sábado, 30 de outubro de 2010

Rosto de Lennon


Os britânicos estão comemorando o lançamento de moeda com o rosto de John Lennon. Uma tocante homenagem ao ex-Beatles, autor de Imagine, um verdadeiro hino à paz.

Dilema: Serra ou Dilma?


Brasil de Fato
Adital -
Eduardo Sales de Lima
Forças da esquerda brasileira divergem quanto ao apoio à candidatura de Dilma Rousseff (PT) no segundo turno.
Grosso modo, a disputa entre petistas e tucanos representa, para alguns analistas, o antagonismo entre dois projetos de nação. Para outros, são duas faces de uma mesma moeda.
O posicionamento das forças de esquerda nesse segundo turno reflete um pouco dessas diferentes visões. A Via Campesina optou por encampar a candidatura de Dilma. O PSOL - Partido Socialismo e Liberdade defendeu um "não à Serra". O PCB - Partido Comunista Brasileiro se definiu pelo apoio crítico à Dilma. O PSTU - Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado posicionou-se pelo voto nulo.
A Via Campesina Brasil, que inclui organizações como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), declararam, mais que o voto a Dilma no segundo turno, o apoio de sua militância no corpo a corpo com a população. "Serra representa, em nível latino-americano, um aliado do imperialismo e um inimigo de todas as forças populares", afirma o integrante da coordenação nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Luiz Dalla Costa.
"Sabemos que a Dilma não vai defender a implantação do socialismo no Brasil, e nem achamos que o socialismo vai ser implantado já. Nessa circunstância, agora, vamos votar e ajudar a eleger a Dilma", defende Dalla Costa. Apesar do apoio eventual, o coordenador do MAB ressalta que, após o pleito presidencial, a luta dos movimentos sociais continuará na defesa dos trabalhadores urbanos, dos atingidos por barragens e dos sem-terra, independente do governo.
Somando o apoio à Dilma, João Batista Lemos, secretário sindical nacional do Partido Comunista do Brasil (PC do B), acredita que o "voto nulo da esquerda é o que a direita gosta" e que uma derrota petista neste segundo turno, mesmo com todas as contradições que acompanharam o governo Lula, representaria um retrocesso nos avanços democráticos e sociais muito grande.
Para Marcelo Freixo (Psol), deputado estadual reeleito no Rio de Janeiro, o voto crítico à Dilma Roussef significa um voto específico de segundo turno. "O segundo turno não é o seu projeto (do Psol) que está em pauta; no segundo turno você vota num projeto menos prejudicial à sociedade que o outro e, depois, é fazer oposição ao vencedor", explica Freixo.
"Iguais"
Diferentemente pensa o PSTU, que defende o voto nulo no segundo turno. "Não existe um 'mal menor' nesse segundo turno. Votar em Dilma ou Serra vai fortalecer um deles para atacar com mais força os direitos dos trabalhadores", pontua o texto de Eduardo Almeida Neto, da Direção Nacional do PSTU e editor do jornal Opinião Socialista. Segundo ele, "cada voto dado em Dilma ou Serra é uma força a mais que eles terão para aplicar uma nova reforma da Previdência".
"Não acho que Dilma e Serra sejam iguais. Limão e lima não são iguais, mas ambas são frutas ácidas", pontua o membro da direção nacional do PSTU, doutor em história social pela USP, Valério Arcary, que salienta categoricamente que não votará em nenhum dos dois.
Ele vai além. Para Arcary, é necessário que a esquerda, "que se denomina anticapitalista", afirme sua posição de que não vai participar de um possível governo Dilma e não deve, "por razões óbvias, nem teóricas", fazer parte de um governo que quer manter o capitalismo."Não há nenhuma perspectiva de que seja um governo com alguma postura anticapitalista, mas sim um governo de gestão do capitalismo", afirma.
Criticando posturas como a do PSTU, em entrevista recente ao site IHU - Instituto Humanitas Unisinos, o analista político Wladimir Pomar, apontou para o fato de que "há muito tempo a esquerda e setores progressistas brasileiros sofrem da síndrome de confundir inimigos e amigos" e que, com o passar dos anos de governo petista, os entendimentos políticos tendem a se tornar mais complexos.
(Ilustração: Bernardo Porto/Internet/Divulgação)

Os chineses e a internet


A rápida expansão da internet no país não muda apenas o estilo de vida dos chineses, como também exerce uma influência profunda nas relações sociais. A expansão acelerada da internet na China não altera apenas as maneiras tradicionais de coletar e usar informações, como também tem uma influência na política, economia e cultura.
O China International Network Information Center (CNNIC) informou que até o final de 2009, o número de internautas chineses chegou a 400 milhões, representando 28,9% da população total do país. O índice, embora não seja tão alto comparado com o de países desenvolvidos, se aproxima da média mundial.
Em primeiro lugar, as internautas femininas registram um crescimento notável. Segundo o Livro Anual de Estatísticas 2009, até o final de 2008, a percentagem da população do país era de 51,5 de homens e 48,5 de mulheres. Porém, a investigação realizada pelo CNNIC mostra que a composição de internautas foi de 52,5% do sexo masculino e 47,5% do sexo feminino em 2008, enquanto o valor em 2007 foi de 57,2% de homens e 42,8 de mulheres.
Segundo, os jovens com idade entre 20 e 29 anos representam a maior parte dos usuários de Internet, com cerca de 33,4%. Em seguida, surgem os que estão na faixa etária entre 30 a 39 e os que ficam abaixo de 19 anos, responsáveis por 21,9% e 20,7%, respectivamente. A participação ativa do grupo entre 20 e 29 anos incentiva a prosperidade da internet porque, com o crescimento desse grupo e sua cada vez maior participação da vida social, a rede converterá de mero divertimento à busca de informações.
Terceiro, a população de usuários da internet no país é composta principalmente por pessoas com alto nível de educação, em universidades ou institutos de educação superior. Segundo os dados, 44,3% e 26,5% dos acessos são atribuídos a usuários graduação em universidades ou institutos.
Entre as profissões mais frequentes, "colarinhos-branco", são o grupo que mais acessa a internet, correspondendo a 31,5%. Em seguida estão os profissionais técnicos, professores e médicos, com 15,9%. É de notar que os estudantes dividem uma parte significativa desse bolo, com 24,2%.
Por fim, a pesquisa do CNNIC indica uma diferença relacionada ao nível de desenvolvimento regional e a distribuição de internautas. No leste da China, região mais desenvolvida, a taxa de usuários chega a 40%, bem mais alta que a de 21,5%, registrada no oeste do país. Nas quatro maiores cidades, Beijing, Shanghai, Guangzhou e Shenzhen, a média é de 30,38% de usuários na população, contra 7,72 e 4,74% nas vilas e aldeias. (Com a Rádio China Interncional)

Vem aí o Balé da China




Entre dias primeiro de novembro e 1o de dezembro, a Companhia Central de Balé da China, composto por 105 pessoas, fará um show itinerante pelo Brasil. É a primeira visita do grupo ao país sul-americano em seus 50 anos de história.Segundo o conselheiro cultural chinês no Brasil, Shu Jianping, a Companhia Central de Balé da China realizará um total de 18 apresentações em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte.

A trupe abre turnê brasileira em Porto Alegre, nos dias 3 e 4 de novembro, no Teatro do SESI. Da Capital, a companhia segue para performances em Curitiba (Teatro Guaira, dias 6 e 7/11), São Paulo (Teatro Bradesco, de 10 a 14/11), Rio de Janeiro (Theatro Municipal, de 17 a 21/11), Brasília (Teatro Nacional, dias 24 e 25/11) e Belo Horizonte (Palácio das Artes, dias 27 e 28/11).
Em solo gaúcho, o Balé da China apresentará um programa triplo com algumas das melhores coreografias de seu repertório. No espetáculo será apresentada a obra Yellow River, um balé considerado revolucionário, combina com perfeição a dança clássica e a dança chinesa. A superprodução, que conta com uma grande central técnica e um vasto acervo de cenários e figurinos, apresentará também as peças Giselle Act II e New Year’s Sacrifice. Fiel à estética da companhia o grupo mantém a proposta de preservar a tradição da dança chinesa e incorporar ao repertório as grandes obras do bale romântico ocidental, premissa que já produziu bem sucedidas versões chinesas de bailados consagrados como Dom Quixote, Romeu e Julieta e A Bela Adormecida.
A COMPANHIA
Uma das funções do Balé Nacional da China é promover a aproximação entre os povos. Dentro dessa perspectiva, a companhia atua como um autêntico embaixador cultural do país, especialmente no mundo ocidental. Foi levando essa mensagem de paz e confraternização que se apresentou em mais de 20 países da Ásia, Europa e Américas, além de Hong-Kong, Macau e Taiwan. As bem sucedidas turnês aos Estados Unidos, Reino Unido, Rússia e Alemanha — que se estenderam também à Holanda, Suíça, Bélgica e Áustria — contribuíram de maneira decisiva para o prestígio internacional da companhia.
O Balé Nacional da China foi fundado em 1959 e é a única companhia de dança estatal do país. Desde a sua criação, a proposta era preservar a tradição da dança chinesa e incorporar ao repertório as grandes obras do balé romântico ocidental. Nesta esteira, vieram à luz produções de bailados consagrados como Dom Quixote, Romeu e Julieta e A Bela Adormecida.
Trabalhando em seu outro viés, o Balé Nacional da China vem dando crescente importância às criações contemporâneas dos mais diversos estilos e escolas. Incorporando a técnica do balé clássico, a companhia conseguiu a proeza de retratar, através de seus passos, a vida e a cultura do país.
Esse revigoramento da dança se deu, em grande parte, pela colaboração fundamental de artistas veteranos como Dai Ailian, Zhao Feng, Li Cheng Xiang e Jiang Zuhui, responsáveis por espetáculos vitoriosos como O Destacamento Vermelho Feminino, O Sacrifício de Ano Novo e Lin Daiyu. Tudo isto sob o comando de Zhao Ruheng, atual diretor da companhia, responsável pela introdução de novas produções que foram recebidas entusiasticamente pelo público.
O Balé Nacional da China possui uma enorme central técnica, onde se encontra armazenado um vasto acervo de cenários e de figurinos, utilizados em todas as suas produções de bailados e óperas-bailados.
BAILARINOS
Todos os integrantes do Balé Nacional da China são oriundos da Academia de Dança de Beijing, onde recebem uma sólida formação artística, trabalhando exaustivamente todas as técnicas do balé clássico do famoso método da Academia Vaganova, de S. Petersburgo – berço também das estrelas do mítico Kirov Ballet – e aprofundando seu conhecimento da rica tradição da arte chinesa.
Nesse contexto, foi de grande valia a enorme contribuição trazida por gerações de excelentes bailarinos, que não mediram esforços para transmitir aos novos astros e estrelas toda a beleza e rigor de uma forma de arte eminentemente ocidental.
Os resultados não tardaram a aparecer: nos últimos anos, vários bailarinos — com destaque para Zhu Yan, Zhang Jian eSun Jie — conquistaram uma série de prêmios em concursos internacionais, recebendo gratificantes elogios de seus colegas ocidentais.

