CÚPULA DO CLIMA

(

Contra anistia aos torturadores

MANIFESTO CONTRA A ANISTIA AOS TORTURADORES.
Convido você e seus amigos a assinarem também. As Mães (e vovós) da Praça de Maio, na Argentina, dizem: "JAMAIS PERDOAREMOS OS TORTURADORES DE NOSSOS FILHOS E NETOS, POIS PERDOÁ-LOS SIGNIFICA TRAIR NOSSOS FILHOS E NETOS."

Em breve o Procurador Geral da República apresentará parecer sobre a matéria na ação (ADPF nº 153) que tramita no Supremo Tribunal Federal, que em sua decisão estabelecerá um novo marco de democracia para o país. Pela importância desta decisão, o Comitê Contra a Anistia aos Torturadores, estabeleceu, num primeiro momento, que faremos uma "petição on line". Precisamos a maior adesão possível de pessoas ou entidades. Precisamos que todos enviem mensagem para todos os contatos possíveis e imagináveis, do Brasil e de fora, para : a) informar da campanha ( o texto esta em português, inglês e espanhol) b) pedir subscrição de pessoas e entidades c) pedir para colocar o banner da campanha ( abaixo) em sites para a maior divulgação possível. Basta acessar no link abaixo para aderir. Saudações Comite contra a anistia dos torturados uma iniciativa da associaçao de juizes pela democracia. Clic no endereço abaixo, leia e assine caso concorde com a PROPOSTA:
http://www.ajd.org.br/contraanistia_port.php
Um abraço terno.
Frei Gilvander Moreira

Nesta quinta a posse no CONEDH


O Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos, CONEDH, promove nesta quinta-feira, às 15h, ato comemorativo ao aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Na ocasião será também empossado seu novo presidente, o professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas, Emilcio José Lacerda. Será homenageada, na ocasião, a presidenta do CONEDH, professora doutora Emely Vieira Salazar,que estará transmitindo o cargo a seu sucessor. Os atos serão realizados na sede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, SEDESE, Rua Martim Carvalho, 94, Santo Agostinho.

Mensalão democrata

(Reprodução da internet)

PRAÇA DO PAPA




Uma noitada e tanto será uma ou duas voltas pela Praça do Papa. A decoração de Natal está uma delícia. É preciso, claro, ter alguma paciência no trânsito, dado ao número de veículos, motos e, por vezes , até mesmo de ciclistas, como acontecia na noite de quarta-feira, dia 16. É só dirigir com bastante cuidado...

Greve no Colégio Diretriz

Em assembleia nessa segunda (14/12), os professores do Colégio Diretriz decidiram manter a greve. A decisão teve por objetivo pressionar a instituição a apresentar uma proposta de pagamento dos salários em atraso que seja favorável à categoria, o que não foi feito até o momento. A greve foi iniciada no dia 4 de novembro, após uma série de irregularidades cometidas pela escola. Nova assembleia foi marcada para esta quarta (16/12), às 19 horas, no auditório do sindicato, no bairro Floresta. (Com o site do Sindicato dos Professores)

Como nos tempos da guerra fria



Polônia e os EUA concordaram em instalar no território polaco sistemas de mísseis anti-aéreos “Patriot” e uma unidade de apoio de 100 efectivos norte-americanos. Os primeiros sistemas de defesa anti-aérea “Patriot” serão instalados em março do próximo ano.

A Polônia continua a jogar a carta de uma eventual agressão russa, invocando como prova dos planos agressivos de Moscou quaisquer argumentos mais ou menos consonantes com esta doutrina. Por exemplo, porque Moscou se opôs aos planos de Washington de instalar na Europa de Leste sistemas de defesa antimíssil? Porque eles não permitiriam à Rússia agredir a Polônia – responde o governo polaco sem ter quaisquer provas das intenções agressivas do Kremlin em relação à Polónia.

O mais interessante é que o governo polaco não se preocupa em tê-las, preferindo fomentar emoções e retomar os slogans da guerra-fria na expectativa de serem ouvidos pelo Ocidente. Por que a Polónia necessita disso? Vamos ouvir o deputado da Duma de Estado (câmara baixa do parlamento russo) Nikolai Kovalev. - Porque quer receber apoio militar dos EUA e instalar tropas americanas no seu território nacional e, como consequência, obter com isso vantagens econômicas e financeiras o mais grandes possível.

Por esta razão, o governo polonês assumiu uma posição anti-russa de linha dura. Por isso, não é de estranhar que saibamos dos planos agressivos da Rússia ou pelas declarações de políticos polacos ou pelas declarações de políticos georgianos. Acontece que a Rússia mesma não sabe que está a acalentar tais planos. O paradoxo da atualidade é o de que a política anti-russa é usada por alguns países para a construção da sua segurança e prosperidade – disse o deputado. (Com a Voz da Rússia)

SALVAR O MUNDO

(Imagem:Telesur)

Danuza, De Malas Prontas



Danuza Leão faz as malas, é o leitor que pode se aprontar para uma boa viagem. Foi assim em seu último livro, o best-seller Fazendo as malas. Não será diferente agora, neste giro por quatro das cidades mais elegantes do mundo. O primeiro destino é São Paulo. Ali Danuza vai fundo na rota do luxo e do moderno, e ainda arruma tempo para desfrutar uma verdadeira madrugada paulistana, entre festas e casas noturnas povoadas pelas muitas tribos da cidade. Atenta às tendências, ela transforma este relato de viagem numa saborosa crônica de costumes, que seus leitores saberão reconhecer.

O mesmo ela fará em Buenos Aires e em Berlim, as duas próximas paradas do roteiro. Na primeira, um vislumbre da cultura portenha, que passa por cafés, casas de dança, livrarias e cemitérios. Já em Berlim, encontra uma cidade em ritmo de transformação, onde o impacto da queda do Muro se faz ver na moda e na noite, uma das mais concorridas da Europa.

