segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Novos Egitos virão


Igor Fuser

O panorama internacional apresenta ao menos quatro tendências importantes:1 - A queda da influência dos EUA na derrubada das ditaduras na Tunísia e no Egito representa um novo marco no declínio da capacidade do imperialismo estadunidense em definir as questões mundiais conforme a sua vontade. A derrota se mostra mais grave por ter como cenário o Oriente Médio, região estratégica onde se situam dois terços das reservas petrolíferas. Os EUA tratam de reduzir o prejuízo manobrando para que os novos governantes daqueles dois países permaneçam sob o controle de Washington. O fato é que os EUA terão mais dificuldade em impor suas preferências. Lideranças novas e velhas buscarão maior autonomia em política externa a fim de diluir a imagem de submissão aos EUA. O perdedor mais direto é Israel, que vê sua margem de ação drasticamente diminuída.
2 - Persistência da crise econômica mundial.A recuperação nos EUA é modesta e insuficiente para compensar os empregos perdidos. Na Europa e no Japão, o quadro é ainda mais sombrio. A falta de consenso entre as elites dirigentes globais estimula a guerra cambial entre as potências econômicas. O único ponto comum na reação à crise é a retomada da ofensiva neoliberal contra a classe trabalhadora e os benefícios sociais.
3 - Alta dos preços dos alimentos e da energia. As causas são a especulação financeira, o aumento do consumo nos países "emergentes" e as catástrofes climáticas ligadas ao aquecimento global. Como resultado, agravam-se as condições de vida em boa parte do planeta, criando um terreno propício a rebeliões populares como no norte da África. Ao mesmo tempo, intensifica-se a compra de terras em países periféricos por empresas estrangeiras. O preço do petróleo também está aumentando, o que tornará mais difícil o fim da recessão.
4 - Ascenso das mobilizações populares.As raízes da revolta árabe não se limitam a problemas regionais como autoritarismo e corrupção, mas envolvem os efeitos sociais perversos da globalização capitalista. Trata-se, pois, de um movimento que se articula com a onda de protestos contra as políticas neoliberais em boa parte do mundo, sobretudo na Europa. Vivemos um novo ciclo de lutas sociais em escala internacional. Novas “surpresas” devem surgir, em outros pontos do planeta.
Publicado originalmente na edição 416 do Brasil de Fato.

Carnaval na TV Brasil


Neste carnaval, a TV Brasil exibe uma programação eclética com muito samba, baião, reggae e música baiana. A primeira compositora de samba-enredo, Dona Ivone Lara, recebe convidados ilustres como Beth Carvalho, Jorge Aragão, Diogo Nogueira, no Especial Sonho Meu. O programa é uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher, terça (08), às 22h30.
O samba também é destaque no tributo ao Poeta da Vila o Especial Noel Rosa – No Feitiço do Samba com um show dos grupos Arranco de Varsóvia, Batuque na Cozinha, Anjos da Lua e a Velha Guarda Musical da Vila, no sábado (05) e domingo (06), às 22h30. E o bloco invade as rua com o especial do grupo Bangalafumenga, na segunda (07), às 22h30.
Durante toda a festa momesca, de sábado (05) a terça (08), às 22h, a série Nos Braços da Batucada traz para avenida a história dos blocos de rua do Rio de Janeiro e de São Paulo através de depoimentos de personalidades do mundo da música. Já quem não gosta de samb, mas adora um forró, pode conferir o Caminhos da Reportagem que relembra a vida e o legado do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, no sábado (05), às 2h45.
A sétima arte entra no desfile
O cinema esquenta os tamborins com as obras clássicas da indústria nacional. Orfeu Negro, a primeira versão cinematográfica da peça de Vinicius de Moraes, brilha na tela da emissora na terça-feira de carnaval, às 23h30. Já o documentário musical Os Doces Bárbaros, sobre a turnê que Gilberto Gil, Gal Costa, Maria Bethânia e Caetano Velloso fizeram em 1976, vai ao ar na segunda (07), às 23h30..
Uma série de documentários mostra como é o carnaval na Bahia e a festa típica da Amazônia. 1950 – Assim Nasceu o Trio Elétrico resgata imagens históricas e traz entrevistas com Armandinho, Pepeu Gomes, Gilberto Gil e Paulinho Boca de Cantor, na segunda (07), às 20h. O nascimento do ritmo dos tambores baianos é tema do Samba-Reggae – A Arma é Musical, às 1h30. Já na terça (08), Percussivos faz um panorama da diversidade rítmica baiana. A competição ancestral entre os bois Caprichoso e Vermelho está registrada em Parintins – Jungle Magic, que vai ao ar na terça (08), à 1h30.
E no início da folia, a emissora exibe no sábado (05), às 23h30, Sambando nas brasas, morô? e à 1h, Brasileirinho. No domingo (06), às 23h30, o inusitado trabalho do artista Tom Zé no filme de Décio Matos Jr Fabricando Tom Zé. Para finalizar, o longa inédito O Céu de Suely, do diretor Karim Aïnouz, o mesmo de Madame Satã, domingo, à 1h15.
Confira a programação:
Nos Braços da Batucada

Documentário investiga raízes do carnaval através do olhar de ícones do samba
De sáb a ter, às 22h

Especial Noel Rosa – No Feitiço do Samba

Tributo ao Poeta da Vila
Sáb e dom, às 22h30
Sambando nas brasas, morô?

Drama de Elizeu Ewald com Marcello Novaes
Sáb, às 23h30
Brasileirinho

Filme relembra o início do Choro no país
Sáb, à 1h

Luiz Gonzaga na TV Brasil


Sáb, 05/03
A vida de Luiz Gonzaga

Para quem não gosta de samba mas adora forró, a TV Brasil reapresenta neste sábado, às 2h45, o especial do Caminhos da Reportagem sobre Luiz Gonzaga. O programa viaja até Exu, no sertão de Pernambuco, para contar um pouco da infância e da vida desse típico cidadão nordestino e do que ele fez para ajudar sua gente, por meio de depoimentos de parentes e herdeiros musicais.
A equipe de reportagem visita o Parque Asa Branca e mostra como os atuais administradores estão tentando manter a história e o acervo de Luiz Gonzaga, ameaçados por dificuldades financeiras.
Horário: sábado, à 2h45

Charles Chaplin: Quando me amei de verdade



Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome...
Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...
Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de...
Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é...
Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável...
Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.
De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama...
Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é...
Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a...
Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro.
Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez.
Isso é...
Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar.
Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é...
Saber viver!!!

Boicote ao 5ª Avenida


Mais uma vez,uma cena lamentavel de discriminação ocorreu na tarde de hoje no shopping 5 avenida.A Transexual Zeca foi agredida fisica e moralmente ao almoçar napraça de alimentaçao do shopping; o mais chocante é que tal agressão foi cometida por um funcionario do shopping de nome Helio, que trabalha na portaria.Ao perceber a presença de Zeca, que estava sentada almoçando, o porteiro pegou uma lata de refrigerante e jogou na Transexual com a intençao deagredi-la. A cena foi deploravel, já que este senhor estava no andar decima e mirou na Transexual com toda frieza e desrespeito. Ao tentar indagar o por que do ocorrido,ela foi humilhada, e o shopping não se manifestou sobre o ocorrido.Por favor, divulguem esse post. É inaceitavel que esse tipo de situação se repita sem que nada seja feito a respeito.
por Tuza Sodré, sexta, 25 de fevereiro de 2011 às 14:33
Postado no facebbok (facebook.com/Tuza.sodre).
25 Feb 2011

A chama do protesto no estado de Wisconsin


O estado de Wisconsin está localizado na região dos lagos no Meio-Oeste dos EUA. Esta região dos lagos tem sido, tradicionalmente, o coração industrial e agrícola do país. Do outro lado do lago Michigan se encontra a cidade de Detroit, berço da indústria automobilística do país. Wisconsin é talvez um estado mais agrícola, conhecido por seus produtos lácteos em geral e pelo queijo, em particular, embora tenha sido, e, em certa medida continua a ser, um estado cuja economia se baseia na manufatura e na fabricação de ferramentas. Do ponto de vista político, Wisconsin é um estado peculiar, sendo o berço do senador republicano anti-comunista Joseph McCarthy, mas também é o berço do AFCSM, um dos maiores sindicatos de funcionários públicos e de enfermeiros do país.
Desde janeiro de 2011, Wisconsin tem um governador republicano, Scott Walker. Walker, que era o candidato "moderado" do Partido Republicano, ocupou o cargo, e com uma sólida maioria na Assembleia Legislativa, concedeu uma anistia fiscal para empresas multinacionais que custou aos cofres do Estado 170 milhões de dólares. Para compensar esse presente, o governador Walker decidiu unilateralmente suspender os direitos de negociação de todos os sindicatos de trabalhadores públicos e dobrar a quantidade de contribuições que estes fazem ao fundo de pensão. A legislação trabalhista regula as relações das empresas privadas em nível federal, mas delega a regulamentação dos funcionários públicos a cada um dos estados. Assim, Walker tem todo o poder legislativo nas suas mãos para impor medidas draconianas que tornam literalmente impossível a continuidade dos sindicatos no setor público. Entre outras medidas, Walker quer forçar os sindicatos a convocar um referendo para legitimá-los anualmente, proibir os descontos em folha de contribuições sindicais, e dramaticamente restringir os direitos de negociação dos sindicatos.
Como se houvesse qualquer dúvida de suas intenções, Walker chamou a Guarda Nacional para reprimir qualquer manifestação de protesto. No entanto, os cidadãos de Wisconsin tomaram as ruas para desafiar o estado de sítio imposto pelo governador. 30 mil estudantes entraram em greve. Na cidade de Madison, sede do governo do estado, se viu inundada por milhares de manifestantes de todo o estado, e os professores declararam uma greve por tempo indeterminado, os estudantes do sindicato de professores da Universidade de Wisconsin em Madison ocuparam os jardins do Capitólio com um acampamento de protesto e, talvez mais importante, os cidadãos de Wisconsin estão cem por cento com seus professores, policiais, bombeiros, trabalhadores municipais, porteiros e funcionários públicos.
O Green Bay Packers, time local de futebol americano, fulminante campeão do Super Bowl (o campeonato nacional) emitiu uma declaração expressando seu apoio aos trabalhadores e aos protestos; várias igrejas também declararam o seu apoio. Os democratas no Congresso, ante a avalanche de protestos, estão viajando para fora do estado para ter uma desculpa legal para não comparecer à votação, na qual essas medidas seriam aprovadas.
No resto do país organizaram-se manifestações em apoio aos protestos de Wisconsin. Ainda é muito cedo para dizer se o protesto pode se espalhar. O que fica claro é que o neoliberalismo só pode avançar ou sustentar-se em uma corrida adiante, exigindo mais privatizações no setor público, aumentando a idade da aposentadoria, o valor das contribuições para o fundo de pensão, desarmando os sindicatos para impor cortes salariais.
Os protestos de Wisconsin são apenas a ponta do iceberg, formam parte de um ataque aos poucos sindicatos e instituições públicas do país que ainda estão de pé, perfeitamente planejado pela maioria republicana, tanto em nível federal quanto estadual. Esta nova maioria ultra-liberal conta, por mais que insistam em disfarçar, com o apoio explícito do governo Obama que, entre outras coisas, acaba de aprovar o orçamento mais regressivo da história econômica desde os governos Reagan e Eisenhower. A questão é quanto tempo o povo norte-americano pode tolerar este nível de agressão. Pode ser que em Wisconsin acendeu-se o pavio de uma grande rebelião, é uma questão de tempo.