A VOZ DA RÚSSIA


A “Voz da Rússia” comemora o seu aniversário. Há 81 anos Moscou deu início a transmissões para países estrangeiros. Durante todos estes anos informamos o mundo sobre a vida da Rússia, oferecemos um quadro patente de tudo que se passa no país, tornavamos o nosso país mais compreensível e próximo aos ouvintes em todos os recantos da Terra.
Hoje em dia a “Voz da Rússia” continua na lista de cinco radioemissoras mais populares do mundo. É uma radioemissora com a sua história e tradições, com um estilo único de trabalho, um órgão moderno, espirituoso e, inclusive, mordaz da mídia.
A 29 de outubro de 1929 o mundo ouviu pela primeira vez este prefixo.
- Fala Moscou!
Foi assim que surgiu uma noção totalmente nova – a radioemissão para estrangeiro, uma radiemissão sem limites. Naquela ocasião a rádio de Moscou transmitiu pela primeira vez programações em alemão e, a seguir, também em outras línguas européias.
Apenas três anos depois surgiu mais uma outra emissora internacional, a Be Be Ce. Alguns anos depois foi criada a “Voz da América”. Hoje a “Voz da Rússia” engloba cerca de mil funcionários, correspondentes, comentaristas, locutores, analistas, diretores artísticos e apresentadores “ao vivo”.
Nos últimos anos o pessoal do serviço de emissão para países estrangeiros faz tudo para ampliar e preservar o seu auditório. Hoje transmitimos em 41 línguas, durante mais de 150 horas por dia. Quinhentos programas sintonizados por mais de cem milhões de pessoas em 170 países do mundo relatam a vida da Rússia moderna, a sua história, cultura, a sua política interna e externa.
Hoje em dia a nossa companhia de radiodifusão é meio de informação em massa que mantém contato ininterrupto com os ouvintes do mundo inteiro, - ressaltou o vice – ministro das relações exteriores da Rússia Aleksandr Iakovenvko.
- A “Voz da Rússia” é uma companhia em desenvolvimento dinâmico, que utiliza os meios mais modernos a fim de levar aos seus ouvintes o máximo de informação sobre a Rússia. Nos últimos anos foram renovados substancialmente todos os meios de emissão da companhia. Em particular, a introdução de tecnologias de multimídia no site da companhia de radiodifusão contribuiu para um sensível aumento do número dos seus usuários.
Atualmente a “Voz da Rússia” aposta em novas tecnologias. Graças ao desenvolvimento da Internet, o auditório pode não somente ouvir as nossas programações, mas também assistir aos programas televisionados em formato vídeo. Em poucas palavras, a “Voz da Rússia” continua a desenvolver-se e conquistar novas posições, - constata o seu presidente Andrei Bistritski.

Para a mulher brasileira




Romeu Sabará ( *)


Eu, homem brasileiro, com meus sessenta e nove anos de vida, como antropólogo e pretenso poeta, depois de participar de tantos processos eleitorais para presidente da República, de assustado e envergonhado, passei a ficar indignado com o que vem ocorrendo no processo para eleição do futuro Presidente da República a tomar posse em 2011.
Pela primeira vez, na História do Brasil, uma mulher, candidata a Presidente da República -a Dilma Rousseff- tornou-se favorita no processo eleitoral para dirigir essa nação que sempre foi governada por homens. Foi o bastante para que o mais descarado machismo brasileiro viesse à tona, com todas suas armas e se avolumasse na cabeça de homens equivocados ou de má fé.
Levantou-se uma voz que havia séculos vinha falando em nome do útero da mulher, como se o corpo de mulher fosse propriedade de homens reprodutores. Desencadeou-se a mais sórdida campanha contra essa mulher, de calúnia em calúnia, mídia por mídia, de boca em boca, encoberta pelo mais vil anonimato. Hipocritamente, acusam-na de ser a favor do aborto e se arvoram como defensores de criancinhas, das mulheres que eles mesmos levaram para o sacrifício.
Para tanto, não faltaram religiosos equivocados ou de má fé que, esquecendo-se do espírito cristão que pregavam, entraram em cena para engrossarem essa onda antidilma. E porque Deus não é homem e nem mulher, mas somente justo, há de afastar essa perversa onda machista para triunfar a verdade. Que religiosos de boa vontade nos venham a falar de um Deus, justo para com as mulheres.
Mais do que isso, emerge em cena o fantasma da ditadura militar para mancharem seu passado de lutas. Antes, diziam que Dilma não participou do movimento pelas Diretas-Já, contra a ditadura militar. Agora, homens de má fé, que implantaram a ditadura e mataram filhos da Pátria Amada, vêm engrossar essa perversa onda machista, alegando que ela participou da luta armada contra a ditadura militar. E, por ter sido ela, heroína entre nossos heróis, colocam seu corpo de mulher na roda para zombaria de homens de má fé. Isto tudo porque estão apavorados ante a ameaça de perderem esta luta democrática que vem sendo travada pelo voto, voto por voto.
Em face de tamanho estupro moral, as mulheres brasileiras para que não sejam, depois, acusadas de coniventes com esse machismo, deveriam cerrar fileira ao seu lado. Que o corpo as mulheres que geraram, amamentaram e criaram os filhos da Pátria Amada Brasil fale mais alto do que a boca desses degenerados. Que seus filhos e seus companheiros sejam solidários com essas mulheres, sejam elas brancas, negras, indígenas ou mestiças.

(*) Romeu Sabará é antropólogo e escritor, além de professor da UFMG
(Ilustração: Quinho/Divulgação)

O último debate




Los candidatos a la presidencia de Brasil Dilma Rousseff y José Serra evitaron ataques personales y mostraron sus mejores rostros en el último debate televisivo antes de la segunda vuelta de los comicios generales del próximo domingo. En vez de las habituales preguntas y respuestas entre los propios aspirantes, la TV Globo decidió convocar a 80 electores que aún no habían definido su voto por alguno de los dos candidatos y les pidió elaborar cinco interrogantes sobre los principales asuntos de interés para los brasileños.Los temas fueron salud, educación, medio ambiente, políticas sociales, seguridad social, inversiones en infraestructura, política económica, agricultura, corrupción, saneamiento, seguridad e impuestos, entre otros.
De las 400 interrogantes, se escogieron las 12 que los propios electores les formularon a los candidatos.Durante hora y media, dividido en tres bloques de cuatro preguntas cada uno, la petista y el tucano respondieron de manera alterna las 12 interrogantes, que tuvieron réplica y contrarréplica de los propios aspirantes.Pese a ello, al responder algunas de las preguntas Rousseff, aspirante por el gobernante Partido de los Trabajadores (PT), y Serra, por el opositor Partido de la Social Democracia Brasileña (PSDB), aprovecharon para cruzar leves ataques entre los dos programas de gobierno.
En general, ambos candidatos se mostraron seguros en sus comentarios, exaltando los proyectos que desarrollarían en caso de llegar al Palacio de Planalto sobre cada uno de los aspectos abordados, apreciándose diferencias sustanciales en los programas de los dos candidatos en temas como educación, seguridad social y salud.
Antes de concluir el debate, Rousseff y Serra tuvieron dos minutos cada uno para las consideraciones finales, que comenzó la petista agradeciendo a todos los que la apoyaron durante la campaña y solicitó el voto de los brasileños para ser la primera presidenta de Brasil, cargo para el que aseguró estar preparada.
Por su parte, Serra agradeció a la audiencia y a los electores indecisos que participaron en el debate con sus preguntas e hizo un relato de su biografía para pedir el voto de los brasileños.En declaraciones a la prensa al finalizar el debate, la aspirante por el PT evaluó de positivo el debate, en especial modelo utilizado, el cual calificó de muy interesante y permitió una interacción mayor entre los candidatos y los electores.
Serra también evaluó de positivo el último encuentro y estimó que fue "un espectáculo de la democracia". Un debate libre, las personas preguntando, decenas de millones viendo por televisión e iluminando sus mentes respecto a la decisión que deben tomar el domingo.
Con este debate televisivo concluyeron la propaganda electoral gratuita en los medios de comunicación, la realización de actos proselitistas y el uso de equipos de sonido para promover a los candidatos.
Mañana, los aspirantes pueden sostener encuentros con los electores, pero sin emplear equipos de sonido. (Prensa Latina/Agência Brasil/Divulgação)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Revolução sem retrocesso