A viagem termina em Londres, cidade referência em moda e consumo, e um dos grandes centros cosmopolitas do mundo. Ao final, um pequeno guia oferece informações sobre os lugares citados.

Danuza Leão nasceu em Itaguaçu, Espírito Santo, e com dez anos foi para o Rio de Janeiro. Depois de exercer atividades variadas, tornou-se jornalista, e suas crônicas foram posteriormente reunidas em Danuza todo dia, Crônicas para guardar e As aparências enganam. Dela, a Companhia das Letras publicou suas memórias, Quase tudo (2005) e o livro de viagens Fazendo as malas (2008), além de tco er reeditado seu grande sucesso, Na sala com Danuza, em formato de bolso. (Com a Companhia das Letras)

terça-feira, 15 de dezembro de 2009


PLENÁRIA NACIONAL DA INTERSINDICAL

Nos dias 27 e 28 de novembro realizamos a Plenária Nacional da Intersindical, juntos metalúrgicos, operários na construção civil, bancários, químicos, trabalhadores no setor plástico, vidreiros, sapateiros, vigilantes, trabalhadores no processamento de dados, estivadores, funcionários públicos, professores, petroleiros,vigilantes, trabalhadores nos transportes, radialistas, trabalhadores nos correios, jornalistas e diversas outras categorias dando o salto de qualidade para uma ação do conjunto da classe trabalhadora.

Todas as regiões do País garantiram com muito esforço militante sua participação na Plenária, o que fez com que a Plenária fosse bem maior do que a pensamos, demonstração concreta da disposição de ampliação desse Instrumento.

No balanço de nossas ações a partir do Encontro Nacional de Abril, pudemos comprovar que nossa decisão de consolidar a Intersindical como um instrumento de organização e luta não só foi acertada como foi capaz de ampliar nosso espaço dentro do movimento.

Na plenária avançamos em nossa organização nacional nos ramos de atividade, decidimos um calendário de ações organizativas para o norte e nordeste, elencamos as principais disputas sindicais onde vamos estar e definimos um calendário de ações nos estados que passam por formação, debates e as mobilizações para o próximo ano, pois não subordinaremos a luta da classe trabalhadora ao calendário eleitoral.

Continuamos a ousar. Definimos que as pautas discutidas em boa parte do movimento como políticas permanentes, mas que sempre ficam relegadas ao gueto ou secundarizadas farão parte das ações gerais da Intersindical, como a lutas das mulheres trabalhadoras, o enfretamento contra a opressão e maior exploração na discussão de etnia. Um belo momento da plenária foi a ação das mulheres da Intersindical ao apresentar nosso trabalho para o próximo período.

Somos diferentes, não desiguais portanto a luta das trabalhadoras é a luta geral da classe contra o Capital e seu Estado. Mulheres dirigentes que juntas com os companheiros estão inscritos nesse novo ciclo a fazer do especifico uma luta da classe trabalhadora e a construir novas relações.

Reativamos nosso Coletivo Nacional de Formação que se reunirá até o primeiro trimestre de 2010 para a elaborar nosso Programa de Formação do próximo período dando continuidade ao trabalho que passa pela base nos sindicatos e oposições e para o conjunto da coordenação da Intersindical.

Afirmamos nossa decisão de não nos submetermos ao caminho mais fácil. O caminho da lógica formal e institucional de que basta a construção de uma nova central para superar o problema de fragmentação do movimento.

A central que supere os instrumentos do passado não será resultado do ajuntamento de diversos setores do movimento, mas sim a partir de uma ação enraizada junto à classe.

Foram dois dias intensos, de muita discussão que não se pautou pela retórica e sim por definir muito trabalho nos ramos e estados onde estamos e de avançar para os espaços onde a classe está sob a direção daqueles que são mediadores dos interesses do capital.

Com a garra que nos trouxe até aqui encerramos nossa Plenária afirmando a Intersindical com um instrumento de luta e organização da classe trabalhadora, que seguirá na unidade de ação com todos aqueles que não se submeteram a conciliação de classes.

Uma Intersindical que seguirá organizando a partir dos locais de trabalho a luta contra o Capital e seu Estado e nas ações cotidianas recolocar não como utopia mas, como necessidade a construção de uma nova sociedade socialista.

A "paz" no Afeganistão

(Allan MacDonald/Telesur/Divulgação)

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Carta de Fidel a Hugo Chávez


