segunda-feira, 31 de julho de 2017

Vitória exemplar na Venezuela

                                                                                                                       AVN

Alina Perera Robbio | perera@juventudrebelde.cu


CARACAS, Venezuela.— Um profundo agradecimento e reconhecimento ao povo venezuelano, que na noite de 30 de julho continuou fazendo filas para votar transmitiu o primeiro vice-presidente do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), Diosdado Cabello.

Em uma entrevista coletiva na sede do Comando da Campanha Constituinte Zamora 200, transmitida pela Venezolana de Televisião (VTV), o líder chavista qualificou de invicto e vencedor esse mar de cidadãos que em 30 de julho saiu eleger os mais de 500 integrantes da Assembleia Nacional Constituinte (ANC).  

«Vitória popular, vitória da pátria, vitória exemplar». Com tais palavras Diosdado Cabello definiu a jornada eleitoral que em sua opinião foi «uma bela manifestação de amor».

Destacou que apesar de todas as tentativas de sabotagem que nem sequer foram ocultadas ou dissimuladas, apesar de fatos de violência convocados pelos lìderes da oposição para evitar o voto do povo, teve lugar uma jornada que é lição para o país e para o mundo.

De solidariedade revolucionária, de demonstração impressionante, de orgulho pela atitude popular, de uma semente plantada por Chávez e que agora germina falou Diosdado, enfatizando que quem não tenha olhos para apreciar o que se viveu na terra de Bolívar cometeria o erro histórico de subestimar o povo.

«Hoje nos sentimos vitoriosos», disse o lutador chavista, convidando a todos os cidadãos do seu país a dar sua contribuição à ANC que já nasceu.

Perto da meia-noite de domingo, 30, a presidenta do Conselho Nacional Eleitoral, Tibisay Lucena, ofereceu um balanço da jornada. Segundo a funcionária, mais de oito milhões de venezuelanos votaram, o que equivale a 41,53% do padrão eleitoral.

Lucena qualificou a participação popular de «em massa» e disse que em certo sentido a entidade responsável ficou surpreendida, devido às condições em que se efetuou a eleição dos membros da Assembleia, sob ameaças e o boicote da direita.

«O balanço é muito positivo, porque venceu a paz. Quando vence a paz, vence a Venezuela», indicou.

(Com Juventud Rebelde/Granma)

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