"Não haverá pacto com a burguesia nem falta de equilíbrio revolucionário", disse Chávez que é também presidente do PSUV. Segundo ele, a prioridade será avançar na construção do socialismo no ritmo que as circunstâncias imponham. O presidente venezuelano, Hugo Chávez, garantiu que nada nem ninguém poderá deter o avanço da Revolução Bolivariana, processo de mudanças iniciado há mais de uma década. Ele fez um chamamento para aprofundar as transformações empreendidas em 1999 de forma audaz em sua execução, mas com base nos princípios da mais detalhada planificação e com caráter científico.
Temos que criar as condições para acelerar a expansão do socialismo, para ir substituindo o capitalismo pelo novo modelo, insistiu Chávez.
Durante um encontro celebrado na véspera com os deputados eleitos pelo Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), exortou os integrantes da organização a trabalhar sem descanso com vistas às eleições presidenciais de 2012.
É preciso criar as condições para alcançar uma vitória esmagadora nas próximas eleições, destacou.
Chávez recordou que as forças de direita não descartam a opção do golpismo para derrocar os movimentos progressistas surgidos na região e aconselhou a oposição a não se equivocar, disse. (Com a Prensa Latina e Telesur)

Jesus e Cristo, uma história




O BOM JESUS E O INFAME CRISTO

“Esta é a história de Jesus e de seu irmão Cristo, de como nasceram, de como viveram e de como um deles morreu. A morte do outro não entra na história.” Haverá quem se incomode - e muitos já se incomodaram - com um começo assim, tão infiel à “verdade” dessa história. Logo que foi lançado, O bom Jesus e o infame Cristo chacoalhou a imprensa internacional.Ao revisitar uma das mais célebres narrativas do mundo ocidental, Philip Pullman retorna também à grande preocupação de leitores e ouvintes deste e de outros relatos, hoje e em todas as épocas: o que aconteceu de fato naquilo que nos é contado?
Na encruzilhada em que invenção e realidade se tocam, assoma a curiosidade irresistível pelo que separa a História de uma história.Na engenhosa e fascinante reescrita do mito de Jesus a que se propõe Pullman, o personagem central assume duas personalidades: o primeiro, Jesus, é dado à imaginação dos milagres e do mistério sobre os quais, em última análise, será edificado o poder da Igreja; o segundo, Cristo, é, porém, um homem comum, realista em sua fé e intransigente nos princípios que deveriam, para ele, nortear a convivência humana.
O bom Jesus e o infame Cristo lança novas luzes sobre quem foi o fundador do cristianismo. Não para contestar sua presença capital na conformação da cultura do Ocidente nestes últimos dois milênios, mas para alimentar o debate em torno, justamente, da duradoura sobrevivência desse relato. “Uma fábula muito corajosa e deliberadamente provocadora [...]. Pullman no melhor estilo, claro e conciso [...]. Uma narrativa ambiciosa, estimulante e profunda.” - The Guardian.
“Apesar de Pullman mostrar sua erudição de forma leve, como fazem os grandes contadores de histórias, não tenho dúvida de que ele domina perfeitamente a complexidade da busca por um Jesus histórico. Um livro belo e impetuoso, que [...] vai tocar até aqueles que discordam dele.” - Richard Holloway, The Observer. (Lançamento da Companhia das Letras)

ACíLIO LARA REZENDE




A decepção e o desânimo não tomam conta de mim

A poucos dias do segundo turno, luto para que a decepção (com alguns intelectuais) e o desânimo (com a maior parte dos políticos) não tomem conta de mim. Luto, sobretudo, para que o medo do que pode acontecer ao país no futuro não se apodere de mim.
O controle social da mídia (o novo nome da censura à imprensa), tentado mais de uma vez pelo governo Lula, assombra hoje São Paulo, Ceará, Bahia, Alagoas e Piauí. E, na campanha em prol da sua escolhida, Lula ultrapassa todos os limites, virando um cabo eleitoral agressivo, movido a poder, ódio e ressentimento.
Essa orquestração mete medo a quem tem juízo!
Às vésperas do segundo turno das eleições para o mais elevado cargo da República e revoltado com o espetáculo grotesco encenado pelo presidente Lula nesses últimos dias, o que me faz agora não perder a esperança é a lucidez de Hélio Bicudo, um político de mãos, alma e coração limpos, um jurista de escol e um exemplar ativista dos direitos humanos. É ele, felizmente, quem me dá forças para cumprir este compromisso semanal. A ele, pois, cedo este espaço.
"Em uma democracia, nenhum dos poderes é soberano. Soberana é a Constituição. É ela que dá corpo e alma à soberania do povo. Acima dos políticos, estão as instituições, pilares do regime democrático. Hoje, no Brasil, os inconformados com a democracia representativa se organizam no governo para solapar o regime democrático. É intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político e máquina de violação de sigilos".
"É lamentável que o presidente esconda no governo que vemos o governo que não vemos, no qual as relações de compadrio e da fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do país, negando-se a qualquer controle".
"É constrangedor que o presidente da República não entenda que o seu cargo deve ser exercido em sua plenitude nas 24 horas do dia. Não há ‘depois do expediente’ para um chefe de Estado. É constrangedor, também, que não tenha a compostura de separar o homem de Estado do homem de partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro do cargo, numa manifestação escancarada de abuso de poder".
"É aviltante que o governo estimule e financie a ação de grupos que pedem abertamente restrições à liberdade de imprensa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas e empresas de comunicação às determinações de um partido político".
"É repugnante que essa mesma máquina oficial de publicidade tenha sido mobilizada para reescrever a história, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da estabilidade econômica e política, com o fim da inflação, a democratização do crédito, a expansão da telefonia e outras transformações que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo".
"É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como mera extensão do Executivo, explicitando o intento de encabrestar o Senado. É um escárnio que o mesmo presidente lamente publicamente o fato de ter de se submeter às decisões do Judiciário".
O que de fato Hélio Bicudo pede ao povo brasileiro, do alto dos seus 88 anos, é que não capitule, mas, ao contrário, "erga sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade".
Unamos o país que Lula e o PT insistem em dividir!
(Transcrito de O Tempo, edição de 28/10/2010, inclusive a imagem)

EUA: forte demanda por vistos



A seção consular da Embaixada dos EUA em Brasília anuncia a segunda fase do mutirão para atender à grande demanda brasileira por entrevistas de vistos para não-imigrantes: a Super Terça, no dia 2 de novembro. Vagas de entrevistas para essa data na Embaixada dos EUA em Brasília já estão abertas.
Novecentas dessas vagas estão reservadas para pessoas que estão renovando o visto válido atualmente ou que tenha expirado há menos de 12 meses. As outras 600 vagas estão disponíveis para aqueles que desejam viajar para os Estados Unidos pela primeira vez ou para aqueles cujo visto tenha expirado há mais de 12 meses. Essas vagas de entrevista estão disponíveis para qualquer pessoa residente no Brasil.
A Embaixada dos EUA contará com mais de 50 funcionários para dar assistência aos procedimentos de emissão de visto. “Estamos trabalhando além do normal para ajudar os brasileiros a viajar para os Estados Unidos”, diz a chefe da seção consular da Embaixada dos EUA, Antonia Cassarino. “Esperamos que esses dias de mutirão ajudem os brasileiros a planejar suas viagens e permitam que eles aproveitem os pacotes de viagens e promoções para nosso país”.
A demanda dos brasileiros por vistos de turismo para visitar os EUA continua a crescer devido à forte economia brasileira e à valorização do real frente ao dólar, causando o aumento da espera por entrevistas. Apenas como exemplo, semana passada o Consulado Geral de São Paulo abriu 2.600 novas vagas para entrevistas, que foram preenchidas em duas horas. Em todo o Brasil, os consulados americanos entrevistaram 22% mais pessoas até agora em 2010 que durante o mesmo período em 2009. Espera-se que esse número aumente quando o Brasil entrar na alta temporada de verão.
Pensando nisso, vagas adicionais para entrevistas também foram adicionadas ao expediente das seções consulares durante os dias úteis regulares. Cerca de 95% de todos os solicitantes brasileiros recebem o visto. A maioria dos vistos emitidos para brasileiros são do novo tipo B1/B2, que permite viagens a negócios e a turismo, com dez anos de validade.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Denúncia:CIA articula golpe