Ningún minuto de la historia es igual a otro

"Querido Hugo:
Hoy se cumplen 15 años de nuestro encuentro en el Aula Magna de la Universidad de La Habana, el 14 de diciembre de 1994. La noche antes te había esperado en la escalerilla del avión que te trajo a Cuba.
Conocía de tu levantamiento en armas contra el gobierno pro yanki de Venezuela. A Cuba habían llegado noticias de tus ideas cuando guardabas prisión, y al igual que nosotros, te consagrabas a la profundización del pensamiento revolucionario que te llevó al levantamiento del 4 de febrero de 1992.
En el Aula Magna, de forma espontánea y transparente, vertiste las ideas bolivarianas que llevabas dentro, y te condujeron, en las condiciones específicas de tu país y de nuestra época, a la lucha por la independencia de Venezuela contra la tiranía del imperio. Después del esfuerzo de Bolívar y demás colosos que llenos de sueños lucharon contra el yugo colonial español, la independencia de Venezuela era solo ridícula apariencia.
Ningún minuto de la historia es igual a otro; ninguna idea o acontecimiento humano puede ser juzgado fuera de su propia época. Tanto tú, como yo, partimos de conceptos que fueron evolucionando a lo largo de milenios, pero tienen mucho de común con la historia lejana o reciente en la que la división de la sociedad en amos y esclavos, explotadores y explotados, opresores y oprimidos fue siempre antipática y odiosa. En la época actual constituye la mayor vergüenza y la principal causa de la infelicidad y el sufrimiento de los seres humanos.
Cuando la productividad del trabajo, apoyada hoy en la tecnología y la ciencia, se multiplicó por decenas y en algunos aspectos cientos y hasta miles de veces, tales y tan injustas diferencias debían desaparecer.
Tú, yo y con nosotros millones de venezolanos y cubanos compartimos esas ideas.
Tú partiste de los principios cristianos que te inculcaron y un carácter rebelde; yo, de las ideas de Marx y un carácter también rebelde.
Hay principios éticos universalmente admitidos que son válidos tanto para un cristiano, como para un marxista.
Desde ese punto de partida, las ideas revolucionarias se enriquecen constantemente con el estudio y la experiencia.
Es conveniente señalar que nuestra sincera y revolucionaria amistad surge cuando tú no eras Presidente de Venezuela. Nunca te solicité nada. Cuando el movimiento bolivariano obtiene la victoria en las elecciones de 1999, el petróleo valía menos de 10 dólares el barril. Lo recuerdo bien porque me invitaste a tu toma de posesión.
El apoyo tuyo a Cuba fue espontáneo, como lo fue siempre nuestra cooperación con el hermano pueblo de Venezuela.
En pleno Período Especial, cuando la URSS se derrumbó, el imperio endureció su brutal bloqueo contra nuestro pueblo. En un momento determinado los precios del combustible se elevaron y nuestros suministros se dificultaban. Tú garantizaste el abastecimiento comercial seguro y estable a nuestro país.
No podemos olvidar que después del golpe político contra la Revolución Bolivariana en abril del 2002, y tu brillante victoria frente al golpe petrolero a fines de ese mismo año, los precios se elevaron por encima de 60 dólares el barril, nos ofreciste entonces suministro de combustible y facilidades de pago. Bush era ya Presidente de Estados Unidos y fue el autor de aquellas ilegales y traidoras acciones contra el pueblo de Venezuela.
Recuerdo cuánto te indignó que exigiera mi salida de México como condición para aterrizar en ese sufrido país, donde tú y yo asistíamos a una conferencia internacional de Naciones Unidas en la que también él debía participar.
A la Revolución Bolivariana no le perdonarán nunca su apoyo a Cuba cuando el imperio imaginó que nuestro pueblo, después de casi medio siglo de resistencia heroica, caería de nuevo en sus manos. En Miami, la contrarrevolución reclamaba tres días de licencia para matar revolucionarios, tan pronto se instaurara el gobierno de transición en Cuba que Bush exigía.
Han transcurrido 10 años de ejemplar y fructífera cooperación entre Venezuela y Cuba. El ALBA nació en ese período. Había fracasado el ALCA -promovido por Estados Unidos- pero el imperio está de nuevo a la ofensiva.
El golpe de Estado en Honduras y el establecimiento de siete bases militares en Colombia, son hechos recientes ocurridos con posterioridad a la toma de posesión del nuevo Presidente de Estados Unidos. Su predecesor había restablecido ya la IV Flota, medio siglo después de finalizada la última contienda mundial y no existía ni Guerra Fría, ni la Unión Soviética. Son obvias las intenciones reales del imperio, esta vez, bajo la sonrisa amable y el rostro afroamericano de Barack Obama.
Daniel Ortega explicó ayer cómo el golpe en Honduras determinó el debilitamiento y la conducta de los miembros del Sistema de la Integración Centroamericana.
El imperio moviliza tras si a las fuerzas derechistas de América Latina para golpear a Venezuela, y con ella, a los Estados del ALBA. Si de nuevo se apodera de los cuantiosos recursos petroleros y gasíferos de la Patria de Bolívar, los países del Caribe anglófono y otros de Centroamérica perderán las generosas condiciones de suministro que hoy le ofrece la Venezuela revolucionaria.
Hace unos días, después del discurso pronunciado por el presidente Barack Obama, en la escuela militar de West Point, para anunciar el envío de 30 mil soldados a la guerra de Afganistán, escribí una Reflexión en la que calificaba de acto cínico aceptar el Premio Nobel de la Paz cuando ya había adoptado esa decisión.
El pasado 10 de diciembre, al pronunciar en Oslo el discurso de aceptación, hizo afirmaciones que constituyen un ejemplo de la lógica y el pensamiento imperialista. “…soy responsable por desplegar a miles de jóvenes a pelear en un país distante. Algunos matarán. A otros los matarán.”, afirmó, tratando de presentar como una “guerra justa” la brutal carnicería que lleva a cabo en aquel distante país, donde la mayoría de los que perecen, son pobladores indefensos de las aldeas donde estallan las bombas lanzadas por aviones no tripulados.
Después de esas frases, pronunciadas entre las primeras, dedica más de 4 600 palabras a presentar su carnicería de civiles como guerra justa. ”En las guerras de hoy -afirmó- mueren muchos más civiles que soldados”.
Sobrepasan el millón de civiles no combatientes que han muerto ya en Iraq y Afganistán y en la frontera de Pakistán.
En ese mismo discurso elogia a Nixon y a Reagan, como personajes ilustres, sin detenerse a recordar que uno lanzó más de un millón de toneladas de bombas sobre Vietnam, y el otro hizo estallar por medios electrónicos el gasoducto de Siberia bajo la apariencia de un accidente. Fue tan fuerte y destructiva la explosión que los equipos monitores de las pruebas nucleares lo registraron.
El discurso pronunciado en Oslo se diferencia del de West Point, porque el pronunciado en la academia militar estaba mejor elaborado y declamado. En el de la capital Noruega, el rostro del orador expresaba la conciencia de la falsedad de sus palabras.
Tampoco el momento y las circunstancias eran iguales. Oslo, se ubica en las proximidades de Copenhague. En este punto, tiene lugar la importantísima Conferencia sobre el Cambio Climático, donde sé que tú y Evo piensan asistir. En aquel lugar se libra en estos momentos la batalla política más importante de la historia humana. Allí se puede apreciar en toda su magnitud, cuánto daño ha ocasionado el capitalismo desarrollado a la humanidad. Hoy, ésta debe luchar desesperadamente no solo por la justicia, sino también por la supervivencia de la especie.
Seguí de cerca la reunión del ALBA. Los felicito a todos. Disfruté mucho al ver tantos y tan queridos amigos elaborando ideas y luchando unidos. Los felicito a todos.
¡Hasta la victoria siempre!
Un fuerte abrazo


