Greve continua na CEMIG


Terminou a reunião na sede da Cemig com representantes dos trabalhadores e da empresa, com a participação do presidente da Companhia, Djalma Morais. A contraproposta da empresa continua muito abaixo das expectativas da categoria e foi fortemente vaiada pelos eletricitários concentrados em frente à companhia em BH, que vêem ganhos apenas para altos cargos da empresa e sustentam a continuidade da greve.
A Cemig propôs aumento real de 1%, duas remunerações para a PLR mais R$ 3.500 e a manutenção do piso salarial dos engenheiros.Ao tomar conhecimento do resultado do encontro centenas de eletricitários de várias cidades, iniciaram uma passeata, com faixas e apitaço, saindo da sede da Cemig, no Bairro Santo Agostinho, rumo à Praça da Estação, em Belo Horizonte.
No Triangulo, uma passeata gigante toma conta das ruas de Uberlândia e em outras regiões há mobilização dos trabalhadores em defesa de seriedade no processo de negociação para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho. Pés na mesa Trabalhadores de várias cidades, concentrados em frente à Sede, aprovaram, há pouco, o pedido de retratação formal por parte da diretoria da Cemig pela postura desrespeitosa adotada pelo coordenador do Comitê de Negociação, Marcelo Alckmin, nesta campanha.
Registros fotográficos comprovam que o porta voz da empresa colocou os dois pés sobre a mesa, numa infeliz demonstração de que a Companhia não estava se importando com a possibilidade da categoria levar o impasse na negociação para o dissídio coletivo na Justiça do Trabalho.
O Sindieletro recebeu cobranças da categoria para divulgar a imagem que se transformou no símbolo do descaso da empresa com os trabalhadores. (Com o site do Sindieletro)

(Imagemn:BM/Sindieletro/Divulgação)

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