Fundação denuncia esquema golpista
patrocinado pela CIA no Brasil

Não bastasse o governador eleito do Rio Grande do Sul e ex-ministro da Justiça, Tarso Genro, denunciar “uma campanha de golpismo político só semelhante aos eventos que ocorreram em 1964 para preparar as ofensivas” contra o então governo estabelecido, o jornal da Strategic Culture Foundation – a partir de sua seção norte-americana, especializada em geopolítica – publicou, nesta semana, reflexão na qual avalia o esforço dos setores mais conservadores dos EUA para denegrir as “imaturas” democracias da América Latina e do Caribe.
No artigo intitulado “Elections in Brazil and the US Intelligence Community” (Eleições no Brasil e a comunidade de inteligência dos EUA), assinado pelo analista Nil Nikandrov, a instituição lembra que “o Brasil nunca pediu permissão para afirmar o seu direito à soberania e à posição de independência na política internacional em causa ao longo dos oito anos da presidência de Luiz Inácio Lula da Silva, e era amplamente esperado que G. Bush acabaria por perder a paciência e tentar domar o líder brasileiro.
Nada disso aconteceu, embora, evidentemente, porque os EUA se sentiram sobrecarregados demais com problemas com a Venezuela para ficar trancado em um conflito adicional na América Latina”.
Leia os principais trechos do artigo:
“Falando aos diplomatas e agentes de inteligência na Embaixada dos EUA no Brasil em março de 2010, a secretária de Estado, Hillary Clinton enfatizou: ‘na administração Obama, estamos tentando aprofundar e alargar as nossas relações com um certo número de países estratégicos e o Brasil está no topo da lista. Este é um país que realmente importa. E é um país que está tentando muito duro para cumprir a sua promessa ao seu povo de um futuro melhor. E assim, juntos, os Estados Unidos e o Brasil tem que liderar o caminho para os povos deste hemisfério”.
“Vale ressaltar que H. Clinton credita ao Brasil nada menos do que o direito de mostrar o caminho para outras nações, embora de mãos dadas com Washington. Para este último, o caminho é o de suprimir as iniciativas socialistas em todo o continente, de se abster de juntar projetos de integração regional a menos que sejam patrocinados pelos EUA, para se opor aos esforços dos populistas que visam formar um bloco latino-americano de defesa, e para impedir a crescente expansão econômica chinesa.
“Os EUA nomeou o ex-chefe do Departamento de Estado de Assuntos do Hemisfério Ocidental e um passaporte diplomático, com uma reputação dúbia Thomas A. Shannon como novo embaixador para o Brasil às vésperas das eleições no país. Ele se esforçou para convencer o presidente do Brasil para alinhar o país com os EUA e a adotar políticas internacionais menos independentes.
Washington ofereceu vantagens ao Brasil como maior cooperação na produção de combustíveis renováveis, consentiram em que estabelece uma divisão da Boeing no país, e assinou uma série de acordos com as indústrias de defesa brasileira, incluindo a comissão de 200 aviões Tucano para a Força Aérea dos EUA.
“O presidente Lula não aceitou. Ele teimosamente manteve a parceria com a H. Chavez e Morales J. esteve em Havana e Teerã, condenou o golpe pró-EUA em Honduras, e até mesmo se comprometeu a desenvolver um setor nacional de energia nuclear. Ele propôs Dilma Rousseff – uma candidata séria, para esperar para orientar um curso da mesma forma independente – como seu sucessor.
É alarmante para Washington, Dilma era membro do Partido Comunista e integrou a Vanguarda Armada Revolucionária – nomeadamente, com o pseudônimo de Joana d’Arc, na década de 1970.
Ela foi traída por um agente do governo, depois presa, torturada sob os métodos que a CIA ensinou na Escola das Américas, e teve que passar três anos na cadeia. Por isso, mesmo décadas depois Rousseff não é a pessoa da qual se possa esperar que seja um grande fã dos EUA.
“A campanha de Dilma ganhou força gradualmente e as sondagens começaram a dar-lhe um lugar na corrida à frente do candidato de direita, José Serra.
Jornalistas ‘amigos-da-américa (do norte)’ e agentes da CIA sondaram a sua disponibilidade para forjar um acordo secreto com Washington e então descobriu-se que o plano não teve chance porque Rousseff firmemente prometera fidelidade ao curso do presidente Lula. A CIA reagiu a tentativa de manchar Rousseff, e os meios de comunicação de imediato lançaram o mito sobre o seu extremismo. Encontraram informantes da polícia, que posaram como “testemunhas” de seu envolvimento em assaltos a bancos para os quais pretendia pegar o dinheiro para apoiar o terrorismo no Brasil.
A mídia conservadora travara uma guerra de classificações e elogios em coro pró-EUA, José Serra como o incontestado favorito e Dilma – como um rival puramente nominal. Estabilizada a situação, no entanto, Dilma Rousseff finalmente emergiu como a líder da campanha, graças a um apoio pessoal do presidente Lula.
“Ainda assim, a pontuação de Rousseff caiu de 3% a 4%, tirando a chance de vencer ainda no primeiro turno das eleições. O resultado do segundo turno dependerá em grande parte os defensores de Marina da Silva Vaz de Lima, do Partido Verde, que ocupou o terceiro lugar nas eleições, com 19% dos votos. A guerra entre os militantes do PV está declarada e Shannon irá tentar de todos os meios para quebrar uma aliança entre Serra e Silva.
“O time de Dilma visivelmente perdeu o tom triunfalista inicial – o segundo turno é um jogo difícil, e o adversário de seu candidato está implicitamente apoiado por um império poderoso e cheio de recursos que é conhecido por ter impulsionado rotineiramente candidatos à esperança para a vitória. A mídia no Brasil – O Globo, as editoras Abril, como Folha de S. Paulo e a revista Veja – estão ocupados em lavagem cerebral do eleitorado do país.
“A equipe de Shannon está enfrentando a missão de ajudar ‘novas forças’ menos propensas a desafiar Washington e ajudar a obter um controle sobre o poder no Brasil.
A CIA emprega ex-policiais brasileiros demitidos de seus cargos por várias razões, para fazer o trabalho de campo como a vigilância, as invasões a apartamentos, roubos de dados de computador, e chantagem. Na maioria dos casos, estes são os indivíduos com tendências ultradireitistas que consideram Serra como seu candidato.
Ministérios do Brasil, comunidades de inteligência e complexo militar-industrial estão fortemente infiltradas por agentes dos EUA. A embaixada dos EUA e do pessoal do consulado no Brasil inclui cerca de 40 dentre a CIA, DEA, FBI, agentes de inteligência e do exército, e têm planos para abrir dez novos consulados nas principais cidades do Brasil, como Manaus, na Amazônia.
“Embora o Departamento de Estado dos EUA esteja empenhado em reduzir o tamanho da representação diplomática no mundo, em um esforço para cortar despesas orçamentais, o Brasil continua sendo uma exceção à regra. O país tem um potencial para se estabelecer como uma força contrária na geopolítica para os EUA no Hemisfério Ocidental dentro dos próximos 15 a 20 anos e as administrações dos EUA – tanto republicanos quanto democratas – estão preocupados com a tarefa de impedi-la de assumir o papel”

Tradução: CdB
(Publicado originalmenbte no Pravda rus , edição online de 25/10/2010)

China anuncia estação espacial

A segunda sonda espacial chinesa fotografará na Lua a Baia de Arco-Iris

O porta-voz do Projeto Aeroespacial Tripulado da China afirmou que o projeto de estação espacial tripulada da China já foi iniciado. Será estabelecido em 2020 um laboratório espacial tripulado de nível nacional com grande envergadura.
Segundo o porta-voz, este projeto será divido em duas fases compostas por laboratório espacial e estação espacial. A construção da estação espacial será a continuidade dos resultados obtidos na área do projeto aeroespacial tripulado. As instalações de lançamento de aeronave Shenzhou e o foguete portador II F serão usados novamente na segunda fase.Com a Rádio China Internacional)

A morte de Nestor Kirchner


Os chefes de Estado da Venezuela, Equador, Chile ey Paraguai confirmaram presença nas despedidas de um dos grandes líderes de América Latina, Néstor Kirchner. O corpo de Kirchneer está sendo velado na Casa Rosada.
Ex-presidente da Argentina Nestor Kirchner morreu nesta quarta-feira aos 60 anos, na cidade de El Calafate, Província de Santa Cruz, sul do país.
Internado às pressas no Hospital José Formenti, ele teve morte súbita após sofrer uma parada cardiorrespiratória.
Esta havia sido a terceira internação de Kirchner somente este ano.
Ele governou a Argentina entre 2003 e 2007, tendo sido sucedido por sua mulher e atual presidente, Cristina Fernández de Kirchner. Em maio, ele havia assumido o cargo de secretário-geral da Unasul (União das Nações Sul-Americanas).
Antes de chegar à Presidência, Kirchner foi prefeito de Río Gallegos (capital de Santa Cruz) entre 1987 e 1991 e governador da Província entre 1991 e 2003. Em 2009, ele foi eleito deputado federal, com mandato válido até 2013.
À frente do Partido Justicialista (PJ, peronista), o maior da Argentina, o ex-presidente era apontado por analistas como o “braço forte do governo” da mulher.
Ele era cotado para ser candidato à Presidência novamente nas eleições de outubro do ano que vem. (Com a BBCBrasil, Prensa Latina/Telesur/Divulgação)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Aqui o Serróquio

(Publicada no Conversa Afiada, de Paulo Henrique Amorim)

ONU CONDENA BLOQUEIO

Sem meio-termo


Lula não seria presidente
se não fosse a imprensa

Cinco Estados brasileiros estão discutindo formas de impor algum tipo de controle social à mídia. Em quatro deles (Ceará, Alagoas, Bahia e Piauí), o Executivo está por trás das iniciativas. Em São Paulo, o projeto nasceu na Assembleia Legislativa.
O fato surge no ano em que o governo federal patrocinou uma conferência nacional de comunicação. A criação de conselhos foi uma das recomendações do evento. Antes, o governo havia apoiado a criação de um Conselho Federal de Jornalistas, que não vingou.
Com frequência, o governo federal tem manifestado seu desgosto com as críticas da imprensa. Ele generaliza, sem observar que existem órgãos que o apoiam. O presidente da República chegou a equiparar a imprensa a um partido político.
Essa insatisfação faz parte de um clima que vem dominando a América Latina. A mídia sofre restrições na Venezuela e na Argentina. No Brasil, entre 2008 e 2010, foram mais de 70 atos de censura à imprensa cometidos pelo Executivo e o Judiciário.
A verdade é que os governos não gostam da mídia. Ou melhor, só gostam dela quando ela os serve. Tanto isso é verdade que, da atual escalada, participa até um governo do PSDB (Alagoas). Lula não seria presidente se não fosse a imprensa.
Sem dúvida que abusos são cometidos. A sociedade reclama, com frequência, dos exageros de programas de televisão. A manipulação da opinião pública é muitas vezes evidente. Pior seria, no entanto, se a liberdade de imprensa não fosse garantida pela Constituição.
Os governos sempre encontram meios de tutelar a imprensa. Seja distribuindo canais de rádio e TV ou através da programação das verbas publicitárias. Por isso mesmo, o país deveria ter uma legislação abrangente que respeitasse a autorregulação do setor.
A liberdade de expressão e de imprensa não é um valor relativo. Ou existe ou não existe. Não tem meio-termo.