CONTRATO COLETIVO

El gobernador de Wisconsin, el republicano Scott Walker, insiste en impulsar los recortes a empleados públicos y suprimir la contratación colectiva, tras 14 días de manifestaciones gremiales. Walter desoye hoy cualquier reclamo de los protestantes y mantiene una postura intransigente, en su supuesto afán por reducir el déficit fiscal de ese Estado, ascendente a 137 millones de dólares.
En declaraciones a un programa de televisión local, el gobernador republicano valoró los descontentos sindicales y estudiantiles frente al Capitolio, como expresiones de fuerza para bloquear las decisiones para disminuir el gasto público.El sábado último miles de personas desfilaron por calles desde Nueva York hasta Los Ángeles, en solidaridad con las más de 70 mil personas apostadas frente al edificio del Congreso de Wisconsin.Columbus, Ohio, Topeka, Kansas, Harrisburg, Pensilvania, Olimpia y Washington fueron también escenarios de protestas este fin de semana contra disposiciones similares a las promovidas en Wisconsin.En uno u otro lugar, las medidas están dirigidas a frenar el gasto público, pero en detrimento de conquistas sindicales y del bienestar de los trabajadores.El viernes pasado, la Cámara de Representantes de Wisconsin aprobó limitar los derechos de los sindicatos de trabajadores públicos, propuesta hecha por Walter.Corresponde ahora al Senado refrendar la iniciativa, pero los 14 demócratas de esa instancia decidieron ausentarse del mismo para evitar su aprobación.Tal decisión de la Cámara caldeo el ánimo de los manifestantes, quienes lograron cifras sin precedentes de movilización en las calles de Madison, capital estatal, como expresión de protestas. (Com o Site do PCB/Prensa Latina/Activa/Divulgação)

Que falta no texto?


Prestem atenção, tentem achar, é interessante.

Sem nenhum tropeço, posso escrever o que quiser sem ele, pois rico é o português e fértil em recursos diversos, tudo permitindo, mesmo o que de início, e somente de início, se pode ter como impossível. Pode-se dizer tudo, com sentido completo, como se isto fosse mero ovo de Colombo.
Desde que se tente sem se pôr inibido, pode muito bem o leitor empreender este belo exercício, dentro do nosso fecundo e peregrino dizer português, puríssimo instrumento dos nossos melhores escritores e mestres do verso, instrumento que nos legou monumentos dígnos de eterno e honroso reconhecimento.

Trechos difíceis se resolvem com sinônimos. Observe-se bem: é certo que, em se querendo, esgrime-se sem limites com este divertimento instrutivo. Brinque-se mesmo com tudo. É um belíssimo esporte do intelecto, pois escrevemos o que quisermos sem o "E" ou sem o "I" ou sem o "O" e, conforme meu exclusivo desejo, escolherei outro, discorrendo livremente, por exemplo, sem o "P", "R" ou "F", ou o que quiser escolher. Podemos, em estilo corrente, repetir sempre um som ou mesmo escrever sem verbos.
Com o concurso de termos escolhidos, isso pode ir longe, escrevendo-se todo um discurso, um conto ou um livro inteiro sobre o que o leitor melhor preferir. Porém mesmo sem o uso pernóstico dos termos difíceis, muito e muito se prossegue do mesmo modo, discorrendo sobre o objeto escolhido, sem impedimentos. Deploro sempre ver moços deste século inconscientemente esquecerem e oprimirem nosso português, hoje culto e belo, querendo substituí-lo pelo inglês. Por quê?
Cultivemos nosso polifônico e fecundo verbo, doce e melodioso, porém incisivo e forte, messe de luminosos estilos, voz de muitos povos, escrínio de belos versos e de imenso porte, ninho de cisnes e de condores.
Honremos o que é nosso, ó moços estudiosos, escritores e professores. Honremos o digníssimo modo de dizer que nos legou um povo humilde, porém viril e cheio de sentimentos estéticos, pugilo de heróis e de nobres descobridores de mundos novos.

Descobriu?

Veja abaixo...

desça mais...


desça mais...


O texto não possue a letra "A" !!!
(Imagem: Ovo de Colombo em Ibiza, Espanha)

A TV inglesa e o aquecimento global

Salário Mínimo



Vejam como esses demagogos sem-vergonha agiam na oposição

O fato foi lembrado hoje na coluna do Merval Pereira, em O Globo. A foto é de maio de 2000, durante a votação do salário mínimo. Naquela oportunidade, o aumento dado por Fernando Henrique Cardoso foi de 19,2%. Eles acharam pouco. Fizeram troça. Hoje Dilma está oferecendo 6,9%. Eles acham muito. Os personagens dispensam maiores apresentações. Eles chegaram lá. Estão lá. Dificilmente, com a oposição desmemoriada do Brasil, vão sair de lá... (Gilberto Araújo/O Globo/Divulgação)

Pelo fim da ROTAM


As execuções de Jefferson Coelho da Silva, 17 anos, e Renilson Veriano da Silva, 39 anos realizadas por policiais da ROTAM (Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas) no Aglomerado da Serra no dia 19/02/2011 fazem parte de um cotidiano de medo imposto aos moradores das periferias das regiões metropolitanas de Minas Gerais.

A ROTAM simboliza uma política de segurança pública que criminaliza os pobres.

Além disso, são inúmeras as denuncias do envolvimento de seus policiais com práticas criminosas indicando a possibilidade da formação de Milícias a partir da ROTAM.
Por isso exigimos do poder público estadual a extinção da ROTAM !!! http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N7239

Assine o abaixo-assinado aqui http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2011N7239 e o divulgue para os seus contatos. (Imagem: Hoje em Dia/internet/Divulgação)

Saudação ao PCV


Al Partido Comunista de Venezuela

Camaradas,

Les enviamos un saludo fraterno, combativo e internacionalista del Comité Central del Partido Comunista Brasileño (PCB) por ocasión de su 80º aniversario de luchas en defensa de la clase obrera, de los trabajadores y del pueblo venezolano. Son ocho décadas de combate sin tregua contra el capital y las élites conservadoras, siempre buscando la perspectiva de la sociedad socialista, trayectoria en la cual el PCV pagó muy caro su osadía de luchar por la emancipación de los trabajadores. A lo largo de ese periodo, todos los latinoamericanos nos enorgullecemos de la coherencia, de la combatividad y de la defensa del marxismo-leninismo que siempre fueron la marca del PCV. Por eso, el PCV produjo en estas ocho décadas los mayores héroes y mártires de la historia contemporánea de Venezuela.Nos gustaría recordar que nuestros partidos tienen el mismo tronco histórico, el movimiento comunista internacional, y la misma trayectoria de lucha clandestina contra la tiranía. De la misma manera, nuestros partidos experimentaron todas las formas de lucha y siempre se mantuvieron leales a las ideas de la revolución socialista, única forma de emancipar los trabajadores del yugo de la opresión. En este momento de la historia, nuestros partidos también realizan grandes esfuerzos para reconstruir el movimiento comunista internacional, después de los duros golpes que sufrimos con el derrumbe de la URSS.Camaradas, Venezuela se encuentra actualmente en un proceso revolucionario difícil, atacada permanentemente por las fuerzas conservadoras internas y por el imperialismo norteamericano. En esta coyuntura, el papel político desempeñado por el PCV ha sido de fundamental importancia para construir un polo revolucionario que pueda unir a los trabajadores y al pueblo para hacer avanzar la revolución rumbo al socialismo.Desde Brasil, los comunistas del PCB, hermanos internacionalistas del PCV, deseamos un futuro de muchas luchas y victoria para los trabajadores venezolanos y su vanguardia, el Partido Comunista de Venezuela.