Fidel Castro Ruz


14/12/2009"
(Imagem:Prensa Latina/Divulgação)

Jogo surra banqueiros


Um novo jogo que permite ao usuário bater em banqueiros com um taco de madeira virou sensação em uma casa de jogos britânica.
A popularidade é tanta que o proprietário já teve que substituir os tacos várias vezes, por estarem muito gastos.(A BBCBrasil espalhou para o mundo)

ALBA condena bases dos EUA


Na declaração final do VIII Encontro da Aliança Bolivariana para os povos de nossa América (Alba) países membros deste bloco condenaram nos termos mais fortes, a ofensiva política e militar dos Estados Unidos (EUA) contra a região da América Latina e o Caribe expressas pelos acordos promovidos com nações na área para o estabelecimento de bases militares.
O documento foi assinado pelos presidentes da Venezuela, Hugo Chávez; Cuba, Raúl Castro; Bolívia, Evo Morales e Nicarágua, Daniel Ortega; pelos Ministros dos negócios estrangeiros do Equador, Fander Falconí e do Governo deposto de Honduras, Patricia Rodas, bem como por representantes dos três países do Caribe.
(Com a Agência Bolivariana de Notícias)

A Censura, editorial de O Tempo

Ainda a censura
Por seis votos contra três, o Supremo Tribunal Federal arquivou a reclamação de "O Estado de S. Paulo" que pediu o fim da proibição de o jornal publicar informações da operação da Polícia Federal que investigou um filho do senador José Sarney. Com isso, manteve-se a proibição, que já dura quase 150 dias.
Editorial do dia 14/12/2009 de O Tempo, abordando a censura ao O Estado de S.Paulo:


"Por seis votos contra três, o Supremo Tribunal Federal arquivou a reclamação de O Estado de S. Paulo que pediu o fim da proibição de o jornal publicar informações da operação da Polícia Federal que investigou um filho do senador José Sarney. Com isso, manteve-se a proibição, que já dura quase 150 dias.
A decisão é contraditória, refletindo por certo a composição do tribunal. Há alguns meses, o Supremo declarou extinta a Lei de Imprensa, que remontava ao regime militar, e consagrou o direito à liberdade de imprensa. Esse argumento, aliás, embasou a reclamação do "Estadão" contra a proibição de instância inferior.
A maioria dos ministros do Supremo, no entanto, entendeu que, quando existe um conflito entre a liberdade de imprensa e os direitos individuais, a Justiça pode decidir qual deve prevalecer e, sendo a favor do segundo, impedir a publicação de matérias. Ora, isso configura, sem dúvida, uma censura.
Esse entendimento conflita com a própria decisão a respeito da Lei de Imprensa. À medida que concedem ao cidadão que se julga prejudicado o direito de obstruir a imprensa, os juízes tiram dos demais cidadãos o direito de receberem informações. Não há outro nome para isso do que censura prévia.
O fato é tão mais grave porque ela é decidida por um Poder do Estado, no caso o Judiciário, que tem a atribuição de garantir os direitos constitucionais. Apegando-se a filigranas jurídicas, o Supremo não observou que o mesmo impedimento não atinge outros veículos da imprensa, que estão livres para abordar o caso.
A decisão do Supremo mantém uma situação arbitrária e discricionária que prejudica um órgão da imprensa brasileira com histórico de luta a favor da liberdade. Mais: revela que subsiste no Estado a tentação de tutelar a sociedade, não deixando que ela se manifeste.
Dos órgãos da sociedade civil, a imprensa é das mais visadas. E a Justiça, como não poderia deixar de ser, é humana, portanto falha."

Novo presidente do CONEDH




Professor Emilcio José Lacerda vai presidir o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos


A Secretaria de Desenvolvimento Social de Minas Gerais -SEDESE- e o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos Humanos convidam para a posse dos novos presidente e vice-presidente do CONEDH dia 17, às 15h na sede da primeira, Rua Martim de Carvalho, 94, Bairro Santo Agostinho.O novo presidente é o professor Emilcio José Lacerda (foto). E o novo vice-presidente, o professor Gustavo Corgozinho Alves Meira.O ato também será comemorativo do 61 o. aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Palestina não pode concluir curso