(Publicado hoje , 26/10/2o10, por O Tempo- os destaques são nossos)
(Imagem:Latuff/Divulgação)

Apoio à luta dos franceses


Todo apoio à luta dos trabalhadores franceses

O Partido Comunista Brasileiro - PCB se solidariza com os trabalhadores, aposentados e o povo Francês que luta contra os avanços do capital sobre seus direitos. No rastro da crise cíclica do capitalismo, que colocou às claras os meandros da acumulação do capital e da rapina que os grandes bancos e instituições financeiras fazem à população de todo o mundo, os Estados se prontificaram a salvar o capitalismo, injetando volumosos recursos nas instituições do capital – bancos e empresas privadas que foram e estão sendo salvas pelos Estados, às custas de aumento da arrecadação tributária e de cortes nos recursos dos trabalhadores.
Por outro lado, esse mesmo Estado, que na França tem à frente a direita mais atrasada representada por Sarkozy, quer reduzir os direitos dos trabalhadores que foram conquistados com duras lutas durante décadas de greves e manifestações.
Neste momento em que a grande contradição de classe reaparece claramente, os trabalhadores franceses, reagindo ao rotineiro conluio da burguesia com o Estado, ocupa as ruas, as portas das fábricas e as universidades para fazer valer os seus direitos e avançar na organização dos trabalhadores pelo seu objetivo político.
O PCB apóia essa luta de classe e de massa que se desenvolve na França, com a esperança e o firme engajamento de que essa luta se transforme em uma luta permanente anti-capitalista e pelo socialismo.
É importante registrar que, apesar da vitória do governo de direita na França (por exígua margem de votos - 177 a 153) - que aprovou seu plano para aumento da idade mínima para aposentadoria, de 60 para 62 anos, e de 65 para 67, para que o trabalhador receba o benefício integral, dentre outras medidas -, os trabalhadores e a juventude da França deram mostras da capacidade de organização e mobilização popular contra os ataques a seus direitos, desgastando politicamente o governo francês e servindo de exemplo para os trabalhadores de toda a Europa (que se mobilizam em vários países) e de todo o mundo.

Comissão Política Nacional

PCB – Partido Comunista Brasileiro
(Imagem:estudantes também lutam pelos trbalhadores/L'Humanité/Divulgação)

Morre o polvo Paul


Nesta terça-feira morreu o polvo Paul, que conheceu fama este ano, tendo previsto os resultados dos partidos na Copa do Mundo de futebol na África do Sul, informou seu aquário na Alemanha, citado pela Reuters.Com a Voz da Rússia)

Eslovênia tem prefeito negro


Um médico nascido em Gana, na África, foi eleito prefeito na Eslovênia. Peter Bossman, de 54 anos, é o primeiro negro a ocupar esse cargo em uma prefeitura do país - e, provavelmente, o primeiro na antiga Iugoslávia.
Bossman, que concorreu pelo partido de centro-esquerda Social Democratas (SD), venceu por margem pequena na cidade costeira de Piran.
Ele disse que as pessoas não veem mais a cor de sua pele e que sua eleição demonstra o "alto nível de democracia na Eslovênia". Também se declarou "feliz e orgulhoso".
Bossman chegou ao país na década de 1980, quando a Eslovênia ainda era parte da antiga Iugoslávia, para estudar medicina.
Ele derrotou o prefeito anterior, Tomaz Gantar, levando 51.4% dos votos.
"Baseei minha campanha no diálogo e acho que o diálogo venceu", disse Bossman, que está sendo chamado de "o Obama de Piran".
Entre suas promessas de campanha estão a introdução de carros elétricos em Piran. Ele também espera construir um aeroporto e um campo de golfe para atrair turismo à cidade.
O plano inicial de Bossman era retornar a Gana após concluir seus estudos, mas ele mudou de ideia depois de se casar com uma colega croata.
Cerca de 12% da população da Eslovênia - que declarou independência em 1991 e se tornou, em 2004, o único Estado da antiga Iugoslávia a integrar a União Europeia - nasceu no exterior. Mas apenas uma pequena fração destes imigrantes veio da África.
Bossman disse à agência de notícias Reuters que, em anos recentes, não sofreu discriminação por causa da cor de sua pele ou de sua origem.
"Sempre há grupos de pessoas que não aceitam quem é diferente, e, nos primeiros meses após chegar à Eslovênia, eu senti que algumas pessoas não queriam estar conosco", disse ele à agência.
"Mas, nos últimos 10 ou 15 anos, não senti mais isso. Não tenho problemas e acho que as pessoas não veem a cor da minha pele quando olham para mim."

Eleições e o papel da mídia


Fórum de Debates discute hoje o papel da mídia nas eleições 2010

Jornalista "por opção" e sociólogo "por formação", o "franco-atirador de esquerda" Cláudio Camargo participa hoje do Fórum de Debates promovido pelo SJPMG.
O Fórum de Debates é um evento gratuito, aberto à participação de todos os interessados. O início é às 19h, na sede do Sindicato dos Jornalistas. Confira a trajetória profissional de Cláudio Camargo:
Jornalista e sociólogo, Cláudio participou em 1977 da fundação do jornal alternativo Em Tempo, onde trabalhou na editoria de Cultura até 1979. No mesmo ano, teve uma rápida passagem pelo também alternativo "Companheiro".Entre 1987 e 1993, trabalhou na editoria de Internacional da Folha de S. Paulo, como redator e editor-adjunto. No mesmo jornal, participou da cobertura da derrota do Pinochet, em 1988, do massacre da Praça da Paz Celestial, em Pequim, e da implosão do bloco socialista, em 1989, da primeira Guerra do Golfo, em 1990 e do fim da União Soviética, em 1991.
Entre 1993 e 2008 foi subeditor da revista ISTOÉ e, a partir de 1995, editor de Internacional. Fez reportagens na Argentina, Chile, Venezuela, Peru, Cuba, Colômbia. Nesse último país, entrevistou o líder das Farc, Manuel Marulanda, em 1999. Fez também reportagens no Iraque, Irã, Rússia, Índia e Haiti. Ainda na revista, em 2008, foi editor de Brasil.
Atualmente, é diretor da Ex Libris Comunicação Integrada.

ONU contra boqueio a Cuba


A Assembleia Geral de Nações Unidas reiterará hoje seu reclame pelo levantamento do bloqueio imposto por Estados Unidos contra Cuba, que tem ocasionado perdas por 751 bilhões 363 milhões de dólares à ilha. A demanda será a décima nona que faz o máximo órgão da ONU de maneira consecutiva em igual quantidade de anos.O tema é o número 41 na agenda da Assembleia e aparece sob o título "Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba".
Em outubro do ano passado, 187 dos 192 países membros da organização mundial votaram pelo cesse do cerco norte-americano, com somente três votos contra (Estados Unidos, Israel e Palau) e duas abstenções (ilhas Marshall e Micronésia).O relatório anual apresentado por Cuba sobre esse assunto ante a ONU sustenta que esse assédio se mantém intacto com seu complexo extremado de leis e disposições legais que o regem.Trata-se, também, do mais longo e férreo bloqueio que tenha aplicado Estados Unidos durante sua história contra país algum, apesar de violar o Direito Internacional e ser contrário aos propósitos e princípios da Carta de Nações Unidas.
Igualmente constitui, em seu essência e objetivos, um ato de agressão unilateral e uma ameaça permanente contra a estabilidade de um país, "uma violação em massa, flagrante e sistemática dos direitos humanos de todo um povo".
O documento afirma que o bloqueio é uma política absurda, ilegal e moralmente insustentável que gera carências e sofrimentos à população, limita e retarda o desenvolvimento do país e atinge seriamente a economia de Cuba.
Há um mês, o chanceler cubano, Bruno Rodríguez, disse ante a Assembleia Geral que o governo do presidente norte-americano, Barack Obama, não parece disposto sequer a retificar os aspectos mais irracionais e universalmente recusados de sua política contra Cuba.
O ministro apontou que nos dois últimos anos não se produziu modificação alguma nessa política de bloqueio e subversão contra Cuba, ainda quando Obama dispõe de prerrogativas suficientes para produzir uma mudança real.
Pelo contrário, nesse tempo fortaleceu-se o caráter extraterritorial do bloqueio com o incremento das multas, sanções e a perseguição às transações financeiras cubanas com terceiros países.
Não obstante, Rodríguez destacou que apesar da política do governo estadunidense, dentro da comunidade norte-americana existe uma oposição sem precedentes ao bloqueio a Cuba.
A votação de hoje tem lugar a menos de em um mês do debate geral anual da Assembleia, onde chefes de Estado e governo e chanceleres de várias dezenas de países denunciaram o cerco norte-americano contra a maior das Antilhas.
Todo um amplo espectro da comunidade internacional que tem crescido durante 18 anos consecutivos... que hoje serão 19. (Com a Prensa Latina)

Novas medidas

P (Pedro Mendez/Rebelión/Divulgação)

TRIO VIOLA DE MINAS




Projeto QUINTAS DA VIOLA

28 de outubro – Quinta-feira – TRIO VIOLA DE MINAS

Pizza Bar - Av. do Contorno, 1.636 - Floresta
Sempre a partir das 20 horas - Ingresso: R$10,00
Informações: 3274.3136 - 8893.7806 - 8474.2050
Reservas de mesa – 3274.3136


O TRIO VIOLA DE MINAS, de Belo Horizonte, é formado por Marcus Vinicius Ribeiro (viola), Carlos Alberto da Silva (vocal) e Marco Antonio Ribeiro (violão), que foi percussionista de um grupo de choro por vários anos.Vinícius Viola, como é mais conhecido, é natural de Belo Horizonte, e é aluno do grande violeiro Fernando Sodré. Marco Antonio também é de Belo Horizonte, e Carlos Alberto é da cidade de Ferros. Esses três mineiros, estudiosos da música brasileira, trazem como referência para o seu trabalho musical, artistas como Almir Sater, Chico Lobo, Lourenço &
Lourival, Pena Branca e Xavantinho, Pereira da Viola, Tião Carreiro, Zé
Mulato e Cassiano, entre vários outros.Quem gosta dos clássicos da viola caipira e tem ouvidos para novas propostas na execução deste maravilhoso instrumento, não pode perder esta apresentação do TRIO VIOLA DE MINAS, grupo que já se apresentou no QUINTAS DA VIOLA, e que registrou o maior público do Projeto.