São Paulo, 22 de enero de 2011

Ivan Pinheiro - Secretario General del PCB

Edmilson Costa – Secretario de Relaciones Internacionales

Milhares de marroquinos exigem reforma constitucional


Milhares de manifestantes espalhados por cidades como Marrakesh, Alhoceima, Imzouren, Agadir, Oujda, Rabat, Casablanca e Tanger exigira que o rei Mohammed renuncie a parte dos poderes que lhe são atribuídos e que demita o governo e dissolva o parlamento. Os manifestantes reivindicam uma reforma constitucional e um sistema judicial mais independente, capaz de acabar com a corrupção instalada. Na capital Rabat, os manifestantes agitavam bandeiras da Tunísia e do Egito e gritavam: "Abaixo a autocracia!". Há relatos de violência grave. Os protestos em Marrakesh foram "dispersados pela polícia com cassetetes” e dois italianos teriam sido detidos em Casablanca. Os organizadores da manifestação estão sofrendo perseguição policial.A TV estatal marroquina está cobrindo as manifestações, mas a Al-Jazeera continua proibida de operar em Marrocos. Na noite de sábado, a televisão estatal anunciou que a mobilização teria sido desconvocada, mas os organizadores denunciaram uma operação de propaganda, alegando que as páginas do Facebook estariam sendo invadidas pelas forças de segurança.Os protestos foram organizados, segundo noticia a Reuters, por um grupo denominado Movimento pela Mudança de 20 de Fevereiro, que atraiu 20.000 seguidores no Facebook e que inclui simpatizantes da Frente Polissário, que reclama a independência do Saara Ocidental.Aos protestos juntaram-se jovens do grupo da oposição islâmico Justiça e Caridade, membros dos partidos da oposição e militantes berbere.(Com a Pátria Latina)

Ziraldo e Lobato no desenho do racismo à brasileira


Heloisa Pires Lima (1)
Dois monstros sagrados, ícones da produção editorial voltada para o público infantil e juvenil, acabaram reunidos numa mesma polêmica acerca do racismo no Brasil. O poder inegável do que representam para a sociedade, parecia, até o momento, ter o reconhecimento das massas, do Estado ou da mídia de capital privado. Mas, se a sacralidade lhes atribuída já adquirira a condição de perene, vimos aparecer o lado monstruoso dessas moedas valiosas.Ano de 2010. Em novembro, um manifesto pró Monteiro Lobato circulou em nome da falsa idéia de suas obras haverem sido proibidas pelo governo às vésperas de uma eleição. Longe disto, o parecer assinado pela conselheira Nilma Lino Gomes com o aval, por unanimidade, dos demais analistas do Conselho Nacional de Educação recomendava um conjunto de ações frente ao teor racista localizado na obra Caçadas de Pedrinho (original de1933). A partir da distribuição do título pela Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal um educador, mais atento, toma a iniciativa de protocolar à denúncia. A análise, de instância a instância acabou pauta para o CNE que chamou para si a responsabilidade de emitir o parecer com as sugestões. O critério considerou o objetivo de promover uma educação anti-racista que prevê a formação do educador para lidar com o assunto.O viés eleitoral amplificou o caso com manchetes do tipo “querem proibir Lobato para as crianças”. Foram inúmeros adeptos da hora a multiplicar o arsenal de matérias em defesa do escritor. Os blogs reprodutores de artigos afiados no desejo de interpretar o momento impuseram o assunto. Os grandes jornais, revistas, programas radiofônicos, televisivos, enfim, tiveram à disposição uma pauta embasada em manifesto tornado celebridade. Somente a voz dos conselheiros demorou para ganhar o interesse da grande mídia. Até o ministro da educação, paradoxalmente, emitiu opinião informal antes de ouvir o próprio CNE. Mas em pouco tempo a espetacularização foi serenando, tornando cada mais insustentável a defesa do racismo em nome da bio-bibliografia de um autor. O debate amadureceu nos meios de comunicação com elementos inéditos para o grande público flexibilizando o juízo de valor anterior. E eis que, enquanto a posição definitiva e oficial do MEC estava ainda sendo aguardada para encerrar o caso aberto lá atrás, surge a ação protagonizada pelo cartunista Ziraldo. Numa tentativa de se adiantar ao ministro, o ponto final da polêmica, na concepção que ele adotou, foi desenhar um bem vestido Lobato agarrando uma mulata de poucas vestes para a estampa de um bloco de carnaval no Rio de Janeiro.Não fosse a provocação do tema, a livre expressão do cartunista tinha tudo para reacender os melindres acerca da representação da mulher negra. Não fosse suficiente, a gracinha ficou mais animada com a voz na imagem, em off, do próprio Ziraldo, que afirma:- Para acabar com a polêmica, coloquei o Monteiro Lobato sambando com uma mulata. Ele tem um conto sobre uma neguinha que é uma maravilha. Racismo tem ódio. Racismo sem ódio não é racismo. A idéia é acabar com essa brincadeira de achar que a gente é racista - revela o cartunista.
O pau do gato
O chiste é plausível na vida intelectual. A espirituosa capacidade de rir de si mesmo ou de realizar junções inesperadas, o duplo sentido, o trocadilho são jogos que a linguagem permite para sutilezas bem construídas. No entanto, não há nada mais desagradável do que uma piada sem graça. Maldita, então, é a jocosidade ofensiva. O humano é capaz de exacerbar fragilidades emocionais produzindo prazer para si e para o público para o qual exibe a própria esperteza. Somente a sensibilidade crítica inibe esse tipo de prazer. O dado de realidade localiza o impulso e tem força para a suspensão do conteúdo que agride. A percepção da dor do outro na plenitude da sua dignidade, dos seus direitos e, sobretudo, da sua diferença é o princípio da alteridade, noção cara para os dias atuais.Por isso a “gracinha” de Ziraldo soou como um tapa na cara, sobretudo, pela maneira displicente de referir o racismo que atinge a cidadania da população negra no país. O golpe veio acompanhado pela asneira conceitual que pressupõe racismo com ódio e sem ódio. Mas a excrescência teve troco. A densidade e o estilo conhecido das análises definitivas da ágil intelectual negra Ana Maria Gonçalves (2) foi a reação mais precisa. Outra, o isolamento do cartunista carente de eventuais defensores públicos da “carnavalização do racismo”.O vínculo entre os escritores pode se tornar um marco para a atenção sobre o racismo quando sobreposto à sociedade brasileira. Todavia, a etiqueta racista entregue a um ou a outro esgotaria o evento nele mesmo. Certamente, Ziraldo não está sozinho na sua livre expressão. É comum os pleitos racistas invocarem a liberdade de expressão associada à condenável idéia de censura. Esta é uma das nuanças do deixe meu politicamente incorreto em paz, como se a criação artística não devesse satisfação nem ao constrangimento que possa submeter seja ao gato, ao urubu ou à infância negra. Se a razão do Estado é garantir a proteção e a defesa dos incluídos em seu território, a cidadania é livre para agir mas deve responder pelas conseqüências dos seus atos. Os aperfeiçoamentos legais conquistados arduamente são demandas que partem de argumentos culturais.Portanto, não há como considerar irrelevante a violência difundida por meio de aparentemente ingênuas obras ou o mapa da violência 2011 que demonstra o extermínio de jovens negros. É evidente, o pensamento estampado na camiseta vinculado ao slogan- “não somos racistas”- na engraçadinha mensagem a circular no carnaval. Ele Ao não reconhecer a história particular da parcela negra da população do país atrasa intervenções para superar desigualdades que a atingem. E mantém privilégios.E com a “mulata” impressa, Ziraldo consegue animalizar mais ainda a mulatisse das mulas que a semântica oferta às moças negras. Despida da história do uso semântico para racismos criadores de hierarquias entre mulheres reais, a do desenho está numa situação pior do que a do gato que segura numa das mãos o pau enquanto a outra lhe passa a mão na bunda.O argumento implícito defende que não ser racista é sair ridicularizando uma pedagogia anti-racista. A indignidade sexista recupera ainda, a contenda da miscigenação, ora exaltada, ora condenada como síntese sociológica do Brasil. A máxima de sermos todos mestiços, concepção, aliás, soberana em princípios racialistas a priorizar o aspecto genético da questão, está aí dimensionada. Essa conotação social do feminino negro o transforma em categoria apaziguadora, de conflito racial. É a mesma lógica presente em teorias do relacionamento harmônico que tendem a evidenciar a felicidade do convívio inter-racial nas ruas e a silenciar no que diga respeito à segregação dos mesmos nas esferas de poder do país. A evidente desigualdade para acessos sociais e as iniciativas que afirmem a condição da diferença na escala dos fenótipos tem sido um importante desafio para a sociedade compreender, demandar e alterar padrões de poder no país. O principal entrave está nas visões que apenas consideram o fator classe para o desdobramento de políticas universalistas gestadas pelos governos. Para o Estado, a nuança da história da escravidão e suas conseqüências para os que dela descendem é uma variável particular na administração do bem comum.
O racismo nativo e o informante
Se os dois atores em questão podem ser vistos como dimensionamentos do racismo enrustido ou explícito, condenado ou negligenciado na sociedade dos nossos tempos, a inesperada reunião propicia uma circunstância singular; a de serem sujeitos nativos e informantes de conteúdos vinculados ao setor editorial.Essa dicotomia é central para o saber antropológico, área que adotei como profissão. A problemática relação nativo-informante faz lembrar a busca de sistemática fundamentação a lançar luzes sobre o intercâmbio entre argumentos culturais e produção de conhecimento. A revisão incessante das teorias consideradas monólogos discursivos tiveram para exame as contingências imperialistas, colonialistas e tantas outras itas imbricadas nesse conhecer. Os inúmeros alertas confirmaram ao menos uma certeza: somente o acesso à produção garante o espaço para pontos de vista. O embate de idéias é a única e a mais louvável das lapidações em prol da democracia a gerar o saber compartilhado. E quando se trata de considerar a perspectiva infantil em seu movimento de ser informada pelo mundo e sobre o mundo? No caso brasileiro, podemos nos dar conta do imenso espaço que Lobato e Ziraldo ocupam na cabeça de várias gerações de brasileiros, o que ressalta o tema da presença negra na história editorial. As figurinhas negras elaboradas por suas mentalidades fazem parte do imaginário que produziram abundantemente quase como um monólogo promovido e consentido. A representação ofertada por esses autores quase não teve contraponto.Mas ainda pensando em pólos opostos é hora de recordar o fato de sermos mais complexos que a teoria. Se a filiação ao partido político pode enviesar o julgamento de um relatório do MEC, o que dizer dos males da xenofobia? Reveladas as idéias racistas de Lobato, como o fez, recente e brilhantemente, Ana Maria Gonçalves examinando inclusive o acervo de cartas do escritor, a análise da produção do autor ganhou em redimensionamentos. Não há como negligenciar que para a história da presença de personagens negros no universo da literatura infantil os textos que ele produziu, foram inovadores, assim como o valor positivo para gênero, ou o protagonismo do idoso e outros aspectos que o exame atento pode, infinitamente, revelar. Caso o foco seja a ilustração de seu material, lá também está a Nastácia pelas mãos de Voltolino recebendo tratamento visual mais equitativo do que se poderia esperar quando relacionada à Benta. O contrário também é exemplar. Uma leitura contemporânea das edições, ilustradores a fora e além da época original, reserva as mais grotescas formas da personagem. Idiotizada, bestializada, animalizada, inferiorizada sob todos os aspectos, tornando-a monstrenga, suja o que facilmente contrasta com a composição das demais figuras.
O dado, sem dúvida, tem muito a dizer a respeito da livre circulação de preconceitos para as gerações de diferentes contextos. Ziraldo, com seu trabalho O menino marrom (1986) produziu uma narrativa datada deixando por testemunho a dificuldade do cartunista em construir um personagem negro bonito. E ele cumpriu a tarefa reservando o cuidado gráfico ao personagem. O testemunho, dessa vez, é a dificuldade em desenhar um menino negro. Negro não; marrom. A estrutura da obra testemunha que nos anos 1980 ainda não havia meninos negros bonitos retratados nos livros. Também deixa dicas sobre a resposta da época em afirmar a identidade negra. A interlocução com o menino cor de rosa reduz a densidade da história pela da cor. É um ângulo para lidar com a questão. É provável que tanto Lobato quanto Ziraldo precisaram localizá-la para traçar mapas, itinerários e rotas de viagem em terras desconhecidas como a de facultar seus modelos de humanidade negros. Da para imaginar os dois submetidos a uma série de circunstâncias políticas e de logística expedicionária durante o processo de suas criações. E, se muito se sabe das práticas coletivas de atribuir significados aos povos negros pelos não tão negros pouca é a investigação dos processos em que a paisagem humana negra vai surgindo no universo desconhecido do explorador. E é nessa brecha o destaque para a força dos personagens em sua soberania a propor conteúdos para a autoria. Na verdade, as Nastácias ou o Barnabés lobatianos são expressões da narrativa popular se impondo. O autor se serviu de saborosa fonte para as suas elaborações. O menino negro apesar da assimetria com o cor de rosa também conquistou sua visibilidade. E todo o escritor sabe que a construção do sentido literário nunca é unilateral. Ela indaga e negocia, o tempo todo, com a criação. O personagem, como espessura inconsciente, adquire vida, espaço e autonomia. Incluir a imagem da população negra por Lobato e Ziraldo é uma condição advinda do contato com o tema já que antes ele não havia. Apesar das concepções racistas, é a demanda por um protótipo negro que chama a atenção para si a ponto de entrar para o livro. E é esta soberania que torna notória ausência da imagem como nativos e/ou informantes para dar a conhecer o mundo.O outro lado dessa mesma moeda é a presença de escritores negros no cenário das publicações. A existência negra expressa na literatura pouco abasteceu bibliotecas, videotecas, acervos de brinquedos. O racismo editorial recaiu com a mesma violência sobre potenciais autorias negras. Embora o personagem, mas também o autor negro seja como heróis da jornada contra o preconceito. A desigualdade fora é a mesma dentro das cenas ficcionais. Mas as mudanças não ficam esperando apenas a boa vontade do setor.Em pleno século XXI, não fosse o educador bater na porta do MEC, os conteúdos do livro de Lobato, continuariam pouco problematizados. Da mesma forma o tabu de questionar seja quem for o autor consagrado nas bibliotecas escolares. Por sua vez, não estariam colocadas na mesa as indagações extensivas como o acesso à produção diversificador de pontos de vista. Não havendo confronto, a ignorância lúcida ou ingênua é mantida e não conseguirá identificar a dor do racismo. A “mulata” impressa na camiseta, no entanto, se olharmos bem, ela começa a falar da violência da assimetria que a posicionaram e que está ali sufocada e constrangida. A passividade simbolicamente sugerida, no entanto, acabou tridimensionalizada na realidade. A entrada da internet como variável para os principais polêmicas nacionais tornou o nativo informante e aponta a precariedade da dicotomia. Este é um ponto de virada.O racismo, enfim, é um desafio para todas as sociedades e todas as esferas. O acervo para criança é extensão do livro acadêmico. A prevalência de fórmulas racistas em obras, aparentemente ingênuas, também expressa a falta de analistas formados para a temática. A tecnologia, consenso para aperfeiçoar o desenvolvimento do país deveria tornar mais apto o saber acerca do racismo. Assunto de impacto, a tecnologia das relações raciais ocupa qual o espaço no gerenciamento da ciência produzida no país? A gestão de financiamento da pesquisa em centros universitários necessita atentar para a diversidade e equanimidade que a acompanha. O investimento e a inovação tecnológica voltada para as dinâmicas raciais, no sentido político, é a estampa que o Brasil demanda ver passar nas suas avenidas.(1) Antropóloga com mestrado e doutorado obtido na Universidade de São Paulo. Também escreve para crianças e é consultora para os episódios do Livros Animados- Programa A corda cultura- TV Futura.