O Caso Berlanty Azzam

No dia 9 de dezembro de 2009, a Alta Corte de Israel negou permissão para uma estudante palestina de Gaza continuar seus estudos na cidade de Belém, que fica situada na Cisjordânia, território palestino ocupado ilegalmente por Israel.
A estudante Berlanty Azzam, de 22 anos, cursa administração e lhe faltam apenas dois meses para concluir seu curso. No entanto, no dia 28 de outubro deste ano, ao retornar de uma entrevista de emprego, ela foi detida pelas autoridades da força de ocupação israelense.
Após a detenção, ela foi algemada, teve os olhos vendados e foi removida na mesma noite para Gaza, apesar da promessa explícita feita ao seu advogado de que ela teria direito de se encontrar com ele. A força de ocupação israelense alega que ela estava ilegalmente na Cisjordânia - ignorando que ninguém pode ser considerado habitante ilegal de seu próprio país.
RECURSO
Assistida por uma ONG (GISHA - Centro Jurídico para a Defesa da Liberdade de Ir e Vir), ela recorreu ao judiciário da força de ocupação contra a decisão, mas o Tribunal acatou a decisão do governo israelense e manteve a expulsão, mesmo tendo reconhecido que a expulsão imediata da estudante violava o seu direito a prestar declarações para a Corte.
O Judiciário da Ocupação havia também solicitado as autoridades israelenses que permitissem que a estudante concluísse seus estudos, uma vez que faltavam apenas dois meses para tal, mas não emitiu uma ordem ao ter o pedido recusado pelas autoridades coatoras.
Contrariando os Acordos de Oslo, que determinam que a alteração de endereço deve ser comunicada à Autoridade Palestina e essa última apenas notifica Israel, as autoridades da ocupação se recusaram a aceitar os vários pedidos de Berlanty Azzam para alteração de seu endereço.
Azzam não é acusada de nenhum crime e mesmo as autoridades militares da força de ocupação israelense não apresentaram razões de segurança para sua expulsão. O comandante militar israelense da área de Azzam havia concedido uma permissão para que ela entrasse na Cisjordânia após o extremamente rígido procedimento de investigação.
DESAPONTADA
Após a decisão ela declarou que estava desapontada: "Eu estou profundamente desapontada e não entendo porque Israel está me impedindo de continuar meus estudos. Eles não alegam que meu retorno à Universidade de Belém é uma ameaça à segurança, não havendo, portanto motivos para a expulsão. Estudar em uma universidade palestina é meu direito e o direito de todo estudante palestino".
Desde 2000, Israel se recusa a permitir que estudantes de Gaza possam sair para estudar em outros lugares. O número estimado por organizações de direitos humanos é de 25.000 estudantes palestinos nascidos em Gaza tenham ido para a Cisjordânia e hoje estão em situação de risco e constante ameaça, podendo ser aprisionados e "enviados" para Gaza a qualquer momento.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Berlusconi apanha na rua



O primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, foi atacado com um soco no rosto durante um encontro com simpatizantes em Milão, na tarde deste domingo.
Imagens de televisão mostram sangue escorrendo no lado esquerdo da face do premiê, que também parece bastante perturbado. Quando dirigentes de um país começam a ser agredidos a coisa não está nada boa...

Segundo turno no Chile


As eleições no Chile caminham para o segundo turno, envolvendo o governista Eduardo Frei e o direitista Sebastian Piñera. A atual presidente, Michelle Bachelet não tem condições de concorrer, em face da legislação. A situação está indefinida, embora há expectativa de que o país volte a ter democracia, já que, no atual governo as eleições são muito restritivas e hás um expressivo número de chilenos exilados. Isto apesar de a atual presidente ter sofrido quando da ditadura Pinochet...

Reféns da ditadura




Do editorial de O Tempo, publicado este domingo, isto é , 13 de dezembro de 2009: "Apesar de viver hoje numa democracia, o Brasil apresenta ainda muitos problemas que a confrontam.Por exemplo: a subestimada questão dos direitos humanos. Parece inacreditável, mas o Estado democrático de direito mata hoje mais do que durante a ditadura militar.Não só mandar, mas deixa matar".
Cáustico mas verdadeiro. Incontestável. Pena que passados meses da realização da Primeira Conferência Nacional de Segurança Pública, seus resultados práticos ainda não sejam visíveis...
O editorial -publicado na página 16 do primeiro caderno-dá detalhes: "Essa polícia não mata qualquer um. Suas vítimas são homens entre 15 e 24 anos, moradores das periferias das grandes cidades, afrodescendentes e pobres. Para ela, os mortos são bandidos. Mas a maior parte deles não é constituída de traficantes-são apenas favelados".
E a conclusão:" A polícia trafegou da ditadura para a democracia sem abandonar os métodos de repressão, com os quais combate o crime comum".
De fato, estamos longe da democracia, ainda que a democracia do tipo burguesa, que não deixa de ser excludente...Ou arremedo de democracia.
(Reprodução da página de O Tempo/Divulgação)

CÚPULA DE COPENHAGUE



(Allan MacDonald/Rebelión/Divulgação)

sábado, 12 de dezembro de 2009

Caminhantes plantam árvores

No dia 8 de dezembro Caminhantes da Estrada Real plantaram árvores em Ouro Preto, Passa Quatro, Diamantina e, especialmente convidadas, em Belo Horizonte, no Jardim Ecológico da Prefeitura, junto à Lagoa da Pampulha (foto), presente o diretor da Sociedade dos Amigos da Fundação Zoobotânica(SAFB), árvores, Murai Caetano.