Produção: Luiz Trópia & Tadeu Martins

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Revolta na França


Sete das 12 refinarias da França continuam paralisadas e vários depósitos de combustíveis bloqueados, provas inequívocas de que o ambiente de protestos e manifestações no país permanece intacto. Conquanto o ponto principal de discórdia, o projeto de lei que eleva a idade de aposentações de 60 a 62 anos e a cobrança de pensão completa de 65 a 67, parece na reta final das aprovações, a população segue em pé de combate.
A legislação foi aprovada em primeira leitura no Senado e a partir de hoje a Comissão Mista das duas Câmeras (sete senadores e sete deputados da Assembléia Nacional) buscará um texto unificado para voltar a submetê-lo a votação.
É um processo quase expedito no qual tem um peso enorme a maioria de parlamentares da dirigente UMP do presidente da República, Nicolás Sarkozy, principal impulsor da reforma à lei de retiro. Só que a popularidade de Sarkozy está no andar e pela primeira vez desde que assumiu o Palácio do Elíseo em meados de 2007, o por cento de aceitação de seu labor caiu por embaixo do 30 por cento.Tem que ver, segundo analistas consultados por Imprensa Latina, não unicamente com a tozudez de levar adiante uma legislação tão mau vista pela população, senão ademais em seu apoio irrestricto às classes poderosas.O espaldarazo renovado do mandatário a seu ministro do Trabalho, Eric Woerth, é interpretado como mostra de alinhamento absoluta ao capital. O titular tinha a sua esposa trabalhando com o emporio de cosméticos L Oreal.Ainda que não há evidências definitivas de se Woerth, então ministro de Orçamento, recebeu dinheiro para o financiamento da campanha de Sarkozy, o que resulta iegável é o conflito de interesses ao colocar a sua esposa com uma sociedade privada.
Amanhã está prevista uma manifestação dos estudantes, fato interessante para apreciar até onde chegarão os jovens em seu respaldo aos grêmios no meio de um período de férias de 10 dias.Na quinta-feira será a outra grande mobilização e o líder da poderosa Confederación Geral de Trabalhadores (CGT), Bernard Thibault, antecipou ações em massa e multitudinarias em todo o território nacional.
Ninguém pode predizer que vai ocorrer no futuro. O único que podemos dizer é que o nível de descontentamento não vai parar como se estivéssemos no colégio, e com um silbato se dissesse aos alunos que molestam: acabou-se, seguimos com a classe, declarou.A mobilização vai continuar enquanto siga o descontentamento. Os parlamentares não decretam o fim do debate sobre as pensões, advertiu.(Texto básico da Prensa Latina).
(Ilustração: Allan MacDonald/Telesur/Divulgação)

POBRE HONDURAS!




Departamento de estado de los EEUU visita a Honduras para coordinar ayuda militar y policial

Hoy y mañana, David T. Johnson, Secretario de Estado Adjunto para la Oficina de Asuntos Internacionales de Narcóticos y Aplicación de la Justicia visita Honduras para reunirse con el presidente de facto Pepe Lobo y el de facto Ministro de Seguridad Oscar Álvarez.
Según un comunicado de prensa del Departamento de Estado, de forma conjunta, Johnston, Lobo y Álvarez convocarán al Grupo de Trabajo Estados Unidos-Honduras para la implementación de la Iniciativa Mérida / CARSI.
La Iniciativa Mérida financia, equipa y entrena a las fuerzas policiales y militares en México, América Central, la República Dominicana y Haití para el combate del tráfico de drogas.
Es de suma preocupación que el Departamento de Estado promueva la formación de las primeras estructuras institucionalizadas para apoyar la Iniciativa Mérida (CARSI) en América Central, precisamente en Honduras, donde la escalada de la represión política, el control de las fuerzas de seguridad del Estado por el crimen organizado y un aumento dramático del papel de los militares en el gobierno civil ha llevado a que las organizaciones de derechos humanos exijan un fin a la ayuda al ejército y a la policía de Honduras de parte del gobierno de los EEUU.
Apenas la semana pasada una delegación de organizaciones de los derechos humanos de Honduras se reunieron con el Consejo Nacional de Seguridad de la Casa Blanca y miembros del Congreso, para solicitar el fin de la ayuda a la policía y la asistencia militar.
Qué es la iniciativa Mérida (CARSI y CBSI) y cómo funciona.
John Negroponte puso en marcha la Iniciativa Mérida en 2008, cuando ocupó el cargo de Secretario de Estado Adjunto para el Hemisferio Occidental. La coordinación inicial en Centroamérica tuvo lugar durante la gira oficial de Negroponte a Guatemala, Honduras y El Salvador en junio de 2008 para promover la iniciativa. Más tarde CACRSI, la Iniciativa Regional de Seguridad de Centro América, y la Iniciativa de Seguridad de la Cuenca del Caribe (CBSI) se dividieron de la Iniciativa Mérida, que ahora se refiere exclusivamente a la parte mexicana del programa. En los presupuestos aprobados por el congreso para el 2008, 2009 y 2010, asignan un total de $ 258 millones de dólares para América Central, $ 1.322 millones para México y $ 32 millones para el Caribe.
Fondos de la Iniciativa Mérida son coordinadas por el Departamento de Estado a través de tres agencias en el Departamento de Estado. La Oficina Internacional de Narcóticos y Aplicación de la Justicia administra la mayor parte de los fondos, asignados para la cuenta del Control Internacional de Narcóticos y Aplicación de la ley (INCLE). La Oficina de Asuntos del Hemisferio Occidental administra los fondos asignados en el marco del Fondo de Apoyo Económico, y los fondos asignados a la cuenta de Financiación Militar Extranjera son administrados a través de la Oficina de Asuntos Político-Militares.
Sin embargo, la implementación de las actividades se lleva a cabo con otras agencias, tales como la Agencia para el Desarrollo Internacional de los EEUU (USAID) y el Departamento de Defensa de los EE.UU. (DOD). Coordinaciones importantes también se llevan a cabo con el Departamento de Seguridad Nacional (DHS), el Departamento de Justicia (DOJ), de Inmigración y Aduanas (ICE), la Drug Enforcement Agency (DEA) y la Oficina Federal de Investigaciones (FBI), entre otros.
La Iniciativa Mérida promueve la coordinación interinstitucional y las acciones conjuntas de seguridad nacional, particularmente entre la policía y militares. Las naciones de América Central han estado luchando durante más de 20 años para eliminar los militares de las funciones de seguridad interna tras el genocidio y las masivas violaciones de los derechos humanos llevadas a cabo en la década de 1980 por militares de América Central, en conjunto con los EE.UU.
Crimen organizado y la violencia en América Central.
Los niveles de violencia en Guatemala, Honduras y El Salvador han crecido en los últimos diez años a tal punto que las estadísticas de las Naciones Unidas demuestran que el nivel de asesinato es más alto que incluso durante ciertos años de los conflictos armados internos de los años 1970 y 1980, y se encuentran entre las tasas de homicidios más altos del mundo, posiblemente los más altos.
NICARÁGUA
Es interesante notar que el gobierno Sandinista en la década de los 1980 desmanteló las fuerzas de seguridad corruptas en Nicaragua, y actualmente este país goza de una tasa de homicidios más baja que en Washington, DC. Tal proceso no ocurrió en otros países de América Central.
En El Salvador y Guatemala, en la teoría se construyeron nuevas fuerzas de policía civil después de los procesos de paz, sin embargo muchos soldados fueron simplemente trasladados directamente en la policía, y estructuras paralelas como las escuadrones de la muerte fueron inmediatamente dentro de las nuevas fuerzas policiales.
Cabe señalar que los militares de Honduras, El Salvador y Guatemala han sido fuertemente implicados en el tráfico de drogas. En el caso de los militares de Honduras y El Salvador, se llevó a cabo una amplia colaboración con las fuerzas de los Contra y con el operativo ilegal de apoyo operado desde la Casa Blanca de Ronald Reagan, coordinado por Teniente Coronel Oliver North desde la base aérea de Ilopango en El Salvador.
Informes internos de la Agencia Central de Inteligencia, un informe del Departamento de Justicia y un informe del Congreso documentan que el cártel de Medellín aportó dinero para el esfuerzo Contra a cambio de que la CIA y otras autoridades Estadounidenses les aportan cierta cobertura para sus actividades ilícitas. Embajador de EE.UU. en Honduras en ese momento, John Negroponte, fue un baluarte fundamental de apoyo para el apoyo de la Contra.
La década de 1980 sentó las bases para el crecimiento de la delincuencia organizada en la región y la creación de los mecanismos de la impunidad que les permiten prosperar, incluyendo la estructuración del sistema de justicia en la Constitución hondureña vigente, aprobada durante un gobierno militar en 1982 .
EQUADOR
También es interesante observar que en el intento de golpe reciente en el Ecuador se ha denunciado que las unidades de la policía anti narcóticos que tomaron el control de los aeropuertos había sido entrenado por y mantenían estrecha relación con la embajada de EE.UU.
Los funcionarios que más influyen sobre CARSI en honduras
Los embajadores de los distintos países incluidos en la Iniciativa Mérida, CARSI y CBSI desempeñan un papel clave en la definición e implementación de las actividades. El actual embajador en Honduras es diplomático de carrera Hugo Llorens. La mayoría de los hondureños creen que Llorens jugó un papel clave en la consolidación del golpe de Estado, e incluso en llevarla a cabo.
En 2002, durante el fallido golpe de Estado en Venezuela, Llorens fue el Director de Asuntos Andinos en el Consejo de Seguridad Nacional, el asesor clave de George W. Bush sobre Colombia, Venezuela, Bolivia, Perú y Ecuador.
De facto Ministro de Seguridad de Honduras Oscar Álvarez ha sido señalado en cometer graves violaciones de los derechos humanos, incluyendo masacres, la última vez que se desempeñó como Ministro de Seguridad en Honduras desde 2002 hasta 2005 bajo el entonces presidente Ricardo Maduro. Álvarez participó en el primer acto oficial de Pepe Lobo como presidente de facto de Honduras, la firma de un acuerdo de cooperación de seguridad con Colombia, firmado por el entonces presidente colombiano Uribe.
COLÔMBIA
Las fuerzas colombianas de seguridad, especialmente durante el gobierno de Uribe, se han cometido masivas violaciones de los derechos humanos, incluido el secuestro y asesinato de jóvenes de barrios urbanos, transportándolos de la selva y vistiéndolos como combatientes de la guerrilla para demostrar a la prensa como victorias en el conflicto armado interno de Colombia, una práctica conocida como "falsos positivos".
Secretario de Estado Adjunto de los EEUU, David Johnson, fue nombrado para su cargo actual en 2007, durante la administración Bush. Sirvió a la administración Clinton en la Casa Blanca desde 1995 hasta 1997 como portavoz del Consejo de Seguridad Nacional. De 2002 a 2003, bajo la administración Bush, durante las primeras etapas de la invasión de EE.UU. en Afganistán, la Operación Libertad Duradera, el Sr. Johnson se desempeñó como Coordinador de Afganistán para los Estados Unidos.
Annie Bird
Co Director
Rights Action
http://resistenciahonduras.net/www.rightsaction.org