Vamos ajudar a Maitê?


MASSACRE - PRECISO DE SUA AJUDA E CAMPANHA DEUS

A jornalista Anna Carolina Lementy fez uma matária especial comigo com o título "A Léa T. do Paraná" falando de minha carreira como modelo. A noticia foi vincula na capa do portal da Globo e estou sendo massacrada por pessoas falando em morte, religião e moral. Se você gosta de mim e puder entrar lá e comentar, eu ficaria muito grata com sua ajuda. Basta clicar em http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2011/02/24/a-lea-t-do-parana/As fotos e o vídeo que estão gerando esta polêmica, por eu aparecer nua, representando o momento da criação e onde faço o papel de DEUS, pode ser visto em http://atelier-heroina.com/deus/index.html

Ahh se for me responder.. escreve para https://mail.google.com/mail/h/15w5460s001xf/?v=b&cs=wh&to=casadamaite@gmail.com
Obrigada por tudo mesmo.. e se não nos falarmos mais.. um ótimo inicio de março e lindo super carnaval especial.. (Imagem: Alexandre Linhares/Divulgação)

MULHERES NA DIREÇÃO


Começa na próxima terça-feira e vai até o dia 13 a segunda edição da mostra de cinema Mulheres na Direção, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo. O evento,comemorativo do Dia Internacional da Mulher, reúne filmes de diversas épocas e nacionalidades e a programação destaca a contribuição das mulheres que dirigem produções cinematográficas em todo o mundo.
Neste ano, o destaque será a pré-estreia nacional do novo filme da cineasta dinamarquesa Susanne Bier, Em um mundo melhor. Ele ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2011 e será exibido na abertura do evento, com entrada franca. O longa entra em cartaz nos cinemas brasileiros no dia 11 de março.
A mostra que homenageia as mulheres foi montada com base em pesquisas no acervo da cinemateca e outras instituições culturais, inclusive internacionais .
O evento contempla desde pioneiras como Nicole Vedrés, responsável pela direção de um clássico do documentário francês, Paris 1900, um retrato da Belle Époque e do impacto da guerra sobre a França, a cineastas menos conhecidas como Euzhan Palcy (foto interenet), primeira diretora negra a filmar em Holywood, que marca presença com o melodrama Rue Cases-Négres .
Há também na programação exemplos marcantes de filmes dirigidos por mulheres entre as décadas de 1980 e os anos 2000. Clémentine Tango, primeiro longa da cineasta francesa Caroline Roboh, revive a atmosfera dos antigos cabarés parisienses. Outra produção francesa que participa da mostra é Le destin de Juliette, de Aline Issermann, melodrama sobre uma moça obrigada pela família a se casar por conveniência.(Com o Correio do Brasil)