Prêmio Délio Rocha


Ganhadores este ano do Prêmio Délio Rocha:
Reportagem Impressa-Estudante de Jornalismo
1° lugar – Isabella Lucas Machado Lacerda Reportagem: “Diretas já, marco na redemocratização do país, completa 25 anos” - Jornal Marco da PUC Minas
2° lugar – Thaís Chaves Marinho Reportagem: “Água tem preço?” - Revista Manuelzão da UFMG
3° lugar – Victor Vieira de Andrade Reportagem: “É bom desconfiar” - Revista Manuelzão da UFMG Jurados: Alexandre Campello, Joana Ziller e Maurício Lara
Reportagem Impressa Jornal e Revista 1° lugar – José Gabriel dos Santos (Gabi) Reportagem: “Á Última Fronteira” - Jornal Hoje em Dia
2° lugar – Júnia Emmanuelly Oliveira Silva Reportagem: “Os Últimos Tropeiros” - Jornal Estado de Minas
3° lugar – Andréa Castello Branco Reportagem: “Doação de Órgãos” - Jornal O Tempo Jurados: Carlos Alberto, Maria Líbia e Valdir de Castro
Reportagem para Televisão 1° lugar – Aline Resende de Carvalho Reportagem: “Desequilíbrio ambiental” - Rede Minas
2° lugar – Sid Marcus Moreira de Souza Filho Reportagem: “Chagas: Doença dos Pobres” - Rede Record
3° lugar – Marina Sueli Cunha Mendes Reportagem: “Coração” - Rede Minas Jurados: Eneida Costa, Richardson Potone e Sandra Freitas
Reportagem para Rádio 1° lugar – Soraya Regina de Oliveira
Reportagem: “Orçamento Aberto” - Rádio UFMG Educativa
2° lugar – Edilene Lopes Reportagem: “Samu e Corpo de Bombeiros” - Rádio Itatiaia
3° lugar – Isabela Silva Lopes Reportagem: “Projeto na Lata da Cidadania” - Rádio Alvorada Jurados: Mozahir Salomão, Nair Prata e Vanir Campelo Reportagem Fotográfica* 1° lugar – Charles Silva Duarte Reportagem: “Prédio Abandonados - Torres Gêmeas – Dez anos de ocupação” - Jornal O Tempo Jurados: Maria Isabel Baldoni, Eugênio Sávio e Françoise Ambroisi


(Imagem:Jaques Diogo/SJPMG/Divulgação)

Lula, versão de "El País"

(Chamada de El País, jornal espanhol, para sua edição de domingo:
"El hombre que asombra al mundo
El presidente de Brasil se ha convertido en el líder indiscutible de América Latina y una referencia para todos los políticos. Brasil ha pagado este año toda su deuda, crece a buen ritmo y se ha llevado los Juegos de 2016
JOSÉ LUIS RODRÍGUEZ ZAPATERO 10/12/2009

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EL PAÍS SEMANAL ofrece este domingo su número especial 'LOS CIEN DEL AÑO'. Hombres y mujeres iberoamericanos que han marcado 2009. Retratados por Mariano Rajoy, Javier Solana, Lydia Cacho, Bigas Luna, Tom Ford, Vicente del Bosque y 91 firmas más. Como adelanto, el perfil del presidente de Brasil, Lula Da Silva, personaje del año 2009, trazado por el presidente del Gobierno, José Luis Rodriguez Zapatero
Este es un hombre cabal y tenaz, por el que siento una profunda admiración. Lo conocí en septiembre de 2004, tras la incorporación de España a la Alianza contra el Hambre que él lideraba, en una cumbre organizada por Naciones Unidas en Nueva York. No podía haber sido mejor la ocasión.

Lula da Silva
A FONDO
Nacimiento:
27-10-1945
Lugar:
Garanhuns
La noticia en otros webs
webs en español
en otros idiomas
Luiz Inácio Lula da Silva es el séptimo de los ocho hijos de una pareja de labradores analfabetos, que vivieron el hambre y la miseria en la zona más pobre del Estado brasileño nororiental de Pernambuco.
Tuvo que simultanear sus estudios con el desempeño de los más variopintos trabajos y se vio obligado a dejar la escuela, con tan sólo 14 años, para trabajar en la planta de una empresa siderometalúrgica dedicada a la producción de tornillos. En 1968, en plena dictadura militar, dio un paso que marcó su vida: afiliarse al Sindicato de Metalúrgicos de São Bernardo do Campo y Diadema.
De la mano de este hombre, siguiendo el sendero abierto por su predecesor en la Presidencia, Fernando Henrique Cardoso, Brasil, en apenas 16 años, ha dejado de ser el país de un futuro que nunca llegaba para convertirse en una formidable realidad, con un brillante porvenir y una proyección global y regional cada vez más relevante. Por fin, el mundo se ha dado cuenta de que Brasil es muchísimo más que carnaval, fútbol y playas. Es uno de los países emergentes que cuenta con una democracia consolidada, y está llamado a desempeñar en las décadas siguientes un creciente liderazgo político y económico en el mundo, tal y como ya viene haciendo en América Latina con notable acierto.
Lula tiene el inmenso mérito de haber unido a la sociedad brasileña en torno a una reforma tan ambiciosa como tranquila. Está sabiendo, sobre todo, afrontar, con determinación y eficacia, los retos de la desigualdad, la pobreza y la violencia, que tanto han lastrado la historia reciente del país. Como consecuencia de ello, su liderazgo goza hoy en Brasil del respaldo y del aprecio mayoritarios, pero mucho más importante aún es la irreversible aceptación social de que todos los brasileños tienen derecho a la dignidad y la autoestima, por medio del trabajo, la educación y la salud.
Superando adversidades de todo orden, Lula ha recorrido con éxito ese largo y difícil camino que va desde el interés particular, en defensa de los derechos sindicales de los trabajadores, al interés general del país más poblado y extenso del continente suramericano. Sin dejar de ser Lula, en esa larga marcha ha conseguido, además, ilusionar a muchos millones de sus conciudadanos, en especial aquellos más humillados y ofendidos por el azote secular de la miseria, proporcionándoles los medios materiales para empezar a escapar de las secuelas de ese círculo vicioso.
Al mismo tiempo, en los siete años de su presidencia, Brasil se ha ganado la confianza de los mercados financieros internacionales, que valoran la solvencia de su gestión, la capacidad creciente de atraer inversiones directas, como las efectuadas por varias compañías españolas, y el rigor con que ha gestionado las cuentas públicas. El resultado es una economía que crece a un ritmo del 5% anual, que ha resistido los embates de la recesión mundial y está saliendo más fortalecida de la crisis.
Tras convertirse en el presidente que accedía al cargo con un mayor respaldo electoral, en su cuarto intento por lograrlo, Lula manifestó que es inaceptable un orden económico en el que pocos pueden comer cinco veces al día y muchos quedan sin saber si lograrán comer al menos una. Y apostilló: "Si al final de mi mandato los brasileños pueden desayunar, almorzar y cenar cada día, entonces habré realizado la misión de mi vida".
En ese empeño sigue este hombre honesto, íntegro, voluntarioso y admirable, convertido en una referencia inexcusable para la izquierda del continente americano al sur de Río Grande. Tiene una visión del socialismo democrático que pone el acento en la inclusión social y en la justicia medioambiental para hacer posible una sociedad más justa, decente, fraterna y solidaria.
Brasil ocupará pronto un lugar en el Consejo de Seguridad de Naciones Unidas, está a punto de convertirse en toda una potencia energética y en 2014 albergará el Campeonato Mundial de Fútbol. Cuando nos vimos en octubre en Copenhague, Lula lloraba de felicidad, como un niño grande, porque Río de Janeiro acababa de ser elegida ciudad organizadora de los Juegos Olímpicos de 2016. La euforia que le inundaba no le impidió tener el temple necesario para venir a consolarme porque Madrid no había sido elegida y fundirnos en un abrazo.
A mí no me extraña nada que este hombre asombre al mundo.
José Luis Rodríguez Zapatero es presidente del Gobierno español."