domingo, 24 de outubro de 2010

O estilo faz o homem


DORA KRAMER

"Daqui a oito dias, no próximo domingo antes das 9h da noite, o presidente Luiz Inácio da Silva começará a vivenciar o passado, as urnas apontem a eleição de Dilma Rousseff ou de José Serra para lhe suceder na chefia da Nação.
É inexorável: eleito, as atenções se voltam para o novo, o próximo, aquele que de fato traduz mais que uma expectativa, representa o poder em si. Político baiano da velha guarda, Afrísio Vieira Lima tem a seguinte filosofia: "Ninguém atende ao telefone ou à porta perguntando quem foi, todo mundo quer saber quem é."
Pois é. Face à evidência de que a natureza humana não falha, o mundo político não foge à regra. No momento seguinte à proclamação do resultado, o País - quiçá o mundo - voltará toda a sua atenção para a fala, os planos, os gestos, as vontades, os pensamentos, a biografia, a família, os amigos e tudo o mais que diga respeito à pessoa que a partir do primeiro dia de 2011 dará expediente no principal gabinete do Palácio do Planalto.
Quando a gente vê um presidente tomar a iniciativa de se desmoralizar em público apenas porque não resiste ao impulso de insultar o adversário, a boa notícia é que falta pouco tempo para que esse estilo comece a fazer parte de referências pretéritas.
Abstraindo-se juízo de valor a respeito de Dilma e Serra, chegará ao fundo do poço que o presidente Lula se deu ao desfrute de frequentar na semana passada. Pela simples razão de que é impossível.
A novidade não esteve na distorção dos fatos - isso já faz parte da rotina. O ineditismo foi o desmantelo da farsa. Melhor dizer, das farsas, pois foram duas: uma engendrada com vagar, outra montada às pressas. Ambas malsucedidas, não duraram 24 horas.
No começo da semana, quando já se anunciara o adiamento do fim da sindicância da Casa Civil sobre Erenice Guerra para depois das eleições, eis que a Polícia Federal ressuscitou o caso da quebra do sigilo fiscal de parentes e correligionários do candidato Serra, anunciando a identificação do responsável: Amaury Ribeiro Jr., jornalista que à época do crime trabalhava no jornal Estado de Minas.
O PT tentou legitimar, assim, uma versão que fazia circular desde junho quando se descobriu que os dados fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, apareceram em um dossiê que chegou ao jornal Folha de S. Paulo como originário do PT.
A versão - não de todo inverossímil, diga-se - era a de que as informações haviam sido reunidas por Amaury a serviço do Estado de Minas para municiar Aécio Neves de dados contra José Serra, que, por sua vez, mandara investigá-lo.
Segundo um delegado e o superintendente da PF, Amaury dissera em seu depoimento que o trabalho visava a "proteger" Aécio. Antes da entrevista dos dois, o presidente da República anunciava que naquele dia a Polícia Federal teria novidades.
Pois no dia seguinte, sabe-se que nem Amaury estava a serviço do Estado de Minas na ocasião nem citara no depoimento o nome de Aécio Neves. Ou seja, o presidente Lula comandara uma falácia e a PF aceitara se prestar ao serviço, acrescentando que as investigações estavam encerradas.
Foi desmentida em seguida pelo Ministério Público, que avisou que a polícia não estava autorizada a determinar o rumo e os prazos das investigações.
Não satisfeito, depois da pancadaria promovida por petistas contra uma passeata do candidato tucano no Rio, o presidente resolveu acusar o adversário de ser um farsante. Precipitou-se, insultou o candidato em termos zombeteiros, desqualificou um médico de respeitável reputação, foi de uma falta de modos ainda pior que o habitual.
Isso tudo para quê? Para ser logo em seguida desmentido pelos fatos exibidos no noticiário de televisão com a maior audiência do País, o Jornal Nacional.
Tudo isso sem necessidade, pois pelas pesquisas sua candidata está com 12 milhões de intenções de voto de vantagem sobre o adversário.
Tudo isso pelo exercício de um estilo abusivo que não conhece limites, mas que daqui a oito dias começará a perceber que o poder passa e a ausência dele dói."

(Transcrito de O Tempo, de 24/10/2010)
(Caricatura:publicada originalmene no blog de Dora Kramer)

Estatuto esvaziado


Aprovado pelo Senado em 16 de junho deste ano, o Estatuto da Igualdade Racial entrou em vigor nesta quarta-feira (20). Quando foi aprovado, diversos setores do movimento negro se posicionaram contrários à sanção pelo presidente Lula. A resistência se deu devido às alterações no texto original, que excluiu reivindicações históricas.
O Projeto foi apresentado pelo senador Paulo Paim (PT) e tramitou por uma década no Congresso. O texto perdeu quatro dos artigos considerados mais importantes. Entre eles, a previsão de cotas para negros nas universidades federais e escolas técnicas públicas. O incentivo fiscal para empresas que contratarem negros também foi excluído do projeto, junto à reserva de vagas em produções da televisão e do cinema e em partidos políticos.A proposta de implantação de políticas de saúde voltadas para o combate a doenças com maior incidência entre os negros também foi rejeitada. Dentre essas enfermidades, a anemia falciforme é a que exige maior preocupação. As medidas aprovadas, como a que transforma a capoeira em esporte, deverão ser regulamentadas por meio de decretos e legislações complementares. (Publicado em Luta pela Eudcação)

Pelé, patrimônio do mundo


O lendário Pelé faz 70 anos! Foi proclamado pelo Comitê Olímpico Internacional o melhor esportista do século XX.
Um nome hipnotizante. Ao ouvir este nome pronunciado por um torcedor, você logo imagina o jogador com a camisa 10 estar entrando no gramado. E isso apesar de que a atual geração de torcedores jamais viu Pelé em ação. E, no entanto, a juventude julga ser ele o melhor dos melhores. Foi-lhe atribuído o qualificativo de “Rei do Futebol”. Também o próprio Pelé não se imagina sem o futebol. Ao responder à pergunta se sonhava em correr novamente atrás da bola, responde: Oh, sim, sim. Sonho em estar jogando e marcando gols. E isso me faz acordar com frequência.
Édson Arantes do Nascimento, como soa o nome completo de Pelé, nasceu em 23 de outubro de 1940. Logo aos 7 anos o futuro futebolista grande alinhou por um time infantil de Três Corações, sua cidade natal, no Estado de Minas Gerais, sendo aos 15 incluído no plantel do “Santos”, um clube de fama mundial. Aos 17 anos se tornava o campeão mundial mais jovem. Foi o início de uma carreira grandiosa em que Pelé marcaria 1 283 gols. Ele entrou no campo em 1 363 jogos e ganhou 32 campeonatos diversos. Ao longo de 18 anos jogou Pelé por um mesmo clube: o “Santos”, o qual até decidiu proclamar 19 de novembro como uma festa, comemorando agora todo ano o Dia de Pelé.
Quanto ao próprio jogador, a fama que recaiu nos seus ombros não o estragou em absoluto. O jornalista russo Igor Fessunenko está recordando seus encontros com Pelé:
Conheço Pelé já desde 1968. Então, ele já era bicampeão mundial, um homem conhecido, no ápice da fama, como se diz. Lembro bem nosso primeiro encontro nas instalações do clube “Santos”. Pois, aquele ídolo de milhões de fãs dispensou a mim, então um repórter jovem, uma acolhida tão atenciosa e benevolente! Falamos na ocasião mais de uma hora, permanecendo Pelé durante todo esse tempo muito cordial, não me escondendo nada do que eu queria saber do futebol brasileiro. Depois, voltaríamos a reunir-nos várias vezes, tanto no Brasil como fora.
Pelé foi proclamado patrimônio nacional do Brasil. Hoje em dia, porém, já se pode dizer sem qualquer exagero que Pelé é patrimônio do mundo inteiro. E não somente esportivo.(Com a Voz da Rússia.