ÁRBITRO SÓ DE FORA


PACIÊNCIA ESGOTADA

Flávio Anselmo – 01/3/11


NA QUINTA RODADA do Campeonato Mineiro já deu pra gente gritar: estourou o saco! Os árbitros mineiros são fracos demais.
Com eles a competição vai afundar.
Têm o grave problema da paixão interna adormecida que desperta quando verem o time do seu coração num aperto em campo.
Viram o pênalti que o juiz Tolentino deu pro Atlético neste domingo?
Viram a arbitragem tendenciosa do juiz que apitou América-TO l x Cruzeiro 2? Não basta ao juiz torcer como qualquer ser humano por um time. Ele quer ser igual ao pai da propaganda: tem que participar.
Ser descarado a ponto de dar pênalti, anular gol do adversário, ou confirmar um gol impedido do time do coração.
Tem que inverter de faltas fora da área, a distribuir de cartões amarelos com critérios diferentes.
Que acabam em expulsões injustas apenas nos times menores.
Os juízes daqui não se livram deste esquema armazenado nos corações apaixonados de árbitros por seus times preferidos. Que providenciem logo juiz de fora. Estes são apaixonados com times lá de fora. Só vamos cuidar deles no Brasileiro.
Nos jogos decisivos com este quadro que aí está, será impossível ter uma decisão considerada imparcial. O Coelho jogou demais.
Passou feito trator por cima do Galo. A arbitragem do Sr. Tolentino tornou difíceis as coisas que estavam fáceis.
O pênalti escandaloso contra - que não vingou porque Diego Tardelli bateu fraco e Flávio fez uma excelente defesa - e aquela dissimulação de absoluta convicção durante às veementes reclamações dos atletas são suficientes pra mandá-lo de volta ao trabalho caseiro.
Tem mais: gol anulado de Fábio Junior gostaria de discutir tal critério à exaustão. A bola cruzada do fundo, pela esquerda, passa por Camilo, que nem toca nela – que vantagem portanto tirou disso? - e chega a Fábio Junior, que saiu de trás do beque pra fazer o gol.
A participação de Camilo foi qual? Desviou a atenção da zaga? De quem, se foram pra cima de Fábio Júnior na tentativa de evitar o gol?
A vitória por 2 a 1 fez justiça ao Coelhão, agora líder com 13 pontos. O Galo vem em segundo com 12, com maior número de gols marcados que o Cruzeiro, em terceiro, com os mesmos 12 pontos.
O Villa Nova fecha o G4 com 8 pontos e melhor saldo de gols que o Tupi, também com oito. Esta é uma briga de cães valentes. A quinta rodada não foi dos mandantes. Confiram: Funorte l x Caldense l; América-TO l x Cruzeiro 2; Galo l x Coelho 2; Uberaba 2 x Tupi 4; Villa Nova 2 x Guarani 2; Ipatinga 0 x Democrata 0.
Tigre e Funorte, com dois pontos, estão em sérios riscos de descenso. O Campeonato Carioca que tem várias decisões - os cartolas de lá são mais inteligentes que os cartolas daqui? - botou a primeira Taça do ano nas mãos de Ronaldinho Gaúcho autor do gol do Flamengo na vitória l a 0 sobre o Boa Vista. É a Taça Guanabara apenas, mas que valeu por um carnaval, valeu....

Cruzeiro reclama que o juiz não validou um possível gol de Farias, a bola teria entrado na visão de Montillo.
Pior pro América-TO que teve um gol anulado – o segundo, quem sabe de uma possível vitória – marcado por Rogelio, que estava atrás da linha de Gil , que disputou a bola no alto com outro atacante do América e perdeu.
E na mesma linha de Victorino.
Ah, ainda que a expulsão do atleta do América-TO tenha sido correta, convém destacar que os locais deram uma canseira nos azuis até o finalzinho do jogo.
Aí os deuses do futebol que na maioria das vezes protegem os grandes fizeram com que Everton, saindo do banco, marcasse o gol da vitória celeste.
De novo, funcionou a estrela de Cuca. Tira alguém do banco e o dito não deixa a peteca cair.
O América jogou desde os 16m do segundo tempo com menos um em razão da expulsão de Wellington....
Falando em arbitragem, vocês ainda se lembram da novela “A Máfia do Apito”?
Pois é! A revista “Veja”, aquela que imagina ter leitores sem opinião e gostaria de colocar viseira neles, revisitou os alfarrábios da história.
No mais novo capítulo o juiz da 17ª Vara Cível da Justiça de São Paulo condenou com multa os réus no processo movido por manipulação de resultados.
Em qualquer lugar do mundo isso daria cadeia. Mas no Brasil?
O fato, lembram-se, ocorreu no campeonato brasileiro de 2005.
O ex-árbitro Edílson Pereira de Carvalho, da Fifa, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e o empresário Nagib Fayad vão pagar, juntos, R$ 160 milhões de multa. Sabe quando? Quando eu estiver "mais murcho do que boca de velha", como diria o saudoso Stanislaw Ponte Preta.
Réu confesso, Edilson recebeu propina de grupo de empresários de São Paulo e Piracicaba para fraudar resultados nas partidas.
Após a denúncia da "Veja" publicada em 2005, 11 partidas do Campeonato Brasileiro foram anuladas.
Tudo só favoreceu ao Corinthians que da rabeira da competição foi ao título.
Edilson e o outro árbitro acusado de participar do esquema, Paulo José Danelon, acabaram expulsos do futebol.O juiz da 17ª Vara Cível José Paulo Camargo Magano, em sua sentença, considerou que, na escalação de "árbitros parciais", a CBF "não cumpriu o dever de garantir a observância de regras que assegurassem o regular andamento dos campeonatos".Os R$ 160 milhões de indenização à sociedade “vão” para o Fundo Especial de Despesa de Reparação de Interesses Difusos Lesados (?), sob responsabilidade do Estado de São Paulo.
A condenação tem caráter solidário.
Ou seja: se algum dos réus não tiver condições financeiras de pagar a indenização, os outros é que vão arcar com as despesas.A CBF informou à revista que recorrerá da decisão. Edílson hoje trabalha no bar de um clube em Jacareí, no interior de São Paulo.

Amanhã eu vou apresentar uma tese que me veio à iluminada cabeça nesta segunda feira e gostaria de discuti-la com os não menos iluminados milhares de leitores desta impávida coluna.
PS – Um abraço carinhoso e especial para o meu amigo Fernando Vanucci, que certa vez, Fernando Braz quase cometeu a besteira de entrar pro meu escritório de advocacia. Flávio AnselmoAcesse meu bloghttp://www.flavioanselmodepeitoaberto.blogspot.com/
(Imaggem: Internet)

Ex ditadores argentinos em julgamento por roubo de bebês

Jorge Rafael Videla


Os ex ditadores argentinos Jorge Rafael Videla e Reynaldo Bignone e o ex general Santiago Omar Riveros serão julgados a partir de hoje aqui pelo roubo sistemático de bebês durante a última ditadura militar. No julgamento, que por disposição do Tribunal Oral Federal 6 desta cidade será transmitido pela televisão, comparecerão também o ex capitão da Armada, Jorge "O Tigre" Deita, o ex almirante Antonio Vañek e o ex prefecto Jorge Antonio Azic.Além do ex marinheiro Rubén Franco e o médico da Escola de Mecânica da Armada (ESMA) José Luis Magnacco, todos imputados por 34 casos de roubo de bebês cometidos na maternidade clandestina da ESMA, em Campo de Maio e em outros centros encobertos de detenção.Entre os casos incluídos na causa estão os da neta do poeta uruguaio Juan Gelman e do neto da fundadora de Avós de Praça de Maio, Estela de Carlotto.No primeiro processo judicial que examinará a suposta existência de um plano sistemático de roubo de recém nascidos a grávidas sequestradas e levadas a centros ilegais de detenção comparecerão ao redor de 370 testemunhas.Um deles, a também fundadora de Avós de Praça de Maio Chicha Mariani, pediu para falar antes do início do processo por sua avançada idade e delicado estado de saúde e já prestou declaração.Todos os acusados, informou a própria fonte, serão julgados por "roubo, retenção, ocultação e substituição de identidade de menores de dez anos" em diferentes fatos.Os bebês roubados, fundamentalmente na maternidade clandestina da ESMA, eram entregues em adoção a pessoas próximas aos militares, privando-os assim de sua identidade.A causa pelo roubo sistemático de recém nascidos durante a última ditadura militar na Argentina iniciou-se há mais de 14 anos através de uma apresentação realizada pelas Avós de Praça de Maio.(Com a Prensa Latina/Télam)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Pastores da Morte


Dedicado a Jeferson da Silva, Renilson da Silva e Victor Jara


Chegaram gritando
Espalhando o terror
Buscando o arrego
Impondo o estado da dor
Soldados-tenentes
Senhores da guerra
Implacáveis, inclementes
Capitães-das-vielas
Selvagens, indecentes
Cabeças de repolho e pica-paus
Armados até os dentes
com seus narizes de cristal
Mantidos com nossos impostos
Impõe o horror cotidiano
Desfazem planos
Assassinam sonhos
Cospem em nossas caras
Matam nossos filhos e irmãos
Mentem despudoradamente
Fazem da injustiça seu pavilhão
Cães raivosos
Ceifam vidas inocentes
Com seus fuzis e uniformes
Pisoteiam as flores indulgentes
Mataram um jovem-menino
Que com as mãos moldava o pão
Que a noite estava sorrindo
E de manhã jazia em um caixão
Mataram também o seu tio
Cujo crime era morar na favela
Piedoso enfermeiro-negro
Nunca passou pelas celas
Foram executados pelo Estado
Que financia, treina e arma
Psicopatas de boina e farda
Corsários de insígnias cruzadas
Neo-capitães-do-mato
Jagunços e mercenários
Traficantes e viciados
Milicianos estatizados
E eles sorriem e se protegem
Zombam da dor do trabalhador
Mas o sangue que roubaram
Este sim tem valor
Favela agora é quilombo
O povo não esquece tão rápido
Polícia e bandido se equivalem
O ódio agora é dobrado
Mataram um jovem padeiro
(podia ser seu filho)
Mataram um jovem enfermeiro
(podia ser seu irmão)
Mas o canto que da garganta explode
Esse não podem matar
Nem com a justiça-fuzil
Nem com inquérito militar
E estes dois mártires
Que faziam da alegria sua bandeira
Não serão nome de praça
Pois não têm eira nem beira
Porém na longa estrada
Que no peito é o coração
Nomearão um sentimento amigo
Muita saudade e inspiração