PREVIDÊNCIA SOCIAL

O Departamento de Professores Aposentados do Sinpro Minas (Deasinpro) promove, no dia 16/12 (quarta-feira), às 19 horas, no Sinpro Cerp, a palestra Previdências social e privada – uma discussão a partir da visão do trabalho e não do capital, que será ministrada pela diretora do sindicato Maria das Graças de Oliveira, mestre em Ciências Sociais e doutoranda em Ciências da Informação. De acordo com a palestrante, a previdência privada é uma das maiores expressões contemporâneas da expansão mundial das finanças.
A diretora do Sinpro Minas ressalta que as contra-reformas previdenciárias, em curso desde o início da década de 80, buscam retirar direitos dos trabalhadores, enfraquecendo a previdência social e fortalecendo a privada.

A Venezuela e o sistema bancário


Guennadi Sperski (*)
O governo da Venezuela cria o Sistema de Controle Permanente das atividades do setor bancário. Este órgão deverá evitar irregularidades e ilegalidades na esfera financeira. Com o objetivo do seu saneamento haverá uma reforma da lei obsoleta sobre o sistema bancário nacional.
Os primeiros passos decididos foram dados na semana passada: sete pequenos bancos privados infratores foram encerrados pelas autoridades. Dois deles serão extintos, com base nos restantes cria-se o Banco Bicentenario que será do Estado.
A agência americana Moody’s considera que as medidas tomadas poderão subverter a confiança dos clientes nos bancos privados venezuelanos e em todo o sistema financeiro do país.
A Venezuela não faz nenhuma descoberta. O saneamento do sistema bancário realiza-se, se necessário, nos EUA, países da União Europeia, Japão, China, Brasil etc. Com isso, não se trata de proibir totalmente as instituições bancárias privadas. É o que diz a este respeito o presidente da Venezuela, Hugo Chaves: " A propriedade privada pode existir sem problemas se os seus proprietários agirem de acordo com a Constituição e as leis existentes".
O presidente Hugo Chaves desmente as declarações da oposição sobre uma crise bancária e financeira que atingiu o país. Segundo as suas palavras, o sistema bancário nacional da Venezuela é firme e seguro.
Grandes bancos privados são rentáveis e rendosos. Oito deles manifestaram-se dispostos, a par do Estado, a tomar parte na prestação da ajuda aos depositantes dos bancos infractores encerrados.
Contra os seus proprietários foi aberta uma ação judicial, oito deles já se encontram presos preventivamente. Ao todo, a Procuradoria geral assinou trinta mandados de captura de pessoas ligadas a fraudes financeiras.
Guennadi Sperski é comentarista econômico da Voz da Rússia. Imagem: o presidente Chávez chega a Havana para discutir ALBA e é recebido no Aeroporto por Raúl Castro Ruz/Granma.

POETISA DE ESQUERDA


Leneide Duarte

A poetisa romântica da esquerda Fã de Che Guevara, admiradora de Jesus Cristo e amiga de Carlos Marighella, ela foi alfabetizada com poesia e viveu exilada por causa da militância comunista.