(Imagem: EPA/Divulgação)

Nova passarela


A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da BHTRANS, liberou ao uso dos pedestres a passarela do novo eixo Linha Verde da Avenida Cristiano Machado, próximo ao cruzamento da Rua Luís Zuddio, no bairro Vila Maria Virgínia, região nordeste. Com a liberação serão removidos o conjunto de semáforos e as faixas de pedestre em ambos os sentidos da avenida. Uma bela foto de Divino Advíncula para a PBH.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Guerra nuclear poderia significar o fim da humanidade


Fidel Castro Ruz

"O uso das armas nucleares numa nova guerra implicaria o fim da humanidade. Assim previu o cientista Albert Einstein, que foi capaz de medir sua capacidade destrutiva de gerar milhões de graus de calor que todo o volatiliza num amplo rádio de ação. O genial pesquisador foi impulsor do desenvolvimento desta arma antes que o regime genocida nazista dispusesse dela.
Qualquer governo do mundo está obrigado a respeitar o direito à vida de qualquer nação e do conjunto de todos os povos do planeta.
Hoje existe um risco iminente de guerra com a utilização desse tipo de armas e não tenho a mais mínima dúvida de que um ataque dos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica do Irã, se tornaria, inevitavelmente, um conflito nuclear global.
Os povos têm o dever de exigir dos líderes políticos seu direito a viver. Quando a vida de sua espécie, de seu povo e de seus seres mais queridos corre risco semelhante, ninguém pode dar-se ao luxo de ser indiferente, nem se pode perder um minuto em exigir o respeito a esse direito; amanhã seria tarde demais.
O próprio Albert Einstein afirmou textualmente: "Não sei quais armas serão utilizadas na Terceira Guerra Mundial, mas na Quarta Guerra Mundial usarão paus e pedras". Sabemos o que ele quis expressar, e estava completamente no certo, só que não existiria já quem maneje os paus e as pedras.
Haveria danos colaterais, como afirmam sempre os líderes políticos e militares norte-americanos, para justificar a morte de pessoas inocentes.
Numa guerra nuclear o dano colateral seria a vida da humanidade.
Tenhamos a coragem de proclamar que todas as armas nucleares ou convencionais, todo o que sirva para fazer guerra, deve desaparecer!

15 de outubro de 2010 "

Honduras, evolução do golpe



Segunda fase del golpe de estado: el Plan Colombia (Iniciativa Mérida) para Honduras




El anuncio por parte del Ministro de Seguridad, el Sr Oscar Álvarez, de solicitar un Plan Colombia para Honduras (1), es un componente de la campaña emprendida por la Sra. Hillary Clinton de intensificar la militarización en el continente, con el supuesto propósito de frenar el narcotráfico hacia los Estados Unidos.A principios del mes de septiembre de este año, la Sra. Clinton señaló que los Estados Unidos busca implementar un Plan Colombia para México y Centroamérica (2).


A pesar de reconocer las controversias causadas por esa iniciativa estadounidense, la encargada de la política externa de la administración Obama, insiste en presionar para que Centroamérica y México faciliten la militarización que conllevará el Plan Colombia.


Ante el inminente arribo a Honduras del Sr. David Johnson, subsecretario de Estado para Lucha Antinarcóticos, el Ministro Álvarez hace eco de la estrategia Clinton para el continente. Sin embargo, como es costumbre del Departamento de Estado, se evade efectuar un análisis de la raíz del problema permitiendo que el circo mediático alrededor de las drogas, evitando tocar el meollo de la actual crisis de violencia y ausencia de gobernanza que se respira en Honduras y países aledaños. Es increíble que con la tecnología y recursos financieros que posee los Estados Unidos, hayan sido incapaces de controlar la problemática de las drogas. Para comenzar el gran mercado de la drogas en la ciudades de los países ricos persiste hasta la fecha, además que no sólo se acreditan el mayor número de consumidores, sino que al mismo tiempo producen los precursores químicos indispensables y sus entes financieros se han encargado durante décadas del lavado de miles de millones de dólares. Para colmo de males, los Estados Unidos son la fuente de armas de todo tipo de calibre, con que se pertrechan las organizaciones criminales."El crimen organizado, lavado de dinero y corrupción, son una amenaza global" denuncia Antonio María Costa director ejecutivo de la Oficina contra la Droga y Crimen de las Naciones Unidas (UNDOC) con sede en Viena, ante la Asamblea General de la ONU (3).


El año pasado el Sr. Costa señaló como la banca lavó durante la crisis financiera US$ 352 mil millones, estableciendo el billete proveniente del narcotráfico como el único capital liquido obtenible por las instituciones bancarias en peligro de colapso (4).


Además de los señalamientos del Sr Costa, la Oficina de las Naciones Unidas contra la Droga y el Delito (ONUDD) reporta que el crimen organizado genera unos 119 mil millones de dólares, siendo el tráfico de drogas uno de los negocios más lucrativos en el planeta (5).


Los datos que nos brindan UNDOC y la ONUDD sobre las ganancias del crimen organizado nos hace suponer que sin el apoyo de las entidades bancarias y sus paraísos fiscales, incluyendo la cooperación de funcionarios corruptos, el tráfico de droga y otras de formas de crimen organizado no existirían.La guerra en contra del narcotráfico, se debe librar en un nivel financiero, desarticulando la complicidad que existe para proseguir con el secreto bancario y los paraísos fiscales; mucho más que persistir en la tendencia obsoleta de una guerra fútil , que a pesar de la enorme inversión financiera y humana, después de más de treinta años no ha conducido sino a una proliferación de adictos y de víctimas innecesarias.


En Honduras ha causado resquemores entre la elite de poder, la reforma legal contemplada en el Artículo 49 del anteproyecto de la Ley de Actualización del Sistema Tributario, Aduanero y Medidas Antievasión, presentada por la Secretaría de Finanzas al Poder Legislativo. En otras palabras, la oligarquía se siente amenazada ante cualquier iniciativa de control del secreto bancario y del lavado de activos que se da en el país.No obstante el fracaso de la guerra en contra de las drogas, continua la misma estrategia cuya agenda secreta va más allá de frenar el tráfico de estupefacientes y se a refiere afianzar el control político militar del continente.


El papel asumido por el mayor consumidor de drogas del planeta, los Estados Unidos, como juez en materia de certificar quienes son los países que supuestamente luchan o no en contra del narcotráfico, es parte de la tragicomedia de la dominación global a manos del imperio. Como ejemplo clásico está el caso de Afganistán, donde a pesar de estar invadido por Estados Unidos y la OTAN, la producción de opio y heroína se ha intensificado en la última década. Algo similar sucede con el Plan Colombia. Ya que el Plan Colombia nunca frenó la producción de coca, pero intensificó la guerra interna de ese país, el que cuenta con cuatro millones de colombianos desplazados dentro de sus fronteras y millones en el exterior.Ciertamente el Plan Colombia o Iniciativa Mérida para Honduras tendrá como resultado un incremento de las violaciones a los ya de por sí amenazados derechos humanos de los hondureños; situación que se agravó con el golpe de estado, perpetrado el año pasado en Honduras.Nuestro país sobrevive una de las mayores crisis políticas y económica de su historia, situación que algunos tienden ignorar, maquillando una sangrienta realidad, con fines de lucro personal asociándose la elite de poder local y los sátrapas de turno con los intereses del imperio.Un informe del cuestionado Comisionado de los Derechos humanos en Honduras (CONADEH) emanado el día 19 de octubre, señala que Honduras es el campeón mundial en Homicidios (66,8 por cada cien mil habitantes, con 286 asesinatos por mes), revelando además que desde el golpe se ha intensificado la violencia en Honduras. El informe además señala la errática política del Ministerio de seguridad (6).


Por supuesto que el Ministro de Seguridad, el Sr. Álvarez, utiliza como para proliferar la represión excusas muy adecuadas: el narcotráfico y las pandillas juveniles conocidas como maras


Un Plan Colombia para Honduras es una sórdida señal de peligro para nuestro pueblo, el que ha padecido de un saqueo constante de los recursos naturales del país y se ve sometido a las ignominias de la migración hacia al norte como única salida económica para las penurias a los que ve la gran mayoría de la población hondureña como una salida viable.


Solo falta que la Sra. Clinton de luz verde para incrementar los presupuestos de los ministerios implicados en violaciones a los derechos humanos, todo en nombre de supuestamente frenar el narcotráfico; mientras tanto los Estados Unidos continúan utilizando las drogas como un instrumento de control social y una excusa para ocuparnos militarmente.










La Ceiba, Atlántida 21 de Octubre del 2010


Organización Fraternal Negra Hondureña,


OFRANEHOFRANEHOrganizacion Fraternal Negra Hondureña


Calle 19, #130.


La Ceiba, Atlantida,Honduras


telefax: 504-4420618




Estatuto da Igualdade Racial


O Estatuto da Igualdade Racial entrou em vigor na quarta-feira passada, dia 20 de outubro. O novo regulamento define uma nova ordem de direitos para os cidadãos negros e brasileiros. O estatuto possibilitará de forma legal a correção de desigualdades históricas que atinge mais de 90 milhões de brasileiros.
No Brasil os descendentes de escravos ainda não possuem seus direito plenamente desfrutados e encontra-se em situação desprivilegiada, tanto no mercado de trabalho, quanto no que diz respeito à escolarização, às condições de moradia, à qualidade de vida e saúde, de segurança e de possibilidades de ascensão social.(Com a Adital-Agência de Informação Frei Tito para América Latina)