Daniel Oliveira
Belo Horizonte/Minas Gerais


25 de Fevereiro de 2011

Um velório em 3D


Uma empresa espanhola está lançando um serviço funerário com elementos inusitados, em que o cliente pode visualizar seu futuro velório em 3D, e sua morte é avisada aos conhecidos por meio das redes sociais.
O serviço é oferecido a clientes que queiram deixar escolhidos os detalhes de sua própria cerimônia funerária.
Com um sistema parecido ao de uma lista de casamento, a pessoa opta por vídeos, fotos, textos e tipo de músicas da cerimônia, além das flores, homenagens, decoração e até o cardápio.
E um programa de computador em três dimensões permite ao contratante assistir a uma reprodução em 3D com todos os elementos escolhidos ou entregar suas últimas vontades por escrito e gravadas em vídeo, para que elas sejam respeitadas.
Também é possível deixar programado um aviso para que, assim que a morte for confirmada, a notícia seja postada no mural do Facebook e os amigos sejam comunicados o quanto antes.
“No começo, pensamos que era uma loucura. Que ninguém nos levaria a sério”, disse à BBC Brasil Miguel Adán Martínez, gerente da empresa Por Tudo o que Vivemos.
“Por que não ver a pessoa que faleceu, alguém que querido por todos, como uma recordação agradável? E sair do funeral de uma forma positiva?” (Com a BBCBrasil)

A situação na Líbia

Workers World

De todas as lutas que agora decorrem no Norte de África e no Médio Oriente, a mais difícil de deslindar é aquela na Líbia.
Qual é o carácter da oposição ao regime Kadafi, a qual consta que agora controla a cidade de Bengazi, no Leste do país?
Será apenas coincidência que a rebelião tenha começado em Bengazi, a qual é a norte dos mais ricos campos petrolíferos da Líbia bem como próxima da maior parte dos seus oleodutos e gasodutos, refinarias e o seu porto de gás natural liquefeito (GNL)? Haverá um plano de partição do país?
Qual é o risco de intervenção militar imperialista, a qual apresenta grave perigo para o povo de toda a região?
A Líbia não é como o Egito. Seu líder, Moamar Kadafi, não tem sido um fantoche imperialista como Hosni Mubarak. Durante muitos anos, Kadafi esteve aliado a países e movimentos que combatiam o imperialismo. Ao tomar o poder em 1969 através de um golpe militar, ele nacionalizou o petróleo da Líbia e utilizou grande parte do dinheiro para desenvolver a economia líbia. As condições de vida do povo melhoraram radicalmente.
Por isso, os imperialistas estavam determinados a deitar a Líbia abaixo. Os EUA em 1986 realmente lançaram ataques aéreos a Trípoli e Bengazi que mataram 60 pessoas, incluindo a menina filha de Kadafi – o que raramente é mencionado pelos media corporativos. Foram impostas sanções devastadoras tanto pelos EUA como pela ONU a fim de arruinar a economia líbia.
Depois de os EUA invadirem o Iraque em 2003 e arrasarem grande parte de Bagdad com uma campanha de bombardeamento que o Pentágono exultantemente chamou "pavor e choque", Kadafi tentou evitar a ameaça de outra agressão à Líbia fazendo grandes concessões políticas e econômicas ao imperialismo. Ele abriu a economia a bancos e corporações estrangeiras; concordou com exigências do FMI quanto ao "ajustamento estrutural", privatizando muitas empresas estatais e cortando subsídios do estado a necessidades como alimentos e combustível.
O povo líbio está a sofrer dos mesmos preços elevados e desemprego que estão na base das rebeliões em outros lados e que decorre da crise econômica capitalista mundial.
Não pode haver dúvida de que a luta que varre o mundo árabe pela liberdade política e a justiça econômica também tocou um ponto sensível na Líbia. Não há dúvida de que o descontentamento com o regime Kadafi está a motivar uma secção significativa da população.
Contudo, é importante para gente progressista saber que muitas das pessoas que estão a ser promovidas no Ocidente como líderes da oposição são há muito agente do imperialismo. A BBC mostrou em 22 de Fevereiro filmes de multidões em Bengazi deitando abaixo a bandeira verde da república e substituindo-a pela bandeira do antigo rei Idris – que foi um fantoche dos EUA e do imperialismo britânico.
Os media ocidentais baseiam grande parte das suas reportagens sobre supostos fatos fornecidos pelos grupo exilado Frente Nacional para a Salvação da Líbia (National Front for the Salvation of Libya), a qual foi treinada e financiada pela CIA estado-unidense. Pesquise no Google o nome da frente mais CIA e encontrará centenas de referências.
O Wall Street Journal de 23 de Fevereiro escreveu em editorial que "Os EUA e a Europa deveriam ajudar os líbios a derrubarem o regime Kadafi". Não há qualquer conversa nas salas das administrações ou nos corredores de Washington acerca de intervir para ajudar o povo do Kuwait ou da Arábia Saudita ou do Bahrain a derrubarem seus governantes ditatoriais. Mesmo com todos os falsos elogios às lutas de massas que agora sacodem a região, isso seria impensável. Em relação ao Egito e à Tunísia, o imperialismo está a mover todas as alavancas que podem para tirar as massas das ruas.
Tão pouco houve qualquer conversa de intervenção dos EUA para ajudar o povo palestino de Gaza quando milhares morrerem por serem bloqueados, bombardeados e invadidos por Israel. Exactamente o oposto. Os EUA intervieram para impedir a condenação do estado colonizador sionista.
O interesse do imperialismo na Líbia não é difícil de descobrir. Em 22 de Fevereiro a Bloomberg. com escreveu: se bem que a Líbia seja o terceiro maior produtor de petróleo da África, é o país do continente que tem as maiores reservas provadas — 44,3 mil milhões de barris. É um país com uma população relativamente pequena mas com potencial para produzir enormes lucros para as companhias de petróleo gigantes. É assim que os super ricos a encaram e o que está por trás da sua apregoada preocupação com os direitos democráticos do povo da Líbia.
Obterem concessões de Kadafi não é suficiente para os barões imperialistas do petróleo. Eles querem um governo sob a sua dominação total, tudo do bom e do melhor. Eles nunca esqueceram Kadafi por derrubar a monarquia e nacionalizar o petróleo. Fidel Castro, em Cuba, na sua coluna "Reflexões" regista o apetite do imperialismo por petróleo e adverte que os EUA estão a lançar as bases para a intervenção militar na Líbia.
Nos EUA, algumas forças tentam mobilizar uma campanha a nível de rua promovendo uma tal intervenção estado-unidense. Deveríamos opor-nos a isto totalmente e recordar a qualquer pessoa bem intencionada os milhões de mortos e deslocados pela intervenção dos EUA no Iraque.
As pessoas progressistas têm simpatia com o que encaram como um movimento popular na Líbia. Podemos ajudar tal movimento principalmente pelo apoio às suas exigências justas mas rejeitando uma intervenção imperialista, seja qual for a forma que assuma. É o povo da Líbia que deve decidir o seu futuro.
Articles copyright 1995-2011 Workers World. Verbatim copying and distribution of this entire article is permitted in any medium without royalty provided this notice is preserved.
Ver também: Faut-il intervenir militairement en Libye ? , de Alain Gresh
O original encontra-se em http://www.workers.org/2011/editorials/libya_0303/
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/africa/libia_23fev11.html .



(O artigo acima foi transcrito do espaço do PCB na internet)

Prêmio de Direitos Humanos


Organizações mexicanas lançaram uma convocatória para o XIX Prêmio Nacional de Direitos Humanos "Don Sergio Méndez Arceo”. O objetivo é reconhecer, estimular e promover a solidariedade e o acompanhamento às organizações, grupos e pessoas que tenham se destacado na defesa e promoção dos direitos humanos no México. O prêmio existe desde 1993 e teve como ganhador, no ano passado, o Consejo de Pueblos de Morelos. Há duas categorias: grupos e pessoa. Em grupos, se ganha um diploma e dez mil pesos; já na categoria pessoa, o prêmio consiste no diploma e cinco mil pesos. O jurado é composto de um representante de cada grupo que organiza o prêmio ou simpatizante. O resultado será divulgado no dia 14 de abril, e a premiação será entregue no dia sete de maio, em Cuernavaca, estado mexicano de Morelos.
"Nos tempos atuais, em que se violam de múltiplas formas os direitos à vida e o respeito pela dignidade dos ‘pequenos’ [menos favorecidos], urge continuar o caminho traçado por Don Sergio”, declara a convocatória para o prêmio. O texto lembra ainda o panorama de crise econômica e ecológica mundial que repercute no povo mexicano, bem como a perseguição aos defensores/as dos direitos humanos.
A convocatória está aberta até quatro de março e as propostas podem ser enviadas pelo e-mail http://www.comitecerezo.org/spip.php?article853 ou entregues pessoalmente no escritório do Comitê Organizador, localizado na Avenida Humboldt, 46B, Centro, cidade de Cuernavaca.
Requisitos
O prêmio poderá ser pleiteado por grupos, instituições ou organizações populares, ONGs, organizações religiosas, sociais, políticas, acadêmicas ou pessoas que tenham se destacado devido a um trabalho constante pela promoção e defesa dos Direitos Humanos no país, durante os últimos três anos.
O grupo deve ser desvinculado de partidos políticos e instâncias governamentais e serão observados os resultados do trabalho, especialmente se for voltado a setores mais vulneráveis da população.
Os grupos não podem propor a si mesmos, devendo ser indicados por outra organização. As propostas enviadas devem ser acompanhadas de uma carta de motivação que contenha trajetória, atividades realizadas, resultados, dados gerais do candidato e da organização ou pessoa que o está propondo.
Para baixar a ficha de inscrição e o cartaz, acesse http://www.comitecerezo.org/spip.php?article853