Ela gosta de dizer que foi alfabetizada com poesia e amamentada com música. Na juventude, filiou-se ao Partido Comunista. Foi presa em 1935 e ficou ao lado da cela de Olga Benário, a mulher de Luiz Carlos Prestes que morreu nas mãos dos nazistas. "Lamento não ter ficado mais tempo na prisão para conhecê-la", diz.
TRÊS LIVROS
Aos 90 anos, a poetisa Beatriz Bandeira Ryff, que tem três livros publicados, é uma socialista convicta. Para ela, Che Guevara foi um idealista admirável e Jesus Cristo, de certa forma, um revolucionário. No seu panteão particular, estão ainda Luiz Carlos Prestes e Carlos Marighella, de quem foi amiga.
Militante comunista, ela é viúva do jornalista Raul Ryff, gaúcho que ela conheceu no Rio, pouco antes de 1935, e que se tornaria secretário de Imprensa do governo João Goulart. "Fui procurá-lo para levar uma palavra de ordem do partido, ficamos amigos e acabamos presos no mesmo dia", conta.
Nascida em 8 de novembro de 1909, filha de Alípio Abdulino Pinto Bandeira e Rosalia Nansi Bagueira Bandeira, ambos ferrenhos abolicionistas, Beatriz se tornou poetisa, depois de ser alfabetizada pelo avô. "O primeiro livro que ele me deu foi "As Primaveras", de Casimiro de Abreu.
MÚSICA
Depois viriam Castro Alves e Gonçalves Dias", recorda. Foi também o avô que lhe ensinou francês. Seu amor à música vem da infância. Sua mãe cantava e "tocava bandolim divinamente". Formou-se em piano pela Escola Nacional de Música.
Da infância, recorda-se do bonde puxado por burro que passava perto de sua casa no Méier, zona norte do Rio. Nos fins de semana, o programa da família era colher framboesa, pitanga e jabuticaba na Floresta da Tijuca.
Quase toda a vida de Beatriz Ryff tem referências políticas. Em 1964, foi demitida pelo regime militar do cargo de professora de técnica vocal do Conservatório Nacional de Teatro. Ela e o marido foram procurar asilo na embaixada da Iugoslávia. Três meses depois, um grupo de perseguidos políticos de esquerda partiu para o exílio em Belgrado, no navio Bohiny. A experiência rendeu o livro" A Resistência - Anotações do Exílio em Belgrado".
GÊMEOS
Os nomes dos dois filhos gêmeos - o mais velho se chama Sérgio - também têm laços com a política: Luiz Carlos é uma homenagem a Prestes e Tito Bruno é uma dupla homenagem: ao Marechal Tito, que unificou a Iugoslávia em 1945, depois da Segunda Guerra Mundial, e a Giordano Bruno, filósofo italiano que foi queimado na fogueira, em Roma, em 1600, durante a Inquisição.
Do exílio em Belgrado, os Ryff foram para Paris, onde Raul trabalhou para a tevê francesa e Beatriz fez a cobertura de desfiles de moda para uma agência de notícias brasileira. Antes, o casal já vivera exilado no Uruguai, em 1936 e 1937, para se livrar das perseguições do Estado Novo, depois do fracassado levante comunista.
ENEIDA
Pouco tempo depois, filiou-se ao PCB. No partido, conheceu a poetisa Eneida Costa de Moraes. Em 27 de novembro de 1935, dia em que a Revolução Comunista de 1935 foi abafada pelos militares, Beatriz seguiu em missão à casa de Eneida, perto da Lapa. Seus companheiros de partido haviam lhe dado um pacote com granadas do tipo banana.
TOALHA NA JANELA
Ela aprendeu como funcionavam e lhe disseram que deveria subir ao apartamento de Eneida, se não houvesse uma toalha na janela. Tomou um táxi e desceu em frente à Escola Nacional de Música, para despistar e seguir a pé. Ao perguntar o preço da corrida ao motorista, ouviu dele: "Não é nada não, companheira, tenha boa sorte". Beatriz supõe que ele a reconhecera dos comícios dos quais participara. As granadas foram entregues a Eneida sem problemas.
Beatriz se considera uma privilegiada por ter convivido com "pessoas tão especiais e admiráveis". Foi assim com Carlos Marighela, que conheceu em Porto Alegre, em 1947. Nesse anos, os companheiros tinham organizado um bloco de Carnaval chamado Filhos do Povo.
PASSIONÁRIA
Em outra passagem, chorou no ombro da Passionária, como era conhecida Dolores Ibarruri, heroína do Partido Comunista espanhol. Foi na década de 1960, quando ambas participavam em Moscou de um Congresso de Mulheres. Depois de ver um filme sobre crianças catadoras de lixo no Brasil, Beatriz não conteve o choro e Dolores a consolou.
BARÃO DE ITARARÉ
E na prisão, em 1935, ela aprendeu inglês com o Barão de Itararé, pseudônimo do humorista Aparício Torelli. "Quando chegou, o Barão passou a subir nas grades para conversar com as mulheres. Soube que ele dominava bem o inglês e pedi que me ensinasse a língua", conta. "Ele passou a me mandar deveres dobradinhos numa caixa de fósforo que jogava pela grade." Nascia ali mais uma das amizades de Beatriz Ryff.
http://www.terra.com.br/istoegente/19/reportagens/testem_19.htm http://oninhoeatempestade.blogspot.com/2009/11/beatriz-vicencia-bandeira-ryff.html

PREMIAÇÃO

(Iván Lira/Rebelión/Divulgação)

Talento é talento


Quando você vê e escuta o presidente da República falando palavrão em horário nobre da TV concorda com o mito de que De Gaulle disse que este "não é um país sério." Mas o brasileiro não é lá tão vulgar. É talentoso. Veja-se este caso relatado pela BBCBrasil: "Um brasileiro de 20 anos é o grande vencedor do programa alemão Popstars. Seu disco em dueto com uma parceira já está sendo vendido na Alemanha.
Leo Ritzmann, que também tem nacionalidade suíça, venceu o show de talentos, que recrutou cantores para formar um dueto entre milhares de candidatos.
Leo e sua parceira alemã Vanessa foram escolhidos pelo público como o dueto vencedor na madrugada de quinta-feira. A final do programa, transmitida ao vivo, foi vista por 2,5 milhões de telespectadores.
O brasileiro, que fala alemão quase sem sotaque, vive na cidade de Hinwil, na Suíça, e trabalha como comerciante. Ele já tinha ficado em sexto lugar no programa suíço Music Star.
CD com a dupla já está à venda na Alemanha (Foto: Pro Sieben/Stephan Schuetze)
O dueto foi escolhido pelos telespectadores, que votaram por telefone. Nos momentos finais do show, Leo apelou em português frente às câmeras: “Todos os brasileiros que estão me ouvindo, liguem para cá!”
Ele chorou quando foi declarado vencedor. No programa final, ele e sua parceira cantaram músicas como Cry for you e Umbrella, que apresentaram junto com a cantora americana Rihanna.
Seu prêmio é a comercialização de um CD do dueto, que foi gravado antes do show pelos duetos que disputaram a final. O disco já está sendo vendido na Alemanha. (Reprodução da Internet)