E a Rússia decide manter suas conquistas espaciais

A Rússia não diminuirá nem deixará de realizar as suas missões e pesquisas interplanetárias, mesmo com o insucesso da nave Fobos-Grunt. Mesmo que algumas missões tenham as suas datas revistas, todas serão cumpridas, asseguram os pesquisadores da Academia de Ciências da Rússia e da Roskosmos, a Agência Cósmica Russa.
Os cientistas destacam que, na história das investigações cósmicas, falhas e avarias sempre ocorreram. Mas isso não será suficiente para intimidar os projetos russos de ida ao espaço como, por exemplo, a segunda missão Fobos-Grunt, marcada para 2018, ano em que Terra e Marte estarão bastante próximos segundo levantamentos astronômicos.
Os cientistas russos preveem missões a muitos planetas até 2020
A Fobos-Grunt 1, lançada em 9 de novembro do Cosmódromo de Baikonur, deveria recolher amostras do solo de Fobos, uma das luas de Marte, para análises em Terra. No entanto, uma falha no lançamento fez com que a nave se desviasse do seu curso até que, em 15 de janeiro de 2012, ela caiu no Oceano Pacífico com apenas um fragmento do que restou da sua estrutura, desintegrada no cosmos.
A Rússia mandará missões à Lua e também a Vênus. Em ambos os casos, as previsões do envio destas missões apontam para os anos 2020. Também se fala em expedições a Ganímedes, satélite de Júpiter, e a Mercúrio. Mas tudo isso, segundo os cientistas russos, será feito com a cooperação de outras agências cósmicas como as do Japão e da União Europeia. (Com o Diário da Rússia)

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