Denuncias de crimes na web


A Polícia Federal inaugurou no final de 2009 um canal para receber de forma mais ágil denúncias de crimes como pornografia infantil e racismo cometidos pela internet. O objetivo da PF é tornar mais ágil o recebimento das denúncias, para que a investigação também seja feita mais rápido, possibilitando a identificação de indícios do crime.O novo formulário pode ser encontrado no site oficial da PF, do lado direito da página. Quando clica, o usuário é direcionado para um formulário no qual deve escolher se quer denunciar casos de pedofilia e pornografia infantil, crimes de ódio, como o racismo, preconceito religioso e distribuição de símbolos nazistas, ou genocídio. Na denúncia é possível incluir o endereço do site ou blog usado pelo criminoso, bem como fazer uma descrição da denúncia. Assim, é possível comunicar aos policiais crimes cometidos por redes sociais. Todas as denúncias são anônimas. A iniciativa surgiu graças a uma parceria da PF com a ONG Safernet e com a Secretaria Especial de Direitos Humanos (SEDH) da Presidência da República, assinada em 2008, durante o 3º Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.(Com a CEN,Coletivo de entidades Negras)

Honduras, luta contra o golpe


A expectativa é que o dia de amanhã (26) seja de grande importância para o movimento que luta contra o golpe de Estado em Honduras. Será o dia da realização da Assembleia Nacional da Frente Nacional de Resistência Popular (FNRP), evento em que Manuel Zelaya, presidente deposto em junho de 2009, será ratificado como coordenador da resistência.
A ideia é chamar os delegados da Frente a "recuperar a confiança do povo resistente na FNRP” e exigir uma Assembleia Nacional Constituinte, assim como o retorno de Zelaya ao país. A expectativa é que mais de mil delegados participem do encontro, que acontecerá em uma instituição de ensino médio em Tegucigalpa.
Mesmo longe de Honduras, Manuel Zelaya segue apoiando o povo hondurenho. Na última quarta-feira (23), enviou desde Santo Domingo, na República Dominicana, uma carta para os integrantes da Frente por ocasião da Assembleia Nacional. No documento, ressaltou a importância de ter confiança na resistência e de dar seguimento à luta.
"A poucas horas de dar início ao evento mais importante na história política hondurenha, desde a formação dos partidos políticos tradicionais, chamo a todos os membros da FNRP a impulsionar um movimento de liberação nacional baseado em princípios e ideias revolucionárias, pró-socialistas, para construir uma nova sociedade”, destacou.
Na carta, Zelaya considerou que ainda não é o momento do movimento participar de eleições, já que os organismos de justiça estão nas mãos de pessoas relacionadas ao Golpe. Ao mesmo tempo, lembrou que há possibilidade de mudanças.
"Está claro que, neste momento, nossa participação nas eleições teria efeitos mais destrutivos que positivos; não existem condições e o controle dos golpistas sobre todos os organismos de aplicação de justiça deixa inviável, por hora, esta possibilidade. No entanto, a realidade é dinâmica e as conjunturas podem mudar e estas nos obrigam, às vezes, de maneira súbita, a tomar decisões transcendentais. Não estar pronto não quer dizer que devemos estar imóveis; ao contrário, obriga-nos a levar nossa luta a níveis de ação organizada para exigir e pressionar até que as condições sejam as que requeremos”, declarou.
Na oportunidade, o mandatário hondurenho deposto ainda afirmou que a FNRP deve continuar com os trabalhos de organização, formação e mobilização no país e chamou a todos a avançar na proposta de autoconvocação para assembleia constituinte para, assim, elaborar uma nova constituição para o país.
"Exigir a reestruturação do Estado democrático, o fim da impunidade pelos crimes de lesa humanidade e a convocatória a uma Assembleia Nacional Constituinte ampla, includente, justa, soberana e originária é uma missão da qual não podemos retroceder”, reforçou.
OPLN
"Posicionamiento Político de la Organización Política Los Necios Ante la Asamblea Nacional del Frente Nacional de Resistencia Popular “Mártires campesinos de Aguán"
Reunida la Asamblea General de miembr@s Militantes de la Organización Política Los Necios en sesión extraordinaria, resolvió posicionar y difundir el siguiente planteamiento en cuanto al debate de la creación del Frente Amplio Político.
1. La OPLN apoya la creación del Frente Amplio Político como una herramienta de estructuración y organización nacional presta para la lucha política en todas sus expresiones y en combinación de fuerzas internas fundamentales que son las de la organización sindical, gremial, barrial y de base con una larga trayectoria reivindicativa y de las fuerzas políticas, que UNIDAS deben plantearse de manera simultánea la construcción del Poder Popular y la Toma del Poder del Estado.

2. La OPLN apoya la creación de este instrumento político para la participación Electoral UNICAMENTE si las condiciones de participación garantizan un proceso democrático y limpio, cuyas condiciones fundamentales son:

a. El retorno pronto y seguro del Coordinador General del FNRP José Manuel Zelaya Rosales y de TOD@s los exiliados políticos.
b. el cese de la represión y persecución Política de los miembros del FNRP
c. el desmantelamiento de la Estructura Golpista, entendida sobretodo como el cambio negociado de las autoridades de todo el Poder Judicial.
d. inicio de los procesos judiciales en contra de los perpetradores del Golpe de Estado del 28 de Junio y de los asesinos del Pueblo; y finalmente,
e. la creación de una Nueva Ley Electoral que garantice la participación democrática de las amplias mayorías del pueblo.

3. La OPLN igualmente hace un llamado a las bases del Frente Nacional de Resistencia Popular a continuar y aumentar la presión popular en contra del Régimen continuador del Golpe de Estado de Porfirio Lobo Sosa y Juan Orlando Hernández, que llevan a cabo el proyecto antipopular de la oligarquía y el imperialismo, profundizando las medidas neoliberales, la exclusión social y el mayor empobrecimiento de las mayorías de nuestro país. Por lo que nuestras banderas de lucha continúan siendo la Asamblea Nacional Constituyente para que exista una sociedad justa en Honduras.
¡Por una Nueva Sociedad!
¡Venceremos!
¡Necedad!
Organización Política Los Necios" (Com a Adital e Los Necios/Latuff/Divulgação)

Mais Ohikari entregues

Membros da Igreja Messiânica Mundial do Brasil em BH receberam durante cerimonia no templo da Rua Ouro Preto o Orikari-medalhas que permitem a alguns deles ministrar o Johrei (luz divina).Alguns momentos do ato estão aqui.
Oração de gratidão pelo recebimento do Ohikari
Ó Supremo Deus, Criador e Doador de toda a vida!
Agradecemos o privilégio e honra
De receber o Orikari,
Para servir à Divina Luz,
E pertencer a esta Igreja.
Ajudai-nos a viver as Vossas Leis
E fazer o melhor para o nosso crescimento espiritual,
Comunicando a Vossa Luz Divina e
Servindo à humanidade.
Que possamos ser capazes de cumprir
Com humildade a missão do Vosso Grande Plano,
De estabelecer um Mundo Ideal
De verdadeira felicidade,
Repleto de saúde, prosperidade e paz,
Onde a Verdade, a Virtude e a Beleza prevaleçam.
Grandioso Deus da Luz,
Abençoai-nos e protegei-nos,
Dando expansão radiante às nossas almas.
Assim seja.

Prêmio Nacional Pierre Verger


O Prêmio Nacional Pierre Verger vai dar R$ 60 mil a fotógrafo.Até 18 de março, estão abertas as inscrições para a seleção e premiação de conjunto de trabalhos de um fotógrafo, de livre temática e técnica, residente no Brasil, pelo Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger. O fotógrafo selecionado receberá R$ 30.000, mais repasse de R$ 30.000 a título de apoio para a confecção de catálogo e realização de exposição individual, com duração de 30 dias, na cidade de Salvador, BA. O formulário de inscrição está em http://www.funceb.ba.gov.br/.

MPLA combate a pobreza


O governante partido MPLA informou que para melhorar as condições de vida dos angolanos promove o combate contra a pobreza da qual padece um terço dos 16 milhões de habitantes do país. O Vice-presidente do Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA), Roberto de Almeida, manifestou em Menongue, província sul de Quando Cubango, que a formação política mobilizará a sociedade para apoiar ao Executivo no desenvolvimento de diversas tarefas.
Ao delinear as linhas programáticas da organização, o dirigente assinalou que entre os desafios que Angola tem está o de avançar nos programas municipais de desenvolvimento rural, "Água para todos" e no comércio rural e habitação social.
No plano da moradia, Angola propõe-se construir um milhão de casas até o próximo ano.Almeida insistiu que no atual processo de reconstrução nacional da família angolana devem predominar os valores da solidariedade sobre o egoísmo.Anunciou, por outro lado, que o MPLA projeta a entrada de uns dois milhões de novos militantes, dispostos a aceitar estatutos e programas, para aumentar a influência do partido em todos os setores sociais.(Com a Prensa Latina)

Calçamento pé-de-moleque


Abaixo Assinado pelo calçamento em “pé-de-moleque” do trecho da Rodovia MG-030, Rio Acima a Itabirito, na Estrada Real.
A comunidade ambientalista/histórico cultural em Minas Gerais está em alerta pela ameaça de asfaltamento do único trecho intacto da ESTRADA REAL - a rodovia MG-030, entre Rio Acima e Itabirito, na serra do Gandarela.
Esta ameaça é denunciada por ambientalistas da Associação Ecológica de Moradores e Sitiantes do Entorno da Rodovia MG-30. Estrada que começa no BH-Shopping, de Belo Horizonte a Nova Lima, Rio Acima e Itabirito e antigo caminho - com de mais de 200 anos - que ligava Minas Gerais ao Rio de Janeiro e que serviu de norte para bandeirantes, faiscadores, mineradores e da Tropa Real.
Para reverter este tresloucado asfaltamento os defensores do meio ambiente, e da cultura do Brasil/colonial, fizeram um anteprojeto para que a estrada seja calçada com pedra “pé de moleque”, acrescido ao irrefutável argumento de que dará maior autenticidade ao local, além de dar permeabilidade e condições propícias às plantas, nascentes, animais e pássaros conviverem harmoniosamente.
HISTÓRIA - Esta antiga estrada tem 23 km encascalhados e salpicados com pedras/cristal do tempo colonial e foi feita com cortes radicais nos contrafortes da serra e da mata protegida na APA/SUL. Porém, algumas pessoas “atiçadas” por multinacionais e alguns maus políticos, insensíveis ao comprometimento ambientalista, tentam forçar a barra para asfaltar - com o equivocado argumento do “progresso” a qualquer custo, e com prejuízo ao meio ambiente. Isso fatalmente irá acabar com o ecossistema da região, fazendo com que aumente o perigo de acidentes automobilísticos, pois o trecho é cheio de curvas e muitos precipícios abissais. Além disso, com o aumento da velocidade haverá rotas de fuga para marginais.
CICLO HIDROLÓGICO - Uma das causas é a ação predatória do homem, que continua a intervir no ciclo hidrológico, e acaba por contribuir na intensificação dos desastres naturais, seja com o desmatamento, ou até mesmo pela impermeabilização do solo através da pavimentação asfáltica de grandes áreas – como é esse exemplo negativo pretendido pelas mineradoras e órgãos públicos. A UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) afirmou que nos próximos cinqüenta anos, os problemas relacionados com a falta de água afetarão todas as pessoas no mundo. Ao longo dos anos, muitos fatores vêm modificando as exigências da gestão municipal, impondo a busca de novas soluções que sejam, ao mesmo tempo, práticas e capazes de agregar outros valores para a economia das cidades e para a vida dos contribuintes. A exemplo disso, alguns municípios fizeram algumas alterações na Lei de Parcelamento, Ocupação e Uso do Solo do Município, aprovando mudanças que vêm ao encontro às necessidades da sociedade e da cidade, em se adaptarem à dinâmica urbana e às conseqüências deste crescimento.
O calçamento “pé de moleque”, pretendido pelos ambientalistas permite a perfeita drenagem das águas de chuva e, ao mesmo tempo, evita a impermeabilização do solo, pois as juntas entre as pedras possibilitam a infiltração de uma de uma parcela das águas incidentes, amenizando desta maneira, o impacto ambiental. Portanto, esse tipo de calçamento é considerado piso ecologicamente correto.
Sendo assim, nós abaixo-assinados, solicitamos ao DER, IBAMA, SEMAD (IEF, FEAM, IGAM, COPAM) e às Secretarias de Cultura, de Turismo, ao Instituto ESTRADA REAL e demais entidades que seja adotada, com urgência, as sugestões dos ambientalistas para se fazer esse tipo de calçamento para proteger o único trecho intacto da Estrada Real da ameaça de destruição. Pois está é a forma correta de resguardar as riquezas naturais e culturais, mudando o foco de desenvolvimento para atividades de ecoturismo, que também podem ser viáveis economicamente, de forma sustentável e a longo prazo, sem a perda de tão valioso patrimônio natural e cultural.
Rio Acima, ____ de­­_________ 2010
Nome Completo/Entidade _____________________________­­­­­________Assinatura________________

CICLO HIDROLÓGICO - Uma das causas é a ação predatória do homem, que continua a intervir no ciclo hidrológico, e acaba por contribuir na intensificação dos desastres naturais, seja com o desmatamento, ou até mesmo pela impermeabilização do solo através da pavimentação asfáltica de grandes áreas – como é esse exemplo negativo pretendido pelas mineradoras e órgãos públicos. A UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) afirmou que nos próximos cinqüenta anos, os problemas relacionados com a falta de água afetarão todas as pessoas no mundo. Ao longo dos anos, muitos fatores vêm modificando as exigências da gestão municipal, impondo a busca de novas soluções que sejam, ao mesmo tempo, práticas e capazes de agregar outros valores para a economia das cidades e para a vida dos contribuintes. A exemplo disso, alguns municípios fizeram algumas alterações na Lei de Parcelamento, Ocupação e Uso do Solo do Município, aprovando mudanças que vêm ao encontro às necessidades da sociedade e da cidade, em se adaptarem à dinâmica urbana e às conseqüências deste crescimento.
O calçamento “pé de moleque”, pretendido pelos ambientalistas permite a perfeita drenagem das águas de chuva e, ao mesmo tempo, evita a impermeabilização do solo, pois as juntas entre as pedras possibilitam a infiltração de uma de uma parcela das águas incidentes, amenizando desta maneira, o impacto ambiental. Portanto, esse tipo de calçamento é considerado piso ecologicamente correto.
Sendo assim, nós abaixo-assinados, solicitamos ao DER, IBAMA, SEMAD (IEF, FEAM, IGAM, COPAM) e às Secretarias de Cultura, de Turismo, ao Instituto ESTRADA REAL e demais entidades que seja adotada, com urgência, as sugestões dos ambientalistas para se fazer esse tipo de calçamento para proteger o único trecho intacto da Estrada Real da ameaça de destruição. Pois está é a forma correta de resguardar as riquezas naturais e culturais, mudando o foco de desenvolvimento para atividades de ecoturismo, que também podem ser viáveis economicamente, de forma sustentável e a longo prazo, sem a perda de tão valioso patrimônio natural e cultural.

Bandeira da rendição?


(Antoms/Rebelión/Divulgação)

Fidel e a Religião


Presentó Frei Betto en Santa Clara su clásico Fidel y la religión en La Feria del Libro moviliza a los lectores de varias ciudades de la isla

Freddy Pérez Cabrera

SANTA CLARA.— Veintiséis años después de su publicación inicial, el libro Fidel y la religión, que contiene el resultado de las 23 horas de conversación sostenidas entre nuestro Comandante en Jefe Fidel Castro y el fraile dominico, escritor y periodista Frei Betto, continúa despertando un enorme interés en el público lector, como se evidenció durante la presentación de la obra en la Sala Caturla, de la Biblioteca Provincial Martí, en esta ciudad.
Al disertar acerca del texto, en uno de los momentos cenitales de la XX Feria Internacional del Libro en esta sede, el teólogo brasileño reconoció que el libro sigue siendo leído, divulgado y comentado por muchas personas en el mundo, y que ha ayudado mucho a la gente a liberarse en su expresión religiosa, al saber que entre religión y revolución no hay contradicción alguna.
Señaló que esta es la primera vez que visita Santa Clara y narró interesantes pasajes del encuentro sostenido con el líder de la Revolución cubana, a quien admiraba desde que era prácticamente un niño "por mi vinculación a las luchas del pueblo brasileño contra la dictadura militar que lo oprimía", aseguró. La obra ha sido publicada en 32 países y 23 idiomas.
Entretanto, la Feria continuó atrayendo a lectores en sus sedes de las provincias del occidente y centro del país. (Com o Granma)

Cuidado com o coração


O Ministério da Saúde divulgou um alerta para os riscos ao coração provocados pelo consumo excessivo de álcool e de alimentos gordurosos durante o carnaval – sobretudo quando associado a um ritmo exaustivo de folia.Pessoas com problemas cardíacos e mesmo as saudáveis devem ficar atentas a sintomas como cansaço exagerado, falta de ar, dor no peito, tonteira e palpitações.
Dados do Instituto Nacional de Cardiologia (INC) indicam um aumento no número de ataques cardíacos e de derrames neste período do ano. O órgão listou ainda o que chama de “sete pecados para o coração”, uma lista que inclui itens como: não se prevenir; não fazer exercícios físicos; não se hidratar; se alimentar mal; fazer dietas milagrosas; consumir sal; e não relaxar.(Com o Correio do Brasil/Wikipédia)

Nelson Cavaquinho


Dom, 27/02 , às 18h, na TV Brasil

Uma homenagem ao centenário do sambista

O De Lá pra Cá deste domingo (27) homenageia Nelson Cavaquinho, no ano em que ele completaria 100 anos. Para relembrar a trajetória do sambista, os entrevistados são a cantora Beth Carvalho, os carnavalescos da Mangueira, Mauro Quintaes e Wagner Gonçalves; e o autor de Nelson Cavaquinho – Enxugue os Olhos e me Dê um Abraço, biógrafo Flávio Moreira da Costa.
Nelson foi um dos sambistas mais originais e criativos de todos os tempos. Pouco antes de morrer, estimava em mais de oitocentas as músicas que compusera. Dizia que umas quatrocentas tinham sido gravadas, que outras cem ainda eram inéditas e que, pelo menos trezentas, foram vendidas nos tempos de vacas magras. Começou na época de ouro do rádio, mas não soube aproveitar o momento para se promover e ficar famoso, como muitos. Boêmio, mulherengo e beberrão, viveu à margem até ser descoberto na década de 60 e ter sua obra divulgada por gente famosa.
Mangueirense de coração, foi amigo de todos os bambas do morro, mas nunca quis fazer samba enredo. Dizia que dava muita confusão. Mas assim mesmo, ele será o grande homenageado da escola neste carnaval com o enredo “O Filho Fiel, Sempre Mangueira”.


(Imagem:Vera Barroso conversa com Beth Carvalho/TVBrasil/Divulgação)